Os poréns e os porquês
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
*
Na vida nós temos os poréns,
e também temos os porquês,
pois a vida é ondulante em acontecimentos,
sentidos diversos e irregulares,
limitados e cobertos em defeitos,
às vezes escondidos e despercebidos.
*
Nas arestas do ego inflamado,
em meias verdade ou inteiras mentiras,
seguimos inseguros na vida aceitos,
ou jogados para escanteio,
sem perder o tato do jogo diário,
ou deslizando em brutas ladeiras.
*
Na vida os “porquês” atormentam a mente.
Por qual motivo eu vivo inseguro?
por qual razão não me dói o coração,
Quando vejo um irmão que anda no escuro?
Por que o escuro na vida da gente
parece um vazio em amor ausente?
*
E seguimos a vida com as nossas limitações,
engambelando um coitado e pobre irmão,
que perdido em si e sem razão,
vive igual à gente, perdido em ilusões.
*
quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
Os poréns e os porquês
domingo, 25 de fevereiro de 2024
Versos Sibilinos
Versos Sibilinos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Com os meus versos sibilinos,
removerei ermos e desertos
construirei pontes, avenidas,
marcarei forte o indefinido,
e das contingências da vida,
nada me será oculto ou incerto.
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Não terei a palavra sublime e soberba,
como o “Rei Mega em Excessos”,
com a força do indicador que diz; “averba,
“mais este para o cerimonial”,
“dos tolos inversos e avessos”,
reversos por mim e “esquecidos” por deus.
*
São os querubins oleados em fortes odores,
que tramam imensuráveis infinitos ineficazes,
mas dos tempos idos advir nada passará de
graça.
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Até a quem desaprova uma dita em um “ai”,
dizendo para si; “sou fruto das dores
escondidas,
“e o meu compromisso é com o meu igual,”
será lembrado dos tempos em levas na biga,
que um humilde e esperto amigo serviçal
lembrava o seu senhor dizendo; “és mortal”
“que a vitória não te iluda, pois tudo passa”,
“és mortal e o efêmero é transitório e fugaz”
“não te iluda a história no advir vai te
julgar.”
*
Em tempo de guerra o melhor é buscar a paz.
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sábado, 24 de fevereiro de 2024
A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!
A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!
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Autor: Luz Alberto Quadros Gonsalves, o
*Poeta Sem Talento
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Falarei!
Sim, falarei de amor e poesia,
falarei em um emaranhado de versos,
alguns complexos,
outros soltos aos confins,
sem métrica e nem lógica
sem rima e nem nexo;
nesta vida instável e caótica
eu sou um colibri perdido entre rosas e jasmins.
*
São múltipas as razões para o choro desolado,
mas eu decidi estancar o desnecessário
no subterrâneo do meu inconsciente humano.
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Os meus fantasmas ficaram no passado,
hoje, inspirado, sem mortalha e nem sudário,
eu flutuo em remanso feliz de um vasto
oceano.
*
Eu falarei, sim!
Falarei e fim!
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Enquanto eu tiver ânimo e sintonia,
eu falarei de amor e de poesia.
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A mulher do olhar em cândida magia
desperta em mim a prepotência,
por ser uno, amigo, amado e amante,
os seus olhos, preciosos diamantes,
aguardarão sempre uma poesia,
e é a razão da minha existência
é falar de amor e de poesia!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024
Beldade da Luz e da Inspiração
“Beldade da Luz e da Inspiração”
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem
Talento
Poeta, perambulando este mundo de Deus,
criei o meu universo em rosas e jasmins,
uma vez que vacilei e olhei nos olhos teus
em um momento profano lá nos confins,
e agora eu sigo só na estrada distante de ti.
Beldade da luz e da inspiração eu sei que,
perdida em si, na solidão do dia, em devaneio,
hoje os teus olhos miram o vazio da casa no dia,
e Pensativa, procura o poema que em enleio
aguçou o seu coração trazendo mil fantasias.
Diferente, eu trago comigo a ilusão e a utopia,
pois, amor inocente, os teus olhos eu pleiteio,
como quem cobiça uma majestosa luz,
em incoerente quimera perdida em mil anseios,
cabisbaixo e combalido, carregando uma cruz.
Neste mundo indecente, tudo na certa passará,
o que parece hoje divino, sagrado e importante,
um dia será quimera esquecida ou fato diverso,
perdendo aquele lustro vívido e brilhante,
que olharemos com um olhar disperso.
Mas ficarão perenes no bloco e na memória,
aqueles acanhados poemas d’amor escritos
em espasmos e contrações de utopias ilusórias
que marcaram a verdade do meu ardor por ti,
e, fecundo n’alma, moldaram a minha história.
