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Autor: Luiz Alberto quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Autor: Luiz Alberto quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tu ficas ai, na escondida,
espreitando cada um na sua vida,
não tiveste criação
não tens compaixão.
Tu ficas ai, na escondida,
espreitando cada um na sua vida,
não tiveste criação
não tens compaixão.
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Eu aqui, na rede,
espionado
mas com muita fé.
espionado
mas com muita fé.
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As vezes eu tenho sede
de te convidar pra um café.
As vezes eu tenho sede
de te convidar pra um café.
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Aceita, danado?
Aceita, danado?
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Não sei porque o mundo
tomou tal rumo
tu, ai, espionando
eu, aqui, espionado.
Não sei porque o mundo
tomou tal rumo
tu, ai, espionando
eu, aqui, espionado.
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Tá tudo tão confuso
tu pensas que sabe,
não sabes nada.
Tá tudo tão confuso
tu pensas que sabe,
não sabes nada.
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Pobre amigo intruso
desarranjado e perturbado
mas não há mal que não acabe
e por mais que nade
fica mais e mais confuso.
Pobre amigo intruso
desarranjado e perturbado
mas não há mal que não acabe
e por mais que nade
fica mais e mais confuso.
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Tu fica ai, na espreita,
eu aqui, na rede,
com muita fé,
tu só não suspeita
que eu te as vezes tenho sede
de te oferecer um café.
Tu fica ai, na espreita,
eu aqui, na rede,
com muita fé,
tu só não suspeita
que eu te as vezes tenho sede
de te oferecer um café.
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OBS: ao inimigo desconhecido
OBS: ao inimigo desconhecido
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