sábado, 31 de maio de 2025
Divagação
quarta-feira, 28 de maio de 2025
Perto da mata
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Tu tens um quê diferente que em outras não se vê
Tu tens um quê diferente que em outras não se
vê
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta
Sem Talento
*
Os dias te seguem aventurados e radiantes,
Divinamente ornados em ditames celestial,
Uma vez que, em belo visto em meigo glamour,
Tens um tom diferente por seres tal como uma
flor,
Ou quiçá, entre todas a diva que mais encante.
*
Tu tens um quê diferente que em outras não vê,
Um encanto em magia estonteante e sedutor,
Mas na tua integridade se faz imponente.
*
Preservada em essência una, tranquila e
inabalável,
Convicta, decidida, tenaz e autoconfiante,
Uma mulher que transmite fascínio e atração.
*
Tu sabes que tens o domínio do mundo em volta,
E és esplêndida sem perder a compostura,
Mulher de encantos mil, diferente e
discernida,
Aquela o poeta retrata em um poema ou uma
canção.
*
Em luzes, flores e algum poema d’amor e
ternura,
Tu flutuas no etéreo da mitologia poética,
Composta em meiga essência em prisma reproduzida,
Desvelada em essência delicada no coração,
Um poema aventurando aos céus da vida,
Em um mister d’amor, apreço e candura.
*
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Um dia hás de lembrar dos meus escritos
Um dia hás de lembrar dos meus escritos
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
*Poeta Sem Talento
*
Hás de um dia lembrar dos meus escritos,
Palavras sonoras no teu coração,
Palavras que marcaram um amor em meiga paixão,
Toscas as palavras, mas delicadas e benditas.
*
Sim, o tempo marca toda a vivênca que tivemos,
E um dia olhamos para o passado e lembramos
Todo o sentir em em alguma aresta nós deixamos
Cobertos ou dissimulados, nunca esquecidos.
*
Não pense que a brisa passa leve e atoa,
A brisa deixa o perfume suave do verde e das
flores,
Divagamos, às vezes, como a brisa em aéreos
amores,
Que de alguma formou a nossa pessoa.
*
Assim como a brisa nos faz pensar dos outroras
vividos
Trazendo o gostinho suave de uma bela
recordação,
A nossa lembrança tem a chave do nosso
coração,
E o pensamento não deixa amores esquecidos.
*
Sim, um dia hás de lembrar dos meus escritos.
*
sábado, 17 de maio de 2025
A voz do coração
A voz do
coração
Autor: Luiz
Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem
Talento
Para ler a
vida com discernimento e segurança
é preciso
olhar para trás em busca dos erros cometidos,
mas sem
perder em si a autoconfiança.
A vida é
dura e complexa e em saudades fluida,
rio torrente
que segue e busca de novos horizontes,
procura o
amor mesmo em distância fria e dolorida,
acobertado
nas nuvens e atrás do cume d’um monte.
Picardo é
pensar que a paixão substituí o amor,
devaneios
que as vezes dá no coração,
mas a vida
não é movida em refrescante brida;
viva a vida
conforme a voz do seu coração.
É preciso
saber que as flores na estradas colhidas
perfumam o
andarengo nesta difícil caminhada.
e ninguém
entra por acaso na nossa vida,
estamos
todos juntos ao longa desta jornada.
.
Pregar a paz
com palavras em comedimento,
ao irmão
quando for preciso estenda a sua mão,
no dia a dia
seja verdadeiro a todo o momento
e nunca
esqueça de ouvir a voz do coração.
sexta-feira, 16 de maio de 2025
As duas faces da moeda que só o tempo imprime
Soneto
As duas
faces da moeda que o tempo imprime
Autor: Luiz
Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Hás de
saber, prenda que eu guardo no coração,
Que a
saudade é sentimento em doce melancolia,
Às vezes
tange forte, flecha com afinado arpão,
Ponteaguda,
flagela em densa dor e terrível agonia.
.
Perdido no
âmago em tristeza e tão forte aflição,
Esquecemos
da realidade e abortamos a fantasia,
Parece que a
vida perdeu o que chamos “paixão”
Pois, cabisbaixo,
desaparecemos sem a poesia.
.
Mas, seleta
em mil, com o coração em ternura,
A saudade é
também um sentimento sublime,
Ela mostra o
amor que nem o tempo mesura.
.
Aquele mais
belo sentir que nada afasta ou suprime,
Denaneios
n’alma solita, mas ainda em meiga candura.
Duas faces
da moeda que só o tempo imprime.
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Não seria
Não seria
*
Autor: Luiz
Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Não seria um
cântico em aflição,
Padecimento em dor ou em agonia,
Deveria ter
mais do que isto, ser poesia,
Esvoaçar aos
céus em doce paixão.