Poeta e beldade de luz e inspiração, dois colibris,
juntos, esvoaçando e sonhando, felizes da vida,
replicando em versos escritos no bloco papel,
respirando o perfume de flores vindo na brida,
felizes, embora por momento, no Sétimo Céu.
Tudo o espaço, o tempo e a verdade podem levar,
só não podem levar o que é verdade no coração,
eu nunca te esquecerei e sempre vou te amar,
amor em cândida ternura, ternura do coração.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
Desconexos
Desconexos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Divago na solidão do meu mundo fechado,
entre imagens etéreas vinda dos confins,
liberto em surreal mistério sibilino alado,
ou aquarelas coloridas de rosas e jasmins.
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Não tenho a vil ousadia em ego inflamado,
idoso, não ouso mais bambolear em patins,
embora sempre no peito um coração alado,
aventureiro, em sonhos, direto aos confins.
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A diva em passo celestial ainda é a seleta,
em mil desvarios sonhos em doce inspiração,
são rimas marcadas ou versos desconexos.
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Eu sigo uma estrada estreita com um jeito
poeta,
busco na flama o mimo da leitura em união,
de alguém que, no confuso, encontre algum
nexo.
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domingo, 18 de fevereiro de 2024
A noite chega mansa e sorrateira
O verso que escrevo com a alma
O verso que escrevo com a alma humana
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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A par de todos os meus defeitos,
e são muitos, intensos e exorbitantes,
eu sigo a minha estrada em passo brando,
na relva busco rosas e no céu estrelas
brilhantes.
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O apocalíptico na alma não me tumultua
efervesce n’alma lúcida e entusiasmada,
uma viva essência de candura e amor,
às vezes até divago na noite serrada,
desprovido de todos os males e agravos,
tenho então a alma serena, inocente e nua.
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Sou extrato daquilo que tenho no interior,
a minha alma no espelho reproduzida
em nuance compacto que nunca engana.
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Sou o peito transbordando em casto ardor,
perfume que chega doce em suave brida,
sou o verso que escrevo com a alma humana.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
Pilatos em um mundo desarrazoado
Pilatos em um mundo desarrazoado.
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Pilatos, sentado na frente de um computador,
Desarrazoadamente digitava palavras vis,
Buscando, quem sabe, a platéia maluca,
Que, indubitavelmente, habita o falseador
De um mundo tirano, vilão e divergente,
Um mundo sem um céu aprazível e anil,
Um mundo igual ao dele, irregular,
Arregimentado por carentes, mas dolentes.
.
A palavra digitada diluía outro mundo,
E Pilatos bem sabia o mal que a outro fazia,
Mas Pilatos não mais se importava,
Público e cobrado era posição que deveria
tomar,
Uma vez que se vive em um mundo discordante,
E discrepante seria a Pilatos ouvir o
próximo,
Para depois, serenamente, argumentar.
*
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
ABC do Amor em Quadrinhas
ABC do Amor em Quadrinhas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
*Poeta Sem Talento
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A
Antes de tudo era só o caos e Deus,
do caos Deus concebeu o universo.
Antes de ter uma diva olhei os olhos teus,
agora, poeta, a ti estes humildes versos.
*
B
Beldade do meu coração aventureiro,
saiba que estes versos te são ofertados,
gratuitos, pois não sou interesseiro,
versos simples não serão grandes fados.
*
C
Cantarei os teus olhos cativantes,
por eles ternura e meigo anelo,
toscos versos, metidos à diamantes,
estarão eternos em um bloco amarelo.
*
D
Dionísio, festas vinho e prazer,
sibilas nas flores, tão belo esvoaçar
só Eros é quem pode dizer
o quanto é grande o meu ti amar.
*
E
És do poeta sublime encanto inigualável
em versos profanos ou meiga candura,
saberei mostrar-me à ti doce e afável,
visando buscar do coração a tua ternura.
*
F
Formosa, em teu visto elegante glamour,
no pedestal dos deuses estás em simetria
c’os versos escritos em ritmo d’amor,
pois, cândida mulher tão pura, és
poesia.
*
G
Gentil e delicada, afável e sensata
tens um coração em ternura,
és meiga e suave, tal uma serenata
cantada em mel e muita doçura.
*
H
Hoje é pouco, tenho a eternidade,
pois marcando neste manuscrito,
tu serás a dama, que na verdade,
colou firme e sublime nos meus escritos.
*
I
Inda sinto o palpitar da juventude,
nunca esquecerei que sou poeta errante,
divagando nos versos a plenitude
dos teus olhos lindos e brilhantes.
