sexta-feira, 30 de setembro de 2022

És de verdade?

És de verdade?
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
És de verdade,
mulher do olhar em cândida magia,
ou sonho em agradável utopia,
que eleva aos céus e a eternidade
um poeta que ajusta um poema d'amor
embalado em quimeras e fantasias?
*
Talvez sejas a beldade que o fado brindou
ao coração desprovido de cores,
submerso em perdas e dores,
amargurado em falsos ardores
que o tempo no vento levou.
*
Ou serias tu, aquela que venho para ficar
embalando um sonho nutrido no coração,
divago que o parvo julgava perdido
ou esvoaçado na quinta dimensão,
pois tinha medo d'amar?
*



quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Doce Deidade da Utopia Certa

Doce Deidade da Utopia Certa

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Tu, doce deidade da utopia certa,

és aquela que dá o alento para sonhar

uma meiga quimera, suave e aberta,

que ao infinito teimas em esvoaçar.

*

Respeitável! Tens a pureza que liberta

na plenitude suave de um doce anelar,

e não perdes a virtude, embora descoberta,

posto que, em glamour, o teu fado é adoçar.

*

E, sorrindo radiante, neste mundo profano,

não há quem te dê prazo, julgo ou limite,

pois és flor d'amor e não farpa de engano.

*

Um flash d’amor, energia que transmite

o que há de belo no sentir, amar e sonhar,

afirma o teu ser distinta, em sublime elite.

*



quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Acendi as luzes da imaginação

Acendi as luzes da imaginação

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Acendi as luzes da immaginação,

e, em desvario, sonho ou utopia,

busquei a mulher-de-olhar em magia

guardada no fundo do meu coração.

*

E eras tu, seleta em suave sedução,

a doce diva que suave definia

o som da lira e o traçar da poesia,

cadenciando a alma e a ilusão.

*

És beldade em suave primazia,

posto que tocas n'alma com delicadeza,

regalo do bem que o mal desafia.

*

Mulher em agraciada em doce pureza,

dona do puro, da magia e desta poesia,

és bela, elegante em apurada nobreza.

*



terça-feira, 27 de setembro de 2022

Saudade


Saudade
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento!
Ah esta melancolia dentro da gente,
o extraviado no tempo bate sem dó,
pois junta os nervo surrados e dá um nó;
dói, saudade, dói e não há o que alente,
esta dor que só a gente sabe como sente.


Notas da Lira de Apolo Apaixonado

Notas da lira de Apolo Apaixonado
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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Quantos poetas perdidos em espaços vazios?
*
Na mente flutuam palavras esparsas,
disparates sonsos, anelos desvairados
temores ardentes e fortes arrepios.
*
A adversidade inconveniente e comparsa
toca forte n'alma incomodada
e mata o verso que era um doce delírio,
mas foi perdido em um denso cerrado.
*
A diva, traçada em brisa refrescante,
revoa coberta em belos sonhos dourados,
tal intenso flash de luz em forte clarão
que a projeta em suave e delicado acalento
rumo ao fundo d'alma e direto ao coração.
*
No bloco as letras, alinhamentos d'amor,
aguardam a anuência do terno e flamante
futuro e fraterno poema elegante e sedutor.
*
E a beldade é um sonho ou um delírio em fantasia,
daquele, que, absorvido em fogo e paixão,
escreve com o coração a sua poesia.
*
E os versos, antes atravessados em diagonal,
dispersos em ralos e sonhos desvairados,
agora são notas da lira de Apolo Apaixonado,
que enaltecem a sibila em um ode celestial.
*


Inversão

Inversão

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

Invertemos todas as regras preditas,

no final das contas tudo era só cerimonial,

hoje não importa dores, temores e frêmitos,

importa hoje a severidade do gosto do sal.

*

Com olhos em sangue olhando o infinito

o antes casto, agora salaz filho do mal,

estufa o peito e berra um forte grito

intimidado com prepotência abismal.

*

Não há espaço para fazer-se humano

na vida inconsciente, egoísta e arrogante,

osculando a sorte em mácula do cotidiano.

*

E cada um com o peso do "não é como era antes",

pela mannhã acordamos temendo o engano,

invertendo tudo, entramos em um baita cano.

