Fases
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Existem;
sorrisos tristonhos,
sofrimentos fingidos,
dias descabidos,
perdidos que são ganhos,
esperanças em sonhos
que jamais serão acontecidos.
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Existem;
fadas enclausuradas
em um castelo de solidão,
esperando cavaleiros solitários
perdidos em longas jornadas,
cobertos em meiga paixão,
poetas ou visionários,
no peito um coração.
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Existem;
momentos ganhos no vazio
lendo um verso alienado,
ou cheios e temerários
sôfregos em passado presente
rios que deveriam serem ausentes.
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Existe;
você pensativa e distante,
fadinha em versos d‘amor,
musa do verso e inspiração,
meiga, em visto glamour,
viva, alegre e radiante,
um jeito singelo e sedutor,
dona do meu coração.
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sexta-feira, 1 de março de 2024
Fases
quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024
Os poréns e os porquês
Os poréns e os porquês
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Na vida nós temos os poréns,
e também temos os porquês,
pois a vida é ondulante em acontecimentos,
sentidos diversos e irregulares,
limitados e cobertos em defeitos,
às vezes escondidos e despercebidos.
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Nas arestas do ego inflamado,
em meias verdade ou inteiras mentiras,
seguimos inseguros na vida aceitos,
ou jogados para escanteio,
sem perder o tato do jogo diário,
ou deslizando em brutas ladeiras.
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Na vida os “porquês” atormentam a mente.
Por qual motivo eu vivo inseguro?
por qual razão não me dói o coração,
Quando vejo um irmão que anda no escuro?
Por que o escuro na vida da gente
parece um vazio em amor ausente?
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E seguimos a vida com as nossas limitações,
engambelando um coitado e pobre irmão,
que perdido em si e sem razão,
vive igual à gente, perdido em ilusões.
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domingo, 25 de fevereiro de 2024
Versos Sibilinos
Versos Sibilinos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Com os meus versos sibilinos,
removerei ermos e desertos
construirei pontes, avenidas,
marcarei forte o indefinido,
e das contingências da vida,
nada me será oculto ou incerto.
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Não terei a palavra sublime e soberba,
como o “Rei Mega em Excessos”,
com a força do indicador que diz; “averba,
“mais este para o cerimonial”,
“dos tolos inversos e avessos”,
reversos por mim e “esquecidos” por deus.
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São os querubins oleados em fortes odores,
que tramam imensuráveis infinitos ineficazes,
mas dos tempos idos advir nada passará de
graça.
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Até a quem desaprova uma dita em um “ai”,
dizendo para si; “sou fruto das dores
escondidas,
“e o meu compromisso é com o meu igual,”
será lembrado dos tempos em levas na biga,
que um humilde e esperto amigo serviçal
lembrava o seu senhor dizendo; “és mortal”
“que a vitória não te iluda, pois tudo passa”,
“és mortal e o efêmero é transitório e fugaz”
“não te iluda a história no advir vai te
julgar.”
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Em tempo de guerra o melhor é buscar a paz.
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sábado, 24 de fevereiro de 2024
A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!
A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!
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Autor: Luz Alberto Quadros Gonsalves, o
*Poeta Sem Talento
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Falarei!
Sim, falarei de amor e poesia,
falarei em um emaranhado de versos,
alguns complexos,
outros soltos aos confins,
sem métrica e nem lógica
sem rima e nem nexo;
nesta vida instável e caótica
eu sou um colibri perdido entre rosas e jasmins.
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São múltipas as razões para o choro desolado,
mas eu decidi estancar o desnecessário
no subterrâneo do meu inconsciente humano.
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Os meus fantasmas ficaram no passado,
hoje, inspirado, sem mortalha e nem sudário,
eu flutuo em remanso feliz de um vasto
oceano.
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Eu falarei, sim!
Falarei e fim!
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Enquanto eu tiver ânimo e sintonia,
eu falarei de amor e de poesia.
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A mulher do olhar em cândida magia
desperta em mim a prepotência,
por ser uno, amigo, amado e amante,
os seus olhos, preciosos diamantes,
aguardarão sempre uma poesia,
e é a razão da minha existência
é falar de amor e de poesia!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024
Beldade da Luz e da Inspiração
“Beldade da Luz e da Inspiração”
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem
Talento
Poeta, perambulando este mundo de Deus,
criei o meu universo em rosas e jasmins,
uma vez que vacilei e olhei nos olhos teus
em um momento profano lá nos confins,
e agora eu sigo só na estrada distante de ti.
Beldade da luz e da inspiração eu sei que,
perdida em si, na solidão do dia, em devaneio,
hoje os teus olhos miram o vazio da casa no dia,
e Pensativa, procura o poema que em enleio
aguçou o seu coração trazendo mil fantasias.
Diferente, eu trago comigo a ilusão e a utopia,
pois, amor inocente, os teus olhos eu pleiteio,
como quem cobiça uma majestosa luz,
em incoerente quimera perdida em mil anseios,
cabisbaixo e combalido, carregando uma cruz.
Neste mundo indecente, tudo na certa passará,
o que parece hoje divino, sagrado e importante,
um dia será quimera esquecida ou fato diverso,
perdendo aquele lustro vívido e brilhante,
que olharemos com um olhar disperso.
Mas ficarão perenes no bloco e na memória,
aqueles acanhados poemas d’amor escritos
em espasmos e contrações de utopias ilusórias
que marcaram a verdade do meu ardor por ti,
e, fecundo n’alma, moldaram a minha história.
Poeta e beldade de luz e inspiração, dois colibris,
juntos, esvoaçando e sonhando, felizes da vida,
replicando em versos escritos no bloco papel,
respirando o perfume de flores vindo na brida,
felizes, embora por momento, no Sétimo Céu.
Tudo o espaço, o tempo e a verdade podem levar,
só não podem levar o que é verdade no coração,
eu nunca te esquecerei e sempre vou te amar,
amor em cândida ternura, ternura do coração.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2024
Desconexos
Desconexos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Divago na solidão do meu mundo fechado,
entre imagens etéreas vinda dos confins,
liberto em surreal mistério sibilino alado,
ou aquarelas coloridas de rosas e jasmins.
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Não tenho a vil ousadia em ego inflamado,
idoso, não ouso mais bambolear em patins,
embora sempre no peito um coração alado,
aventureiro, em sonhos, direto aos confins.
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A diva em passo celestial ainda é a seleta,
em mil desvarios sonhos em doce inspiração,
são rimas marcadas ou versos desconexos.
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Eu sigo uma estrada estreita com um jeito
poeta,
busco na flama o mimo da leitura em união,
de alguém que, no confuso, encontre algum
nexo.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.
Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...
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Aos professores Parabéns! Uma nobre profissão. No topo das profissões indispensáveis â estrutura da formação e preservação do homem como ...
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Estimada e dileta linda lady amiga; és uma pessoa maravilhosa e tens uma essência fina e invulgar, que, com o coração em ternura, só rosas e...
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Sorria nos piores momentos * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Nos piores momentos da vida sorria; Sorr...







