segunda-feira, 26 de novembro de 2018
domingo, 25 de novembro de 2018
Serena; a ti carrego sempre os meus versos
Serena; a ti carrego sempre os meus versos
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Serena; a ti carrego sempre os meus versos,
é mister ter assim, musa e diva agraciada,
encanto em bel canto, meiga e doce fada,
que tento eternizar em ode e poemas diversos.
Assim, sibila e doce flor dos meus diversos,
saberás sempre que é a única d'alma adoçada,
a enlevar e animar as minhas linhas rimadas
com sonetos, sonatas em lírios nunca adversos.
Paira em nós sublime e gentil encantamento,
é doce sentir que a ternura é puro sentimento,
que não reflete nenhum pingo de fingimento.
Serena tens a voz carinhosa e a alma delicada,
és fruto do amor celestial, meiga e mimada,
alma cristalina, coração d'ouro e dulcificada.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Serena; a ti carrego sempre os meus versos,
é mister ter assim, musa e diva agraciada,
encanto em bel canto, meiga e doce fada,
que tento eternizar em ode e poemas diversos.
Assim, sibila e doce flor dos meus diversos,
saberás sempre que é a única d'alma adoçada,
a enlevar e animar as minhas linhas rimadas
com sonetos, sonatas em lírios nunca adversos.
Paira em nós sublime e gentil encantamento,
é doce sentir que a ternura é puro sentimento,
que não reflete nenhum pingo de fingimento.
Serena tens a voz carinhosa e a alma delicada,
és fruto do amor celestial, meiga e mimada,
alma cristalina, coração d'ouro e dulcificada.
Tanto Sei de Amor
Tanto Sei de Amor
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Tanto sei de amor que o amor marcou fundo,
as horas vagaram em boas toadas á borboletear,
ou. quiçá, correntes desvairada de um louco mar,
posto que o amor é bento ou alucinado, em tudo.
-
Frenesi que movimenta a alma, no profundo,
o amor é liberto das dores, perfume a exalar,
toque suave, meiguice ou luz do sol a dourar
os cabelos, que bailam em teus ombros desnudo.
-
Tanto vi o amor que o amor se fez só poesia,
e, quando em pranto o amor em mim vivia,
eu não ligava; pois louco amor, amor vivente.
-
O amor ao ser é vida, frescor e água vertente,
não teria n'alma outra razão para o dia,
o amor é puro e cristalino; rio em boa fluente.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Tanto sei de amor que o amor marcou fundo,
as horas vagaram em boas toadas á borboletear,
ou. quiçá, correntes desvairada de um louco mar,
posto que o amor é bento ou alucinado, em tudo.
-
Frenesi que movimenta a alma, no profundo,
o amor é liberto das dores, perfume a exalar,
toque suave, meiguice ou luz do sol a dourar
os cabelos, que bailam em teus ombros desnudo.
-
Tanto vi o amor que o amor se fez só poesia,
e, quando em pranto o amor em mim vivia,
eu não ligava; pois louco amor, amor vivente.
-
O amor ao ser é vida, frescor e água vertente,
não teria n'alma outra razão para o dia,
o amor é puro e cristalino; rio em boa fluente.
No Natal, Um Soneto Para o Carteiro
No Natal, Um Soneto Para o Carteiro
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Desce a tarde em delicada suavidade
no peito o entusiamo de quem confia,
também sonhos, quimeras e fantasias.
A esperança anda com a humildade.
*
Natal para quem pena na realidade
é sempre o aguardo, em ilusão da utopia,
prenda esperada, e a sorte sempre adia,
falta muito, falta até solidariedade.
*
Uma lágrima n'alma, amarga e dolente;
esperar, esperar e esperar eternamente,
a vida do pobre é uma angustia total.
*
De repente o carteiro com um olhar jovial,
um sorriso, um pacote e uma ação social.
É o Correio; no Natal sempre presente.
*
25/11/2018
Gente que é gente
Gente que é gente. (Divagação)
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Gente que é gente não se preocupa em mostrar-se, já que deixa seus rastros para serem seguidos e marcos para orientar a trajetória.
Gente que é gente não faz alarido e nem lamenta com as pedras que encontra na estrada, só tenta, de modo lúcido e racional, retirar estas pedras da estrada e facilitar a quem vem atras, posto que sempre lança um olhar consciente e diligente para com quem depende de suas orientações.