*


domingo, 25 de setembro de 2022

Quimeras em flores

Quimeras em flores
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Em vez das mágoas as delicias,
uma vez que, se a vida não é rósea
nas áureas douradas dos seus cabelos,
roubados do astro rei amarelo,
tens a ternura d'alva orquídea
e os céus são testemunhas do anelo
que o poeta busca em verdes fluidos,
pois és diva madura e etérea
em versos cantados com suave candura.
*
E os versos, no espaço aéreo,
buscam, quiçá, a glória eterna,
proposta as divas e musas seletas,
que o poeta, em cantos sublimes,
exprime em forma tão terna;
refletindo em flash a energia d'amor.
*
Amor puro, delicado, doce e singelo,
labor que canta quimeras em flores
nutridas em paixão, fascínio e ardor.

*



Só pelos os meus pesares

Só pelos os meus pesares

*

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

Só pelos os meus pesares

desaprendi, um dia, as coisas da vida,

esqueci da ternura no coração,

fui anátema em outros ares,

caminhei em estradas perdidas

apartado da quimera, do sonho e da ilusão.

*

Sofria c'as dores mais forte do mundo,

distante do caos desta vil realidade,

abandonado, inconsciente e solitário.

Confuso e distraído no dia e em tudo,

desacompanhado do fato e da verdade,

apequenado, em triste cenário

*

Horas sisudas e aborrecidas,

com o semblante tenso em amara tez

azedo, descuidado e insuflado

de bizarras suspeitas ardidas,

afogado na sandice de uma estupidez,

atormentado.

*

Só pelos meus pesares

esqueci o valor de uma palavra d'amor,

mas um da caí em mim, acordei para a vida,

respirei novos ares

confiei no perfume de uma flor,

e resolvi buscar a sorte perdida.

*

Só pelos meus pesares

quase destruí um mundo de flores

buscando um mundo de cores,

mas eram os meu verdadeiros pesares.

*



sábado, 24 de setembro de 2022

A força do amor

A força do amor

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Ah, que estranho modo de pensar à vida,

olhar para o lado e nada enxergar além de dores,

fincar no passado e lembrar das coisas perdidas

sem atinar que no horizonte existem flores.

*

Eu declaro momento de curtir a via florida,

olvidar os traumas e aspirar o perfume das flores,

pois só o amor dá um sentido doce a vida,

tirando os azedos conheceremos outros sabores.

*

Não pense que o amanhã pode não chegar,

quem está ao seu lado não é um inimigo

somos sobreviventes e teremos que recomeçar.

*

Eu sei que não acabou, existe ainda o perigo,

mas a força do amor na certa vai ajudar,

unidos somos fortes. Por favor, venha comigo.

*

em 24\09\2022

época da pandemia.



sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Rumo ao infinito

Rumo ao infinito
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Desalinhados poemas escritos,
rabiscos em folhas amarelas,
alguns perdidos na quinta dimensão.
*
Misteriosos, fugiram vagos e torcidos
e nem deixaram uma fatia bocada
para o reinício de um novo rito.
*
Eram fogo, alegria e paixão;
jamais serão avaliados e nem lidos,
nem traço resta na mente poeta.
*
Nada guardado para a memória da humanidade,
nem uma linha restará para ser lembrada,
macabro destino concebido.
*
Mas não faltará força e vontade,
do nada o parvo se refaz forte e afiado,
e escreverá outros novos ditos,
que, avoados, rumarão ao infinito.
*


quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Um anjo na terra

Um anjo na terra
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Que energia esta, surpreendente,
que as boas graças do destino te concederam;
energia dominadora e aderente,
capaz de varar tudo, arrasar tudo,
para afinal chegar, triunfante,
ao íntimo do ser mais bruto e indolente
que, julgava-se dono do próprio mundo?
*
E tu és senhoril em meiga virtude,
tens o sorriso em suave ternura,
o teu olhar o mal domina e censura
és firme e tens atitude.
*
Por seres assim, meiga, o vil não te entontece,
pois tens a plena consciência
de que mesmo adoçada na própria essência
o mundo gira e logo anoitece,
é preciso atenção, cautela e muita prudência.
*
Que maravilha seres assim; meiga e querida,
doce e singela, sem perder o charme e o glamour,
pois és um anjo na terra, afeita ao amor,
em desfile leve e radiante, mas com o tato na vida.
*



terça-feira, 20 de setembro de 2022

Serena em triste partida

Serena em triste partida
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Vieste à noite, alegre e sibilante,
c'as faces coradas sorrindo pra mim,
na tiara enfeite em lindo jasmim,
e a mesma joia no braço brilhante
*
Sei que sofro no íntimo, como antes,
saudoso da tua voz em mel e festim,
nostágico da linda rosa do jardim;
àvido e perdido em Comédia de Dante.
*
Esta Divina Comédia da vida
que nos sufoca em dores intensas,
afoga sem pena o ser em dores sofridas.
*
E n'alma, amargurada em ofensas,
um extraviado em triste partida,
são névoas secas, vis e tão densas.

