segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Acróstico: Susana Martins

Susana Martins

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Sinceridade nos meus atos em amizade

Uma vez que, Susana, és amiga de verdade,

Sensível, mas marcante e perseverante,

Admirável por seres forte e guerreira,

Nobre e merecedora de estima e simpatia;

A ti, modestamente, eu dedico esta poesia.

*

Maturidade em viva força experiente,

Atilada em abundante coragem perspicaz,

Resiliente e firme, forte, intensa e inteligente,

Todas as estradas da vida em viva valentia,

Inigualável, és una em fibra elevada e afluente,

Nos momentos diversos e difíceis, és a paz,

Sublime palavra conciliadora em maestria.

*

Versos dedicados em singelo e simples gesto de amizade pelo 71 anos de idade da amiga; Susana Martins!

29/09/2025



 

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Um pequeno ensaio sobre o extremista

Um pequeno ensaio sobre o extremista

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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O extremista, com a sua atitude fanatizada, se afasta da sociedade civilizada e, a maioria das vezes, busca por modo ortodoxo e violento atingir os seus objetivos politicos ou religiosos; sem se importar com as consequências ou as vitimas que ele, estremista, faz.

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O extremista é movido pelo ódio e pelo medo, pois se considera uma pessoa menos capacitada para argumentar.

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Uma pessoa normal entende que as diversas opiniões são salutares e saudáveis a democracia e que existe sempre a necissidade de se promover a paz e a concódia, com o respeito aos direitos que todos os seres humanos tem.

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Todavia o extresmista não enxerga por este lado, pois só tem a vontade de destruir aquele outro ser humano que acreditar ser o seu inimigo.

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A humanidade só será realmente humanidade quando todos os seres humanos respeitaresm os outros seres humanos e tudo o que em volta existe.

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Um conselho para a vida

Um conselho para a vida

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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De vez em quando, na alma dolorida,

surge uma sensação em hiato aflitivo,

desguarnecido o ser hesita e flutua

em pálida odisseia, fugindo da vida,

perdendo-se em si, preso e cativo.

*

A brisa serena que refresca a tez

torna-se quebranto em mágia deprimida,

que envolve e afoga a alma nua,

legitimando a posse em semeadura e cultivo,

pois se propaga em descomedida rigidez.

*

Neste hora é preciso tirar um tempo para si,

esquecer as vicissitudes que a vida traz

em amargos e inconstantes brumas lascivas,

uma vez que o que amarga o mal só nos traz.

*

É preciso buscar um folgo em voo colibri,

esquecendo, por um mento, o que n’alma arde,

buscando olhar o horizente em mar fim de tarde.

*

Coragem, anelo que nos alenta na escuridão,

é a nossa vontade de enfrentar traumas e riscos,

com a serenidade, buscando traquilizar o coração,

para dar o próximo passo sem medo da vida.

*

Picardia é não confiar na força do interior,

temer na hora da dúvida e imprecisão,

achando que o perdido  irreparável sempre vai estar,

e que leite derramado nunca se há de limpar;

não, meu irmão, te digo livre e de coração;

hoje caído e perdido, amanhão em vivo esvoaçar.

*



quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Um poema que busca a concórdia, a serenidade e a paz

Um poema que busca a concórdia, serenidade e a paz

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Em estradas perdidas eu perambulei afastado do caos,

mesmo com a alma nua e os pés descalço,

não promovi a anarquia cimentada nos maus,

solidifiquei ternura e o afastamento do era falso.

*

As escolhas regem que toca n’alma dividida

são o interminável onús da luta c’as incertezas

e, nas decisões, não pode existir quesitos para dúvidas,

pois após tudo vai ser refletido no espelho a nossa natureza.

*

Quisera moldar o mundo que corre em logros e enganos,

mas, solito e perdido, ninguém consegue mudar nada;

quem dera transformar tanta dureza em claro, sereno e diáfano

e assim dividir com todos uma estrela cintilante iluminando toda esta jornada.

*

Se a consciência me impede a promover o falso desatino,

o meu dever usar o meu discernimento e deixar o errado perdido lá atrás

não eu quero mais outras pessoas perdidas na estrada do incerto.

Venha comigo buscar a concordia, a serenidade e a paz.

*



 

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

A primavera, a andorinha e a seleta

A primavera, a andorinha e a seleta

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Ah, a primavera chega com os ipês lindos e floridos,

as folhas esverdeadas cobertas por flores coloridas

e a delicadeza da brisa em meigos refrescantes

amenizam e suavizam as inquietudes e dores da vida.

*

A paisagem encanta com a beleza em meigos das flores,

uma textura envolve singelamente o meio ambiente,

parece que traz consigo a sedução sibilina de novos amores

ou o agrado apurado em carinho de um amor antigo e consciente.

*

A diva seleta adoça a alma da gente com um sorriso gentil,

a andorinha volta faceira para o ninho tranquilo no litoral,

o sol, belo e majestoso, resplandece no céu distenso e anil

e, juntos, parecem louvarem aos obséquios do Arquiteto Universal.

