Digo e Não Engano
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
E se quiseres que eu diga,
direi sim,
em rima e verso arcaico
do início até o fim.
-
Serei rude poeta parnasiano,
em vulgar cantar prosaico,
e em triste e grave cantiga
cantarei o vago e o pesar
deste poema letal e laico,
que pressiona e pincela no peito
a dor em negro mosaico.
-
Miscelânea vil que mistura
o amor, a amizade e o engano;
a burla, o descuido e a ternura.
-
Se quiseres que diga, eu digo;
e digo, embora em dano;
"és fruto da minha atenção,
moras no meu coração,"
digo e não engano.
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Do início até o final
Do início até o final * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * As estradas são diversas, extensas e incessan...
-
Estimada e dileta linda lady amiga; és uma pessoa maravilhosa e tens uma essência fina e invulgar, que, com o coração em ternura, só rosas e...
-
Sorria nos piores momentos * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Nos piores momentos da vida sorria; Sorr...
-
Um amigo * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Um amigo nem o tempo ou a distância separa E quem tem um a...


Nenhum comentário:
Postar um comentário