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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Pesa hoje o silêncio dos que calaram e partiram,
os homens bons que partiram simplesmente calaram,
me alucina cada pedra que fica no meio do caminho,
erram os que pensam que todos os homens são bons,
posto que de herança maldita fica esta corja
que grita desafiadora querendo o caos.
Pesa hoje o silêncio dos que calaram e partiram,
os homens bons que partiram simplesmente calaram,
me alucina cada pedra que fica no meio do caminho,
erram os que pensam que todos os homens são bons,
posto que de herança maldita fica esta corja
que grita desafiadora querendo o caos.
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Partiram os homens que calaram,
por terem calados não eram tão bons assim.
Partiram os homens que calaram,
por terem calados não eram tão bons assim.
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Os maus se fazem sempre presentes.
Os maus se fazem sempre presentes.
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Ah, estes homens maus que nunca se ausentam.
Ah, estes homens maus que nunca se ausentam.
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Porque calaram os que partiram?
Porque calaram os que partiram?
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Porque ser herdeiros desta dor nos ouvidos?
Porque ser herdeiros desta dor nos ouvidos?
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E a corja?
E a corja?
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Ah, esta ficará ai, gritando e desafiando.
Ah, esta ficará ai, gritando e desafiando.
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E nós seguiremos nesta eterna disputa.
E nós seguiremos nesta eterna disputa.
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Calarão os homens maus, ou será o nosso fim?
Calarão os homens maus, ou será o nosso fim?
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