domingo, 27 de julho de 2025

Mil versos em meigos garridos

Mil versos em meigos garridos

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Que a energia do etéreo em mim influa

e não pese essa dor que inflama a conciência,

quero bailar casto em estro alma nua,

buscando c’as lestras a tua indulgência.

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Poeta parvo em mim o que é doce flutua,

carícia em amor que te tenho em anuências,

pois com o Amor o Destino compactua,

te quero amor verdade e sem reticências.

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Maravilhosa é a porta que leva aos sonhos,

estende n’alma um longo jardim colorido,

acalenta, faz sorrir e tira o que é vil e tristonho.

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Tenho no jeito viril pulso firme e decido,

a ti o amor que acalento suave eu exponho,

és doce e a ti mil versos em meigos garridos.

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