quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Lição de vida

Lição de vida

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Imparcialmente eu usei o direito da escolha,

Tudo na vida é questão de escolher,

Procurei seguir a trilha do mais justo,

Detestaria ser obrigado ao meu rosto esconder.

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Não sei se justo fui com todas as pessoas,

Sei que tentei ser coerente comigo e com o mundo.

Não nego, em muitas estradas andei a toa,

Eram estradas perdidas em vales profundos.

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Descarreguei malas para ficar mais leve,

Ergui os ombros tentando o horizonte avistar,

A estrela que na noite fria no céu aparecia

Era a inspiração para um novo versar.

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Conselho não doou, não seguia conselho qualquer,

Mescla das experiências que tive em belo sabor,

Temperei com os amargos que a vida me deu

Lição de vida; seja você, pois assim terás valor.

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Para não perder o seu pão

 

Para não perder o seu pão
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Depois da realidade fenecida,
Os gigantes tornaram-se maiores
E, piores,
Tomaram conta da nossa vida.
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Para não perder o seu pão,
Pilatos escuta atentamente
O que os homens dizem na televisão,
A verdade escondida,
A verdade, na verdade, faz mal pra gente,
E Pilatos, para não perder o seu pão,
Aceita a mentira dita na televisão.
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A mansidão é coisa do passado,
Cada um dos homens escolheu o seu lado,
E, para não perder o seu pão,
Pilatos até tentou ficar de lado.
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Mas de lado ninguém consegue ficar,
Uma vez que é necessário divergir
Neste mundo polarizado
E, Pilatos, para não perder o seu pão,
Foi obrigado a definir o seu lado.
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Em tempos de mundo polarizados,
Pilatos achou melhor escolher o vencedor,
Aquele apontado como vil e ditador,
Isto fez Pilatos, para não perder o seu pão.
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Mas não é possível simples escolher um lado,
Para não perder o seu pão,
Era necessário só pouco divergir,
E, para não perder o seu pão,
Pilatos entrou no jogo,
Pensando que precisaria mentir.
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Fez isto Pilatos, para não perder o seu pão.
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A deriva um barco em oceano perdido,
Ao sabor das ondas e torrentes,
Singra os mares revoltos e desconhecidos,
Assim caminha a humanidade
Neste cotidiano polarizado.
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Pilatos, para perder o seu pão,
Pensa que a barca é a salvação.
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

A tua ausência

 A tua ausência

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Chegastes em noite de névoa escura,

Trouxeste a paz em brilho de luz intensa,

 Foste no coração uma rosa em doce ternura,

Partiste no arrebol, que dor imensa.

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Dizem que o amor tudo alivia ou cura,

Todavia no mundo há aquele que não pensa,

Amor, por ser amor, se vive em candura,

“Mas o Destino a justiça sempre dispensa.”

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Feita d’amor, um anjo em meiga quimera,

A tua luz ilumina ainda este que te ama,

Em versos um doce hino marca pungente.

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A esperança fugida que o dia ainda onera

É parte da vida minha, e isto é um drama,

Pois eu sempre lembrarei do teu amor inocente.

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Siga em frente, não pense em desistir

          Siga em frente, não pense em desistir

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Os dias que passam em choro apertado

São para considerar e para refletir,

Cada pessoa tem na estrada o seu bocado,

Siga em frente, não pense em desistir.

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Caramelo em doce é gostoso se dulcificado,

Mas a vida não é assim é preciso admitir,

É preciso seguir, mesmo triste e amargurado,

Siga em frente, não pense em desistir.

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No céu cada estrela tem um anjo protetor,

Do etéreo vem uma energia forte e positiva,

Abrace a vida e mostre o seu porte e valor.

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O anjo traz uma flor que alegra e motiva,

Brota no coração a fé, a esperança e o amor,

Salve, a vida é vida se a vida for viva.

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01/12/2023



terça-feira, 28 de novembro de 2023

O poeta, o escritório e a diva em um poema

     O poeta, o escritório e a diva em um poema

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Eis que divago em noite solitário novamente,

No escritório aquele perfume dos livros em saudade,

Na impressora um poema aguarda ser impresso,

A lua penetra em imagem solenemente,

Os resíduos na cesta mostram a minha dor e verdade,

O desanimo abate, rigoroso e prepotente; confesso.

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A ti, imagem diva perdida no tempo e espaço,

A lembrança de uma música que toa na mente,

Mostra que nada somos, nem um pingo no universo.

Cativa, a minha mente em uma linha sem compasso

Tenta libertar-se tal borboleta em voou fulgente,

Buscar, quem sabe, a libertação em um tosco verso.

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Parco e rude, poeta de toscos versos simplórios,

Procuro o singular de um poema herético e profano,

Procuro a tua imagem em encanto ilusório na mente,

Procuro-te diva distante, mas sempre em mim presente.

Procuro, e ti encontro no verso que flui lúcido e diáfano.

Termino o poema e aliviado deixo o escritório.

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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Véspera de Natal (versos livres)

                    Véspera de Natal

(versos livres)

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Idosos com lágrimas nos olhos,

Os homens reunidos falando sobre futebol,

As mulheres enfeitadas relembram dias passados,

Adolescentes anotam as suas impressões nas redes sociais,

As crianças encantadas miram as luzes de uma árvore colorida,

Na rua alguém caminha apressado, procurando em casa chegar,

Com todas as dores do mundo a alma ainda guarda um resíduo de esperança

É Véspera de Natal e sempre haverá uma estrela em cada coração 


 

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Um canto a diva da alma minha na eternidade

    Um canto a diva da alma minha na eternidade
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Permita-me os Céus que eu flua,
E esvoaçando aos ares em desatinos,
Perambule em estro d’alma nua,
Conforme o meu lume poeta e Destino.
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É certo que os meus versos são chocantes,
Uma vez que assumi forte o meu fadário,
E, poeta de toscos versos, ou brutos diamantes,
Faço ainda marcos solene ou rezas em rosários.
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Canto à diva da alma minha na eternidade,
E nos versos eu não deixo de lado a candura,
Extratos d’alma que ama um amor de verdade,
Amor fruto da essência plena em mel e doçura.
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Queira os Céus que os brutos se afastem,
E que a censura e o mal olhado fiquem distantes,
E que, taciturnos, escutem dos anjos um amém,
E aprendam que o amor é faustoso diamante.
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A loucura humana é fonte de dor e cegueira,
Desta loucura eu desejo um aparto real,
Mesuro a minha alma em alegria; pura e faceira.
Eu busco o amor e quero a paz cotidiana e usual.
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Não quero guerra, mas não fujo sem ver do quê,
Importa-me que tu leias e entendas a minha dor,
És o fruto dos meus poemas, dilemas e porquês,
Poeta com rastro de vida, ainda verso o amor.
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A ti, diva d’alma minha na eternidade,
Eu versarei os meus poemas seletos d’amor,
E terei em cada linha um dito em verdade
E no etéreo do poema o teu visto em glamour.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...