quarta-feira, 2 de julho de 2025

Um poema d'amor

Um poema d’amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Suave e delicados,
os teus olhos transmitem a ternura
de uma sibila em meigos e alados,
pois és tão pura,
e eu, com o âmago caliente e salaz,
vivo a contemplar, ansioso e voraz,
sem paz.
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Perdoe, eu não um santo inocente,
sou fadado ao erro e ao deslize,
e guardo comigo uma alma reprimida
solta aos ares, tal perdizes,
buscando as delicias do campo esverdeado,
ou, talvez, um desajeitado colibri,
que, sem pudor, só espera por ti.
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O meu coração te deseja em tal aspereza,
que cola no espírito em agonia e dor,
pois, parvo, perdido em rios e correntezas.
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Só me salva a incerteza deste meu amor.
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Então eu sonho desvarios e fantasias,
absorto em mim em uma lágrima sentida,
chorando uma grande dor
quando coloco no bloco um poema d’amor.
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terça-feira, 1 de julho de 2025

Inocência

Inocência

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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De repente uma tristeza no coração,

O sereno na noite mal iluminada

Umedecendo a jaqueta e o violão,

Noite à dentro em tão longa jornada.

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Eram inocentes aqueles felizes anos,

Hoje tisna a tristeza ou uma bala perdida,

A lua testemunha todos estes enganos,

Mudou a estrada, mudou até a nossa vida.

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Esta dor que o coração parte

Esta dor que o coração parte

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Ah, dias que passo na incerteza,

frio da noite de inverno me alucina,

se não tenho o domínio da natureza,

guardo em mim a dor de uma triste sina.

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Amar-te como se ama a fatalidade

de um destino desviado em oscilação,

presente n’alma, isto é uma verdade

longínquo do ser, moendo o coração.

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E tu, distante e apreciada predileta,

nem sabes a dor de cada frase rimada,

pois se o teu glamour seduz este poeta

a distância transforma tudo em quase nada.

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E no bloco as letras são  por amar-te

e Deus sabe que o que sinto,

palavras sinceras e não te minto

esta dor que o coração agora me parte.

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segunda-feira, 30 de junho de 2025

Confie em Deus e tenha consigo esperança e fá

Confie em Deus e tenha consigo esperança e fé

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Não espere palavras bonitas dos angustiados,

eles estão tensos, carentes, sem paz e nem harmonia,

divago em estradas perdidas e desamparados,

sem o incentivo do raiar de um novo dia.

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Tristes e desolados, caminham dolentes e desolados,

parecem um aglomerado desequilibrados em agonia,

pois nas estradas da vida deixaram de lado

o toque d’amor que deixa a vida em harmonia

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Olhe para frente e tenha a confiança no amanhã,

faça uma pausa e respire quando precisar descansar,

não tenha medo da estrada e nem da vida.

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É preciso saber que as estradas são de idas e vindas,

muito mais do que se perde podemos um dia ganhar,

confie em Deus e tenha consigo esperança e fé.

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sexta-feira, 27 de junho de 2025

O mosaico que o Tempo moldou

O mosaico que o Tempo moldou
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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No silêncio e na solidão
em quietude de uns intantes em paz,
eu busca a sintonia de uma canção
moldando na serenidade d’alma
um quadro da utopia que me apraz.
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Eu não busco a glória de um momento em fama,
tão pouco temo a pancada do censor,
sou energia positiva que sabe amar
e de tanto amar eu perfumo o mundo com uma flor.
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E os poemas dispersos flutuam aos ares, sem medo,
eu não guardo comigo um oculto Santo Graal,
em versos sibilinos meus ditos e segredo,
são revelados, ou não, como se fossem natural.
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Em idas e vidas
nas estradas que o Destino me colocou
eu consegui distinguir cada beira perigosa,
e, associado com cada momento casual,
eu senti o perfume das meigas e das flores.
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Nas estradas sortidas encontrei hortências e rosas,
descasos, pancadas, censores, sorrisos e amores,
deprimi a alma com juizos e banalidades
mas cheguei seguro a terceira idade
escreverndo versos e distribuindo flores
pois o Tempo o meu mosaico em amor moldou.
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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Imagem

Imagem

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Vi-te vestida de flores e névoas, serena,

Na luz que ingressava no recinto fechado,

Naquele momento doia n’alma em pena

O amargo do distaciar em vias e fados.

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E tu és a mais bela flor, atraente açucena,

Linda, elegante, com um perfume adoçado,

Encantadora, aprazível, suave e amena,

Diva seleta, inspiradora d’um poema rimado.

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Não mais do repentinamente, a luz emergiu,

Oculta que estava no senso sarraceno

Do poeta que te fez una e presente, entre mil.

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Divago no bloco amarelo, tranquilo e sereno,

Tenho n’alma e na pena, argumento não vil,

Só palavras d’amor sem mácula e nem veneno.

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Não esqueça

Nunca esqueça;
tu és bela, elegante, formosa e esplêndida no teu jeito natural de ser,
e, ainda, trazes consigo a experiência dos anos que a vida te deu,
una no ser um doce fruto da natureza na forma de ser humano,
igual a ti não há.
*Poeta Sem Talento!


 

Ser pai

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