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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Quando, à noite, o véu tudo sombreia
e os vivos amortecidos em infame senda,
abrigam-se exclusos do mundo na vivenda
procurando, quem sabe, amor ou anistia.
*
Quando, se finda o dia, que tudo delineia,
é o ocaso, não há volta ou mal que ofenda,
é o fim, sem cura, remédio, ou oferenda,
talvez sem queixa, lágrimas e nem poesia.
*
Neste hora o tempo já a sua oportunidade,
não há mais de se lamentar o tudo ou o vago,
Psiquê, diva linda e triste, havia dado felicidade.
*
O retrato da vida é como o espelho notívago,
soturno e silente n'alma de quem viveu em maldade;
todavia se justo, haverá no paraíso amor e afago.
Quando, à noite, o véu tudo sombreia
e os vivos amortecidos em infame senda,
abrigam-se exclusos do mundo na vivenda
procurando, quem sabe, amor ou anistia.
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Quando, se finda o dia, que tudo delineia,
é o ocaso, não há volta ou mal que ofenda,
é o fim, sem cura, remédio, ou oferenda,
talvez sem queixa, lágrimas e nem poesia.
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Neste hora o tempo já a sua oportunidade,
não há mais de se lamentar o tudo ou o vago,
Psiquê, diva linda e triste, havia dado felicidade.
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O retrato da vida é como o espelho notívago,
soturno e silente n'alma de quem viveu em maldade;
todavia se justo, haverá no paraíso amor e afago.
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20/03/2019

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