quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Doce Deidade da Utopia Certa

Doce Deidade da Utopia Certa

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Tu, doce deidade da utopia certa,

és aquela que dá o alento para sonhar

uma meiga quimera, suave e aberta,

que ao infinito teimas em esvoaçar.

*

Respeitável! Tens a pureza que liberta

na plenitude suave de um doce anelar,

e não perdes a virtude, embora descoberta,

posto que, em glamour, o teu fado é adoçar.

*

E, sorrindo radiante, neste mundo profano,

não há quem te dê prazo, julgo ou limite,

pois és flor d'amor e não farpa de engano.

*

Um flash d’amor, energia que transmite

o que há de belo no sentir, amar e sonhar,

afirma o teu ser distinta, em sublime elite.

*



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