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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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És um anjo que em sonho me apareceu,
e eu, confuso, perdi-me em devaneios,
fluindo meus desejos em medos e enleios,
perplexo para a vida, pois, surpreendido,
compreendi que já não mais era "eu".
*
Dilema que desorienta e abala o poeta,
marcando o traço em linha confusa
que no amarelo grita forte; és seleta.
*
Pecaminoso amor ladino, leigo e pagão,
que inflama no peito a luz viva e herege
remodela e marca o denso d'alma e coração;
perfume em flor de amor que não se elege,
mas chega de seco irônico e zombeteiro.
*
És tu, sim. És tu, sim; quem marcou, dileta,
e agora no amaro acorde da alma picante,
em versos traçado e poemas marcados,
o poeta confuso sabe; nada será como antes.
*
És um anjo que em sonho me apareceu,
tomou conta d'alma minha e, poeta em desvario,
peregrino na tua direção em doce calvário.
És um anjo que em sonho me apareceu,
e eu, confuso, perdi-me em devaneios,
fluindo meus desejos em medos e enleios,
perplexo para a vida, pois, surpreendido,
compreendi que já não mais era "eu".
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Dilema que desorienta e abala o poeta,
marcando o traço em linha confusa
que no amarelo grita forte; és seleta.
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Pecaminoso amor ladino, leigo e pagão,
que inflama no peito a luz viva e herege
remodela e marca o denso d'alma e coração;
perfume em flor de amor que não se elege,
mas chega de seco irônico e zombeteiro.
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És tu, sim. És tu, sim; quem marcou, dileta,
e agora no amaro acorde da alma picante,
em versos traçado e poemas marcados,
o poeta confuso sabe; nada será como antes.
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És um anjo que em sonho me apareceu,
tomou conta d'alma minha e, poeta em desvario,
peregrino na tua direção em doce calvário.
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14/04/2019

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