*





Tenho sofrido

Tenho sofrido

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Tenho sofrido, é verdade,

construi para mim um mundo à parte,

talvez o mundo da quinta dimensão,

me encerrei em joia pedra jade,

bebi eufórico da minha arte,

despertei fabuloso a minha inspiração,

buscando, quiçá, a minha diva beldade,

sustentáculo da vida e baluarte

de uma sinfonia em meiga canção.

*

Sofro, mas é um sentir em suavidade,

sem renuncia, abandono e nem descarte,

pois os versos eu faço do coração.

*

Formatados em meiga e limpa ingenuidade,

ganham vida em forma de estandarte

mostrando ao mundo o poder de uma paixão.

*

Tenho sofrido, esta é a realidade,

mas o amor que vivo não é em vã; descarte,

por favor, pensar nesta triste opção.

*

O que sofro agora é liberdade,

posto é um sofrer que coloco a parte,

e escrevo versos do coração.

*




 

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Aos versos que te fiz devo respeito

Aos versos que te fiz devo respeito

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Aos versos que te fiz devo respeito,

posto que me vieram à mente

em suave caricia d'amor caliente,

chama de um doce sentir insuspeito.

*

Muitos versos te fiz, e satisfeito,

muitos versos em verde nascente,

aguardam para surgirem luzentes,

flash e devaneios deste amor eleito.

*

E és para mim das belas à beldade,

uma vez que tens charme e glamour,

sem envaidecer-se em vil vaidade.

*

Diva dos encantos doce e sem dor,

és uma flor em candura e suavidade,

és o alento da vida, feita d'amor.

*



sábado, 17 de setembro de 2022

Acróstico; Ionara Ávila Vieira

 

Acróstico: Ionara Ávila Vieira

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

Identifico, mesmo distante,

O pulsar de um coração em ternura

N'alma nobre, investida em candura,

Alma cristalina, tal diamante,

Resplandece amor e suavidade,

Amiga antiga, amiga de verdade.

.

A ti um modesto poema

Vindo d'alma e coração

Inocente por ter estima e consideração,

Lealdade não é um dilema,

Amizade é uma verdade suprema.

 

Vês? Nos caminhos desta plataforma

Indo e vindo, de sorte e tal forma,

Encontramos a amizade simples e sadia,

Isto alivia o coração,

Reitero em forma de poesia,

Acróstico vindo do coração.

-

Dedicado a amiga Ionara Ávila Vieira, lá de Jaguarão,

distante da vista e dento do coração,

um abraço; estima, respeito e consideração.



Palavras ditas verdades

Palavras ditas verdades
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Palavras que, jogadas aos ventos,
são frutos moldados em delicado segredo,
recôndito no fundo d'alma e coração.
*
Há de se ater que ninguém é santo,
mas, todas as pessoas tem em si um encanto,
que refreia o ser em enleio sentimento,
é neste momento que bate a dor e o medo,
de não cobrir, quiçá, dano em adventos.
*
Palavras que, verdades caladas e recônditas,
são esquecidas e perdidas, extintos arremedos,
que desestimulam sem afiar um acalento,
sôfrego e extraviado em lamentos.
*
Massacra a alma o que deveria ser e não foi dito.
*
As palavras são mares em brumas incertas
navegadas por marujos fecundos e disertos,
anelam segredos, verdades, erros e sentimentos.
*
Ah se as palavras, também, não fossem enganos,
seria um polvilhar de coisas boas,
ditas verdades que, antes, escondia-se no coração.
*
E se um dia encontrares um amaro poeta
que faz do amor sublime motivo de erro ou dano,
fique certa; o parvo, não é um fino sonhador,
o mouro, na real, esqueceu-se do amor,
e, no seu mundo desarrumado, só planta a dor.
*
As palavras criadas ditas em verdades
alinhadas em versos vindos do coração,
nunca visita em pulha e enganação.
 *



Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...