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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Quando o homem adveio a ter consciência de si
desceu de uma árvore e olhou ao horizonte,
a maravilha da natureza estava ali,
era a vida que em sua volta expandia.
*
Os seres nasciam, cresciam, reproduziam e morriam.
*
O prado em verde tomava toda a planura,
o rio vinha da vertente lá do alto da montanha
o ervaçal alimento da vida selvagem e pura
suavizava o frescor da tarde em justa manha,
tal dengo de Deus que perfuma e adoça a natureza.
*
Ali, petrificado, o homem aprendia;
"a água é fresca, todavia não é viva
e não há vida sem o seu doce frescor".
*
Absorto no que aprendia
o homem fez a sua primeira poesia.
*
É Deus, é Deus d"Amor.
*
Admirado,
contemplou o fausto sol amarelo, feliz e ditoso
que lentamente jogava raios d'ouro.
*
E anoitecia,
porém n'alma sua alvorecia.
*
Sobreveio a noite trazendo a Lua,
e o que não era mais um simples primata
sossegou com o cheiro da mata,
sem medo; pois já se defendia.
*
O seu Deus se agigantava na sua consciência
enquanto ele armava a sua ciência.
*
É parco dizer que contou as estrelas,
descobriu os planetas,
asteroides, meteoros e outros cometas;
sendo que cada um destes deu um nome,
isto porque ele era o homem.
*
Hoje o homem olha o universo entusiasmado
é certo que o homem diz;
"Esperem, logo estarei ai."
*
Quando o homem adveio a ter consciência de si
desceu de uma árvore e olhou ao horizonte,
a maravilha da natureza estava ali,
era a vida que em sua volta expandia.
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Os seres nasciam, cresciam, reproduziam e morriam.
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O prado em verde tomava toda a planura,
o rio vinha da vertente lá do alto da montanha
o ervaçal alimento da vida selvagem e pura
suavizava o frescor da tarde em justa manha,
tal dengo de Deus que perfuma e adoça a natureza.
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Ali, petrificado, o homem aprendia;
"a água é fresca, todavia não é viva
e não há vida sem o seu doce frescor".
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Absorto no que aprendia
o homem fez a sua primeira poesia.
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É Deus, é Deus d"Amor.
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Admirado,
contemplou o fausto sol amarelo, feliz e ditoso
que lentamente jogava raios d'ouro.
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E anoitecia,
porém n'alma sua alvorecia.
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Sobreveio a noite trazendo a Lua,
e o que não era mais um simples primata
sossegou com o cheiro da mata,
sem medo; pois já se defendia.
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O seu Deus se agigantava na sua consciência
enquanto ele armava a sua ciência.
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É parco dizer que contou as estrelas,
descobriu os planetas,
asteroides, meteoros e outros cometas;
sendo que cada um destes deu um nome,
isto porque ele era o homem.
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Hoje o homem olha o universo entusiasmado
é certo que o homem diz;
"Esperem, logo estarei ai."
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