Refletindo
poemas de um poeta sem talento
segunda-feira, 16 de março de 2026
Refletindo
Sobre colocar a fé em debate
Sobre colocar a fé erm debate
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Faça o possível para não colocar a sua fé ou, até, religião em debate.
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sexta-feira, 13 de março de 2026
Instabilidade
Instabilidade
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Às vezes eu me encontro em mim,
andando à toa em estradas coloridas
ou flutuando tal vivo colibri,
solto no mundo buscando um jardim.
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Outras vezes, perdido e perto do fim,
cabulo c’as tristezas do fundo d’alma,
absorvido pelo dia esmaecido e sem cor,
sufocado na angustia do “quase vivi”.
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Eu não sei onde se escondem os sonhos,
talvez, em desorientada acometida,
angustiados em foscas névoas disfarçadas
eles pranteiam lamurias em dores.
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E o incerto envolve a minha alma desprotegida,
vencida e dominada pelos dias instáveis,
desvanecida em alguma estrada perdida,
tal pétala jogada aos léu em vago confim.
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quinta-feira, 5 de março de 2026
Versos entristecidos
Versos entristecidos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E de repente nada mais é como antes
e não haverá mais aquele momento
de distração olhando a janela
com a alma solta e o pensamento livre
esvoaçando aos ventos.
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Cada segundo será instante passado,
aproveitado, ou não, com o discernimento
de quem outrora aprendeu um pouco mais,
mas, divago, no desalinho do tempo,
serena em si esquecendo os demais.
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No simbolismo de um poema trepidante
as letras confusas moldam em nuance esmorecido,
a métrica acabrunha em mínguas e desalentos,
a massa cinzenta não forja um diamante,
e não poesia em versos entristecido.
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terça-feira, 3 de março de 2026
Desassossegos
Desassossegos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Existe um quê que pesa n’alma dolorida
e o silêncio invade o ambiente pesado
em vagos delirantes da alma triste e diluída;
o passo é raso, confuso e arrastado.
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Há dias em dores na calada silente emudecida,
o ser se sente sem beira, ao ocaso e afastado,
não canta e vibra uma alma entristecida,
uma vez que se perde no seu próprio fado.
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Não sei se a quimera em sonhos
e coisa de poeta,
às vezes me afasto de mim, esvoaçando aos ventos,
apagado nas dúvidas das minhas incertas.
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Em pesado penar me dói a dor momento
parece que de repente a rua ficou deserta;
então eu rezo buscando em Deus acolhimento.
domingo, 1 de março de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Nunca Sílencie ( Um pedido a todas mulhers)
Refletindo
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Estimada e dileta linda lady amiga; és uma pessoa maravilhosa e tens uma essência fina e invulgar, que, com o coração em ternura, só rosas e...
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Sorria nos piores momentos * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Nos piores momentos da vida sorria; Sorr...
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Em forma de uma lição Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento Eu, como tantos outros, sou um sonhador que faz ditos...





