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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Olhar tênue em suave e doce pureza,
no ar a nitidez d'alma, perfume e candura,
eras o vértice do encontro com a mais pura,
coração, cordialidade, cortesia e pureza.
*
Foste tu, Serena Flor, doce por natureza,
quem dulcificou os meus versos em singela doçura,
agora o sol flaina n'alma em bel ternura,
o poeta ri e rima, agora, versos em tal leveza.
*
Amada musa dos versos que canto agora,
meu coração suavizou, canta e não chora,
posto que um sorriso seu é a minha alegria.
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Bom seria o mundo transbordando em poesia,
em versos e reversos, avessos de males e dores
contando meus cantos em forma d'amores.
Olhar tênue em suave e doce pureza,
no ar a nitidez d'alma, perfume e candura,
eras o vértice do encontro com a mais pura,
coração, cordialidade, cortesia e pureza.
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Foste tu, Serena Flor, doce por natureza,
quem dulcificou os meus versos em singela doçura,
agora o sol flaina n'alma em bel ternura,
o poeta ri e rima, agora, versos em tal leveza.
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Amada musa dos versos que canto agora,
meu coração suavizou, canta e não chora,
posto que um sorriso seu é a minha alegria.
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Bom seria o mundo transbordando em poesia,
em versos e reversos, avessos de males e dores
contando meus cantos em forma d'amores.
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