*

Em cada coração nasce uma flor em forma de esperança,

uma vez que é preciso ter a fé e a ternura no interior,

o tempo nublado e tenso deu lugar a uma nova bonança,

agora em vida nova é preciso viver o puro e o amor.

*

E tu seleta aventurada em doce encanto e muita magia

será tal qual uma brava e briosa vituosa tão meiga andorinha

que traz consigo a esperança e a paz para uma ornada e tão simples poesia,

que desabrocha em cima da minha escrivaninha.

*



 

domingo, 21 de setembro de 2025

A imensidão do espaço sideral

                                        A imensidão do espaço sideral
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Por um minuto eu olhei as estrelas,
o celeste radiava em intensa e viva energia,
flash em luz doura, doce e amarela,
que pespertou em mim a vida em inesplicável magia.
*
O meu espirito, flutuando em candidez,
esquadrinhava a imensidão do espaço sideral,
contemplando o oculto em secreta nitidez,
considerando a dúvida como causa natural.
*
Em um minuto percebi o tamanho da pequenez
que habita n’alma de muitas pessoas atoas,
que pensam em vagas e camufladas sodidez,
vilania que da natureza diverge e destoa.
*
E as estrelas pincelaram em cores o meu coração,
traçaram a esperança em meigos sem dores,
revelando que o universo em infinita extensão
é ornado em arte divina em maestria e esplendores.
*
 

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Retorno - Merecimento - Verdade

Retorno - Merecimento - Verdade

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*Poeta Sem Talento

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Muitas vezes o mundo parece ser injusto e o homem, ser híbrido e complexo, pode ser parcial e autoritário, mas sempre existirá a Lei Universal que a todos alcança, sem distinguir a ninguém.

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A Lei do Retorno, a Lei do Merecimento e a Lei da Verdade, por mais que tentem esconder ou subistituir por quimeras ou honras, sempre estará presente e este é o tormento aos homens maus.

*

*Poeta Sem Talento

 

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Segundo Volume da Antologia Perfis de Musas, Poetas e Proseadores Brasileiros do ano de 1956

Vídeo sobre o Segundo Volume da Antologia Perfis de Musas, Poetas e Proseadores Brasileiros organizada pela Poetisa Gaúcha Alzira Freitas Tanques no ano de 1956.
Obrigado aos que assistirem o vídeo!


 

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Informações sobre a antologia

Informações sobre o I Volume da antologia Perfis  de Musas, Poetas e Proseadores Brasileiros da Poetisa Alzira Freitas Tacques - ano de 1956
Livro raro

 

domingo, 14 de setembro de 2025

Eu não vou sucumbir em ajustes e mentiras

Eu não vou sucumbir em ajustes e mentiras

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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A noite escura parece não ter fim,

no pouco que se ouve da rua quase vazia,

o tinir de uma bala que não é festim

memorando, talvez, uma triste desarmonia.

*

Desacordo com estes dias em cinzânia,

que parece não ter espaço para celebrar o amor,

mas seja como for, perdido em brio e jactâcia,

eu sempre terei um verso em esplendor.

*

Eu não vou sucumbir em ajustes e mentiras,

serei o mesmo na intempéria e na estiagem,

ao mundo amor condensado e sem nada de ira,

pois, sem raiva, d’amor um poema em mensagem.

*

Cantarei solito, mas sem pressa de parar,

a música se confundirá o a energia positiva,

lembrando que sempre haverá o tempo d’amar,

pois o amor mantem a humanidade ativa.

*

Que nada pode parecer ou virar secundário,

é primordial lembrar que temos um fado na vida

e fazer de cada momento a página do diário

que estará presente após a nossa partida.

*

O amanhecer chegará anunciando o novo dia,

as quimeras perdidas em garanchos e rasuras

não serão jogadas ao léu, soltas em agonia,

pois, cuidadas serão poemas em outra estrutura.

*

Assim nós, hóspedes temporários da eternidade,

não somos simples rejeitos do cosmo universal,

somos sementes d’amor elaboradas na Santidade

buscando um caminho rumo ao celestial.

*


 

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

A paz invade o ambiente com o sabor de um poema

A paz invade o ambiente com o sabor de um poema

*

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

Perto daqui tem uma fonte cristalina,

Perdida no tempo, jogada ao acaso,

Verte água pura, doce e alvina,

Corre serena em baixa beira e raso.

*

A bicharada vem tranquila e atoa,

Brincam em inocente descaso,

Dos rigores esquecidos, numa boa,

Sem medo da vida ou do ocaso.

*

Inocente mundo dos bichos na natureza,

Cada um cuida de si e nada mais,

Vivem tranquilos em c’as suas destreza,

Não cobiçam e não odeiam, jamais.

*

Há sim, caça e predadores

Em um rodeio seleto e natural,

É preciso ainda cuidar-se dos caçadores

Aqueles que dilapam e fazem o mal.

*

Perto daqui na quietude e na calmaria,

A fauna aproveita o ecossistema,

A flora é diversa e refrigera todo o santo dia

A paz invade o ambiente com o sabor de um poema.

