Um
poema que busca a concórdia, serenidade e a paz
*
Autor:
Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Em
estradas perdidas eu perambulei afastado do caos,
mesmo
com a alma nua e os pés descalço,
não
promovi a anarquia cimentada nos maus,
solidifiquei
ternura e o afastamento do era falso.
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As
escolhas regem que toca n’alma dividida
são o interminável onús da luta c’as incertezas
e,
nas decisões, não pode existir quesitos para dúvidas,
pois
após tudo vai ser refletido no espelho a nossa natureza.
*
Quisera
moldar o mundo que corre em logros e enganos,
mas,
solito e perdido, ninguém consegue mudar nada;
quem
dera transformar tanta dureza em claro, sereno e diáfano
e
assim dividir com todos uma estrela cintilante iluminando toda esta jornada.
*
Se
a consciência me impede a promover o falso desatino,
o meu
dever usar o meu discernimento e deixar o errado perdido lá atrás
não eu quero mais outras pessoas perdidas na estrada do incerto.
Venha
comigo buscar a concordia, a serenidade e a paz.
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