sexta-feira, 8 de julho de 2016

Poesia

Poesia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
*
Minha alma some, breve açucena,
fecho os olhos, no instante que parti
quedo os dedos, reflito, esqueço a pena,
papel descansando, devaneio, penso em ti.
*
O vento leva o ser amiúde, voo do bem-te-vi,
a alma carrega a utopia tênue e amena,
o poeta faz da musa uma flor estrela em si,
a minha alma acende a chama da diva serena.
*
Terei os pés firme no chão eternamente,
vago passo lerdo e árduo, em harmonia
com o meu âmago afeito em nostalgia.
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Minha alma compassa toque delicado ausente,
meu ser, mesmo devoluto, é firme e presente,
pego a pena, gravo a ti um idílio, é poesia.
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08/07/2016


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