*
J
Jamais esqueça; “eu jamais não te
esquecerei”.
cada verso meu é para ti versar,
sibila que nas flores dos montes eu encontrei
absorta em magia de um sol a dourar.
*
K
Know-how é difícil, não conhecimento,
mas não me falta o entusiasmo no coração,
divagarei conforme meu parco talento,
pois é teu, só teu o meu pobre coração.
*
L
Lua, celeste astro que testemunhou a minha
boêmia,
muitas vezes iluminou os meus passos na noite
devasta
hoje, na certa sentes falta da minha
companhia,
e vens à noite, em flash, pela janela,
sublime e casta.
*
M
majestosa, és esplendia em sublime soberania,
o teu jeito delicado e sedutor remete ao
amor,
mas se engana quem pensa “presa fácil”, com
picardia,
a tua integridade mostra teu grande valor.
*
N
Ninfa do bem, fadinha d’amor ou sibila das flores,
não importa o termo, és caricia em ternura,
nas estradas só pérola, rosas e estrelas onde
fores
o teu jeito é assim; amor, mel e tanta
doçura.
*
O
Onde fores encontrará estrelas, pérolas e
flores,
isto é certo, uma vez que coração etéreo em
candura,
és fruto singular da Natureza de múltipla
cores,
e esta construiu pra ti estradas d’amores em
venturas.
*
P
Predileta do poeta és, sim, encanto e poesia,
Deus te fez delicada e graciosa, atraente e
segura,
os teus olhos, em flash, iluminam o dia
daquele que amorosamente a pena segura.
*
Q
Quisera os Céus premiar tanto cuidado e ardor
com uma migalha do teu coração em meigo
sentir,
não cabe no peito do poeta tanto amor
pendido “abre alas” para esvoaçar e sorrir.
*
R
Rubi, precioso coração sublime e pingente,
eis que tu tens a graça em bela delicadeza,
e na tua meiguice um rio em clara vertente,
és bela de corpo e alma por natureza.
*
S
Ser poeta é despir a alma em sublime candura,
por que as trivialidades são para os sem
vida,
pois viver pleno é ter um coração em ternura
deixando de lado as vulgaridades atrevidas.
*
T
Todos os olhares são teus admiradores
constantes,
obstinados procuram o teu vigor e tua beleza,
preciosa em meiguice, és rosa ou és diamante,
presente de Deus, Supremo Criador da
Natureza.
*
U
Úmidos campos, serenos e orvalhados,
onde dançam as fadas e cantam os querubins,
seres da mitologia, misteriosos e alados,
lá tu estás entre lírios, rosas e jasmins.
*
V
Vejo-te distante, estrela de luz dourada,
quero-te ao meu lado, dona dos meus poemas,
és para mim a luz desta apreensiva estrada,
escrever-te delicados escritos em forma serena.
*
W
Wi-fi ligado! Ondas no espaço! Coração
apaixonado!
parece que o amor virou coisa simples e
banal;
descomunal os dias de agora, o romantismo
ultrapassado?
Na verdade não, o amor sempre vence no final!
*
X
Xícaras de café, leite, chocolate ou avelã
o pensamento esvoaça até onde tu estás
e aqui, escrevendo um poema, sentado no divã,
eu busco uma rima para ti encontrar.
*
y
Yoga para despertar uma sensação de
bem-estar,
o espírito estimulando o corpo e a mente,
o amor em pensamento leve e sutil a esvoaçar.
no reflexo do espelho para si ninguém mente.
*
Z
Zelo por ti e por este amor sem direito
sei que a vida é difícil de escrever,
mais o que mai importa; é amor verdadeiro
e, na verdade, eu nunca vou te esquecer!
*
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
Confissão
Confissão
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Eu estava na varanda de casa,
Lá fora os infortúnios e as vicissitudes,
Tarde quente sol que abrasa,
Em um branco de plástico um livro descansava,
Já fora útil em doce leitura,
Assim com objeto de sonhos, na plenitude,
Comprado a preço barato, mas ainda brilhava,
O talento do autor e a sua capacidade.
*
Acompanhava, no lazer daquele momento,
Uma sobremesa esperta para aliviar,
Manjares dos deuses, mousse e pudim,
Como é agradável a apetência chantilly.
*
De repente, surgindo do nada,
Um mendigo maltrapilho esfomeado,
Dependurado no cercado pedia pra mim,
Algo
para aliviar, pois estava aperreado.
*
Sem dó e sem coração,
Olhei pra ele e disse que nada tinha;
Mentira minha,
Menti frio e desumanizado para o irmão,
Que, humildemente, seguiu o seu trajeto à
frente.
