Um ode contra o preconceito
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tão triste olhas o garoto no caixão
e lembras de sonhos mil
pivete saudável, alegre e faceiro,
de paz com a vida,
sem pensamentos vil.
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Acalentava, o bom moço,
ser violeta na vida
talvez a mais bela que existiu.
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Arco-íris em festa no céu
pra lá partiu o moço, sem anel.
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Tanta miséria na vida, preconceito vil,
há quem não lembre que o céu é anil
mas as flores da terra coloridas,
e juntos trazem mais beleza a vida.
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Tão bom moço, alegre e gentil,
vitima de um algoz imbecil
que não deu valor a vida.
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Partiu,
dolente e sem vida.
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Que pena, ainda existe preconceito no Brasil,
as vezes, num punho forte e febril,
outras vezes num gesto tão sutil.
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