quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Poeta e Dulcinéia

Poeta e Dulcinéia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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Nós, poetas que somos, buscando anelos,
unimos o profano com o sagrado no versar,
e, imodestos, nos julgamos donos do belo,
assentando luzes em delicados versar.
*
A beldade, dulcificada em versos singelos,
tem os cachos roubados da luz lunar,
ou são flash dourados do astro amarelo,
e o parvo mouro não cansa de exaltar.
*
És, sim diva seleta doce e madura,
tens no coração um meigo sentimento,
excedes a capacidade do poeta imaginar.
*
E cada letra é uma hermética procura,
buscando descomplicar em suave alento,
enfim, poeta e Dulcinéia, unidos no versar.
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terça-feira, 13 de setembro de 2022

Minha Biografia

Minha Biografia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Eu compreendo que existem fatos consumados
e que um dia estará tudo concluído,
nada mais restará, hoje será tempos idos,
neste momento, quiçá mais perto que antes,
este velho e cansado ximango aguerrido,
estará inerte e com os seus dias somados.
*
Haverá parca lembrança em outras mentes,
somente este vivente saberá os acontecidos.
*
Cada um tem o direito de formar julgamento,
e julgar se julga com diversos sentimentos;
aos que fui bom e prestativo um alento,
aos neutros um olhar bizarro e ausente,
aos adversos somente o meu "não lamento".
*
Eu nasci e cresci rebento na Vila Conceição,
sou neto de uma miscigenação profunda,
despois arribei muamba para o Paredão,
foi lá que amadureci criança esperta,
subindo um morro, desbravando o mato,
jogando bola e atirando de funda.
*
Os guri da vila são valentes e bagaceiros,
isto nos idos que eu subia o Morro da Policia,
não tem como negar este momento arteiro.
*
O campinho ficava ao lado de um Paredão,
foi tudo perdido no tempo, e, desilusão,
o terreno virou lugar de um presídio.
Será que podemos dizer: infanticídio?
*
Depois gaudério amalucado e ativo,
tomando um samba ou um aperitivo
escutava o Seixas ou tocava um violão.
Tudo é válido quando se faz de coração.
*
O gibi era sempre uma boa leitura,
correr atrás das gurias uma aventura,
ser amigo e companheiro só com lisura,
a gente dividia um "pichuá" e um gole de pura.
*
Vou parar por aqui enquanto tem tempo,
não quero mais traços e nem arremedos,
eu estarei ausente,
então julgue quem estiver presente.
*

Notável Poetisa Minimalista

Notável Poetisa Minimalista
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Na poesia minimalista, 
Coração em ternura
doce senhora simplista
os teus versos tem candura.
.
Não há quem resista,
um versar nesta doçura,
doutora e idealista,
em versos e mão segura.
.
Em singela simpatia
ganha o mundo e cura,
doutora e especialista.
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És cândida, és Hortênsia
és talentosa e tens ternura.
Notável Poetisa minimalista.
-
Dedicado a Doutora Viviane Ferreira, pediatra e ilustre poetisa do Rio Grande do Norte.
Exemplo de dedicação, persistência, aplicação e talento; uma vencedora. 



 

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

É preciso amar-te com discernimento

É preciso amar-te com discernimento

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

Fazer o que se gosta é liberdade,

felicidade, eu gosto de gostar de você,

és para mim um dia que alvorece

em utopia e longe desta vil realidade.

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És diva madura em meiga deidade,

o sabor da poesia mais suave e doce,

singular em ritmo como de fosse

um hino d'amor a uma delicada beldade.

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Ah, é preciso amar-te com discernimento

sentir dentro d'alma a tua suavidade,

pois assim compreendo o meu sentimento.

-

Os meus versos são meigos e sem falsidade,

uma vez que, no coração, trazem alento,

mostram o meu sentir e a minha verdade.

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Trago te em mim

Trago te em mim
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Trago te em mim,
hausto do colorido da vida
aspiração que eu tenho em essência,
inspiração do belo sem fim
pretensão n'alma retida,
e marcada em meiga cadência.
*
Trago te em mim
porque, eleita a pretendida
és agora a referência,
rosa suprema de um belo jardim,
mistério em aresta perdida,
dona do versar e da sua fluência.
*
Trago te em mim,
em afetuoso amar, sem ardência,
és um poema d'alma fluida
com a inocência de um querubim
desejo de buscar a eloquência
e explicar que és sonho e guarida.
*



sábado, 10 de setembro de 2022

Amor, admiração e respeito

Amor, admiração e respeito
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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Tens uma história de vida,
os teu passos marcam acontecidos,
extrato que trazes por seres vivida,
e não perdeste a pose e nem a doçura,
és rosa em gracioso jardim florido.
*
Amor que te quero mesmo em utopia,
és do poeta a aquela que adoça a vida,
és um canto em meiga candura,
suave e delicada afetuosa poesia,
em visto glamour e seleto adereço.
*
Admiro o teu jeito sutil,
carregado em emotiva simpatia,
o sol que ilumina no etéreo anil,
trazendo calor, energia e vida;
tão meiga que és, querida.
*
Eu sei que tudo na vida tem um preço,
aqueço n'alma um sentimento que é puro,
um sentir que divaga solene em apreço
por ti, versando amor em ternura,
amor, admiração e respeito em distinta lisura
*



quinta-feira, 8 de setembro de 2022

És a predileta

És a predileta
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
*
Na proporção que a vida me agraciar,
À medida que eu tenha sã consciência,
Enquanto houver uma veia ainda à pulsar
E o âmago ainda adestrar a minha essência,
É inconteste, eu não deixarei de te amar.
*
Amor lúcido, profano, doído e voraz,
Lúcido, pois amor cônscio e consciente,
Profano, visto ser herege, terreno e salaz,
Doído, posto carrega as dores do mundo,
Voraz, que desafia a ciência e tira a paz.
*
E haja coração para amor profundo,
Visto que não há no universo coisa igual
A este sentimento expansível e difundo,
Que finca n'alma tal fino punhal
Dilacerando em golpe pontiagudo.
*
Se pensas que não sofre o pobre poeta,
Acredita que os versos não são verdade?
Por favor, tenha dó e caridade
O parvo sofre com a letra que no ode projeta,
Visto que, sem dúvidas, és a predileta.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...