*



 

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Reflita; é primavera

Reflita; é primavera

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Reflita;

A primavera chega c’as  chuvas de setembro,

O verde toma mais corpo e cor,

As flores desabrocham sem dor,

As pétalas esvoaçam encantadas

O perfume da flor de cinamomo, eu lembro,

É doce e suave, que a alma só agrada

E faz de um parvo um trovador.

 

Reflita;

As manhãs chegam em luzes e cores,

Iradiando a energia positiva que adoça a vida,

As madrugadas tiveram vida e também alegria,

Na cidade ou no interior alguém vive o seu amor,

Olhos que tramam entre si apego e guarida,

Promessas divididas em doces e amores

A vida tem mais vida, tem mais poesia.

 

Reflita;

O viralata faceiro corre por todo o quintal,

O gato zombeteiro procura o seu par na vizinhança,

Perto do riacho tem um buzio gritador,

Até a cigarra aparece com o seu visto avental

A alma da natureza, radiante em esplendor,

Se abre animada, luminosa e jovial,

E cada dia se transfaz em nova bonança.

 


 

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

A tua imagem em áurea espiritual e magia

A tua imagem em áurea espitual e magia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Taleno
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Vejo-te em imagem sobrenatural,
porcelana moldada em arcana simpleza,
e, entrelaçando a quimera e o real,
sortilégio do desconhecido oculto,
penetra no âmago em delicada fineza.
 *
O ambiente, antes frio, pueril e restrito,
se enche com a tua energia e indulto,
pois, embora flácida névoa oscilante,
desperta em mim o claro em meigo escrito,
embora poeta parvo, confuso e inculto.
 *
Na tua partida um querubim te recebeu,
e, aqui, perdido em vida na estrada do dia,
os versos murcharam, pois eram eram teus,
e tu, sorrido para a vida, recebia feliz
a cada dia uma nova e apaixonada poesia.
 *
Eu não distinguia o real da irrealidade,
só aproveitava cada motento para ti louvar,
nunca foi fingimento, bens sabes de verdade,
era sólido e constante o meu jeito de ti amar.
hoje tudo mudou, agora é outra a realdade.
 *
Eu no escritório, vencido pelas dores e o dia,
leio um livro, mexo em uma gaveta e desarrumo tudo,
buscando a paz e perdendo para a agoria,
inquieto em dores que picam lá no fundo,
rebuscando saudades, tisnando a nostalgia.
 
Eu espero em transe no íntimo velado
aquele momento fausto que pode mudar o mundo;
a tua imagem em áurea espitual e magia
em encantada ilusão, meiga de amor condensado,
me orientando para uma nova poesia.
 *
 

domingo, 7 de setembro de 2025

A minha descendência

A minha descendência

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

Modesto e despretensioso

Nada trago comigo em avareza,

Respeito a todos, sou amigo caloroso,

A pacificidade é a minha certeza,

Mas a passividade não me é por natureza.

 *

Sou resíduo de idílio em mente emigrante,

Que em sonho devaneio a terra deixou,

Nada mais lhe seria como antes,

Dos Açores  o jovem sonhador se mandou,

Buscando guarida em terras verdejantes.

 *

Trago ainda um lastro de sangue africano,

E a índole festiva de homem um trabalhador,

Que, em tempos descomedidos, enfrentou desenganos,

Regando a terra com o seu farto suor,

Sem apequenar-se diante de qualquer sicrano.

Beira em mim resquício de um aragano,

Que chegou pela fronteira com uma lança na mão,

Era grosso, mas bueno, com chapéu chicano,

C’as mãos grossas e um jeito de irmão,

A terra amou e se firmou em comunhão.

*

Uma índia saída da taba lhe era companheira,

Trabalhadora como muita esperança no futuro,

Lavrava feliz e da terra ela conhecia toda beira,

Tinha consigo um belo coração puro,

Apaziguou o seu homem por ser frágil e guerreira.

 *

Eu sou amostra de um povo vencedor

Da Avó Maria Fausta a descendência dos açorianos,

Do Avô Marcelino, eu tenho o nobre sangue africano,

O Avô Luís era um guerreiro com a lança na mão e lutador

E a Avó Vicentina era uma índia da taba de muito valor.

*



sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Nas profundezas da alma perdida

Nas profundezas da alma perdida

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Nas profundezas da alma perdida,

Quando o nada vira tudo em desarmonia,

O desespero se agiganta em alforria,

E, desperto, acelera em triste corrida.

 *

O âmago extenua em lança incontida,

Impetuosa e ardente uma dor assedia,

Desbarata sem dó que agride e abrevia

A esperança de uma futura via florida.

 *

Apartado d’amor e egresso do Sétimo Céu,

Mesmo aquela fagulha parece ter fim,

Sonata inacabada ainda presa no papel.

 *

As rosas já não existe, nem um triste carmim,

A pena cansada descança perdida ao léu,

A noite chega indiferente, nem liga pra mim.

*



Eu sou contra o bolsonarismo

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