*
O desalento
esmorece o coração,
Esfria a alma,
escurece o dia,
Anula e
depois extingue a fantasia,
É preciso
ter no ode alguma ilusão.
*
É preciso
atear uma chama d’amor,
Ascender no
coração a doce ternura,
Esquecer do
mundo, esquecer da dor.
*
Olhar nos
olhos com afeto e candura,
Buscar nos
braço um abraço condutor,
Que eleve
aos céus em meiga aventura.
*
quarta-feira, 14 de maio de 2025
Uma fábrica de ritos
Uma fábrica de ritos
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Em versos confusos e sem nexos,
Bitolado em liame que a nada levaram,
Reversos da liga entre o amor e a liberdade,
Eu procurei abrigo na busca da paz e da sentatez,
Incendiado em chamas, da vida desconexo,
Sem abrigo e dentro de mim eterno cativo,
Refrescado pelo amargor da própria tez.
*
E seria simplesmente um vulto em dor,
Errante na busca do norte em novo horizonte,
Mas abatido pelo complexo da vida dissoluta
Em mim eu perdia a ilusão e sumia na estrada,
Abatido pelas dores mundana da triste disputa,
Em oásis temporário em plena estiagem,
Que iludia de vez em quando atrás daquele monte.
*
E a vida foi passando em trejeito soturno e involuntário,
Rindo do tosco emaranhado em muitos “talvez”.
Esgotado e fatigado sem força com pena no papel,
Procurando um fio em meada de uma ilusão ou uma quimera,
Em fábrica de rito de rude escritos em manuscritos,
Um por um, gravados em amor de forma sincera.
*
Divaguei tanto nestas estradas diversas e poluidas,
Entristecia a cada mortalha que a vida apresenta,
Porque viver não é fácil em certame misturado
Mas a vida é para ser vivida em lidas e batutas,
Sem medo medo da sorte que muito nos atenta,
As vezes fecundas e outras vezes indecorosas.
E em verso que eu escrevi ficou um pouco de mim,
E elesa agora flutuam hoje em estradas com rosas.
*
Venci desafios, agora estou perto do fim.
*
sexta-feira, 9 de maio de 2025
A poesia é filha abençoada da utopia
A poesia é filha abençoada da utopia
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta
Sem Talento
*
Verdadeiramente
a poesia é a filha abençoada da utopia,
e da fantasia também,
e, inimaginavelmente,
esvoaça em direção ao etéreo sibilino,
de tal maneira incompreesível,
que parece bricar de assentir
o inatingível.
*
Verdadeiramente
o tempo é a ilusão da vida,
uma vez que o dia precisa dos cincos sentidos,
para que a existência seja consentida,
mas, também, é preciso ter do amor o
entendimento,
pois sem amor, sem discernimento,
é vida vazia, vida que mente.
*
Verdadeiramente
a sequência dos dias é supra delimitado
por energia extra sensorial,
que, inexplicavelmente,
domina e doutrina
os fusos e difusos do cosmo sideral.
*
Verdadeimente
o homem não consegue se explicar
pois, imagem definida pelo Criador,
perdeu a essência da humildade no coração,
e, extraviado com a alma dolente,
perambula no mundo sem amor.
*
Verdadeiramente
a poesia é filha abençoada da utopia,
e da fantasia tambén.
*
terça-feira, 6 de maio de 2025
Quadrinha
Quadrinha
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Soneto da solidão
Soneto da solidão
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta
Sem Talento
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Fecharei a porta da casa, não do coração,
esquecerei o movimento frenético da rua,
aqui o tempo para, lá fora a vida continua,
do agito da rua eu me escondo em solidão.
*
Nos versos que eu escrevo, vindo do coração,
a tua imagem respinga e isto me atenua,
n'alma cabe um anjo quando de amor flutua,
a vida é certame em alarido ou solidão.
*
No vai e vem da alma em suavidade e dor
concentro a mente no sentido que eu procuro,
no poema que descansa na mesa o meu ardor.
*
Não te preocupes, estou forte e ainda seguro,
em mim voejam saudades do teu visto glamour,
na rua a vida continua, aqui eu me sinto
seguro.
*
quinta-feira, 1 de maio de 2025
Soneto da vida
Soneto da vida
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
De ponta a ponta, de dor em dor,
seguiremos a vida buscando o amanhã,
n'alma levamos a esperança e a fé,
nos olhos o brilho de um sonhador.
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De ponta a ponta, em sonhos d'amor,
um passo depois o outro, sempre à pé,
contra tudo, contra todos e contra a maré,
de passo em passo, sem delimitador.
*
Um dia chegaremos ao fim da jornada,
sem o medo de ter perdido o compasso,
posto que a vida foi doce, mas limitada.
*
Não teremos medo do vazio do espaço,
a vida foi em amores diluida e condensada,
de ponta a ponta, de passo a passo.
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