Serena, versarei até que os meus dias se findem
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Anjo que brilha no meu celeste;
eu tenho abrandado o peito com os versos teus,
- não mais meus, posto te dei de coração -
e ao leres estes versos d'alma arrancados
terás sempre a certeza que tiveste
o amor mais puro que podem te dar,
visto que se as vezes o amor é impuro,
e chega como profano vulcão
- não o meu, sempre te juro -
este amor é inocente e de coração,
visto que tenho a alma que não finge
e dentro um coração leal, santo e ardente
incansável a te versar solenemente.
-
E versarei até que os meus dias se findem
ou tu deixes de a estes versos abençoar.
-
Trôpego andarilho ao léu e sem destino,
na certa este não sou eu,
pois minha sina certa é te amar,
inocente e casto amor poeta coerente
pois tu, meu anjo divino e celeste,
vives em um universo longínquo,
e tenho por ti, Musa Serena Flor do Amor,
o mais caro o amor que meu ser veste,
anjo que brilha no meu celeste.
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