*
Meu Deus, onde fomos parar?
Ver um irmão faminto e, podendo, não aliviar?
*
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
Um lindo poema que Deus escreveu
Um lindo poema que Deus escreveu
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Tens a força de uma rosa, o encanto de uma fada e a suavidade da brisa que refresca a tez combalida.
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És um sonho aprazível que serenamente afaga o repouso do poeta que busca a inspiração.
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Em viva energia dulcificada, és a joia preciosa que ornamenta o Paraíso da Inspiração, pois tu és um lindo poema que Deus Escreveu.
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024
Encanto de amor
Encanto de amor
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Eis que dos Céus eu espero a benevolência,
uma vez que, andarilho em estradas perdidas,
não perdi o tino e nem manchei a essência,
fiz dos meus versos um extrato da vida.
*
Busquei a deidade que, por sua excelência,
abrandou a alma de forma gentil e límpida,
curando os meus pesares, dores e ardências.
És, sim, encanto de amor, a mais querida.
*
Eu que sempre cantei o amor em pureza
a ti referencio mais estes versos do coração,
és o anelo que o destino brindou em beleza.
*
Encanto de amor, estes versos que te são
outra prova da minha verdade e delicadeza,
são versos fluídos lá do fundo do coração.
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domingo, 4 de fevereiro de 2024
Outro coração humano
Outro coração humano
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
*
Quando eu despertei para o mundo
a vida me fez cônscio de que eu era poeta,
e, mesmo diante das chagas e de breu
profundo,
eu não deliro automaticamente a ilusão
obsoleta,
embora procure viva alma todo o santo dia,
e, em tudo, eu vejo o amor traduzido em
poesia.
*
À deidade, tão linda, é para mim uma doce
sibila,
aos amigos eu estendo a mão diante do perigo,
as flores me enternecem o coração em ternura,
a lua no céu, misterioso astro que ainda
cintila,
foi a minha companheira em estradas perdidas,
lá, afortunado, eu encontrei doces criaturas.
*
Eu não sou dono da verdade e nem da ilusão,
embora busco, nesta longa estrada da vida,
andar em par com o meu próprio coração.
*
Não me apetece o gládio soberbo do cotidiano,
das desavenças eu quero distancia segura,
de amores eu quero até o amor profano,
sem nunca machucar outro coração humano.
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sábado, 3 de fevereiro de 2024
Sonata de uma saudade
Sonata de uma saudade
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
*
A cinza no cinzeiro cromado,
a névoa que entra n’alma abatida;
antes era tudo e tudo virou nada,
reflexo do espelho da vida.
*
Caminhos perdidos da longa jornada.
*
O escritório agora parece tão vazio,
é quente lá fora, aqui dentro tão frio.
*
Descansada na mesa a pena choraminga
a triste despedida sem um afetuoso adeus.
*
N’alma um lamento cálida desarmonia,
que nascem em forma de uma poesia,
visando os corações de nobres e plebeus,
disfarçando ainda a dor em uma cantiga.
*
Louca e tão triste é a dor de uma verdade,
que maltrata a alma moída em uma saudade.
*
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
Quase nada
Quase nada
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
*
Manhã quente de verão que fustiga e corre,
A tarde vem mansa, brilhante e gritante
Logo, no horizonte, o sol avermelha e morre,
Lentamente em cansada e em triste agonia.
*
Os teus olhos, então, se voltam ao interior
E tu, certamente, lembrarás de uma doce
poesia,
E lembrarás, ainda, de um poeta e do seu
amor,
Lembrarás, também, de um poema no canto
jogado
Talvez na aresta da distância e da reminiscência,
Lembrarás que um dia foste beldade idolatrada
Em versos ornados em doce cadencia.
*
Dos dias que passaram pouco do muito restou,
E esta lembrança te será triste e doída,
Não pelo poeta que dobrou a esquina da vida,
Mas pelo gosto amargo de uma lastimosa
injustiça.
*
A vida de árduo pouco te cobrou, quase nada,
Uma vez que foste diva seleta e agraciada,
Foste, ainda, ornada de versos, com muita
justiça
Por seres bela em visto glamour e atraente,
Mas tudo que era bom mudou tão de repente,
Hoje do muito só um pouco resta, quase nada.
*
Ser pai
Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...
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Aos professores Parabéns! Uma nobre profissão. No topo das profissões indispensáveis â estrutura da formação e preservação do homem como ...
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Estimada e dileta linda lady amiga; és uma pessoa maravilhosa e tens uma essência fina e invulgar, que, com o coração em ternura, só rosas e...
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