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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E eu construí o teu pedestal em meiga inspiração,
mulher do olhar em candida magia,
asseitei cada tijolo em devaneio e ilusão
encantado no ritmo de uma tão casta fantasia.
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O lirismo da tua suave e bela harmonia
não desmerecia o épico do teu ser no dia à dia
e nem dramatizava o teu visto em glamour e soberania.
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Que venham os bárbaros em agavos e censuras,
tu estarás eternamente nos céus dos pensamentos e utopias,
como uma sereia que no rochedo canta em bel sintonia,
os teus meigos refletem o teu doce em suave ternura.
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E as quimeras são personagens que desfrutam os meus versos cantados
em livres odes com letras aladas, ricamente ornardos,
naquele mosaico que no livro está selado e glorificado.
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E cada estrofe na sua confusa e densa relatividade
é o fruto de 0um amor simplificado e condensado na sua integralidade
e nem Einstein duvida desta tola, mas bendita veracidade.
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E os sonhos da minha alma envolvem cada métrica perdida
pois os versos são como as vias devastas desta vida sofrida,
o nexo não está na arestas ou nas estradas perdidas,
o liame é o amor, pois o amor dá sentido a vida.

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