Gente que é gente levanta as mão para agradecer a Deus, abre os braço para estender a quem precisa de apoio e fecha a boca, evitando vangloriar-se a si mesmo.
Gente que é gente não precisa provar que é gente, toda a gente identifica e enaltece a gente que é gente.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Gente que é gente não se preocupa em mostrar-se, já que deixa seus rastros para serem seguidos e marcos para orientar a trajetória.
Gente que é gente não faz alarido e nem lamenta com as pedras que encontra na estrada, só tenta, de modo lúcido e racional, retirar estas pedras da estrada e facilitar a quem vem atras, posto que sempre lança um olhar consciente e diligente para com quem depende de suas orientações.
Gente que é gente levanta as mão para agradecer a Deus, abre os braço para estender a quem precisa de apoio e fecha a boca, evitando vangloriar-se a si mesmo.
Gente que é gente não precisa provar que é gente, toda a gente identifica e enaltece a gente que é gente.
domingo, 18 de novembro de 2018
Parabéns aos brigadianos
Parabéns aos brigadianos.
=Criada pela Lei Provincial n° 7 de novembro de 1837, em plena Revolução Farroupilha, como força legal do governo, para fazer frente aos revoltosos na ocasião, teve a Brigada Militar(nome atual) como seu primeiro nome CORPO POLICIAL. Era, então, o Presidente da Província de São de São Pedro do Rio Grande do Sul o Marechal-de-campo Antônio Elzário de Miranda e Brito.
O então Corpo Policial, por consequências e fatos históricos, em período de paz e em tempos de guerra, mudou o seu nome por diversas vezes, porém não vou cita-los, muitos que são.
O último nome do Corpo Policial, antes do nome atual Brigada Militar, foi Guarda Cívica, extinta em 15 de outubro de 1892, data da mudança de nome para Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul.
A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, assume, como na sua primeira denominação, em tempos conturbados de guerra.
Era a Revolução Federalista ou Revolução da Degola, pelos inúmeros atos bestiais que aconteciam, prisioneiros não eram poupados.(minhas palavras)
A fim, novamente, combater os revoltosos, a milícia legal vai combater os revoltosos em 1893, novamente em clima guerreiro.
Hoje a Brigada Militar está em todo o território gaúcho,
Na cidade, na praia, no campo e na serra há sempre um Policial Militar da Brigada presente em todo o momento e evento prestando o serviço de proteção, prevenção ou combate ao crime.
-
Eu tenho orgulho de ter ingressado na Brigada Militar em 13 de junho de 1977, como aluno soldado, e ter ido para a reserva remunerada em 13 de agosto de 2004, como 2° Sgt° da Reserva Remunerada.
-
Um abraço a todos os companheiros policiais militares, homens e mulheres que nos enchem de orgulho.
Por razões da múltiplas de nomes não vou marcar nenhum, mas vocês, amigas e amigos policiais militares, estão no meu coração, como amigos e colegas.
Uma rosa em um jardim
Uma rosa em um jardim
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Era uma rosa em um jardim,
uma flor exposta ao sol e ao vento,
desabrigada, não desprotegida,
pois a rosa acolhia a vida,
uma meiga rosa amarela,
que chegou como chega a primavera
em folguedos de paz e harmonia,
em festa, com uma canção de acalento
se fez presente em almas e corações,
corações que sonham um sonho/utopia,
achados ou perdidos em sentimentos.
Dessarte...nada muito importa,
importa que a graciosa e pura rosa
se fez presente, em tão doce riso,
moldando a vida em suave tom d'amor,
sem dor, tudo agora é poesia.
Uma rosa em um jardim,
uma rosa que se faz presente,
tão meiga rosa naquele jardim;
assim és, doce rosa, Serena Flor,
uma rosa que inspira poemas d'amor.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Era uma rosa em um jardim,
uma flor exposta ao sol e ao vento,
desabrigada, não desprotegida,
pois a rosa acolhia a vida,
uma meiga rosa amarela,
que chegou como chega a primavera
em folguedos de paz e harmonia,
em festa, com uma canção de acalento
se fez presente em almas e corações,
corações que sonham um sonho/utopia,
achados ou perdidos em sentimentos.
Dessarte...nada muito importa,
importa que a graciosa e pura rosa
se fez presente, em tão doce riso,
moldando a vida em suave tom d'amor,
sem dor, tudo agora é poesia.
Uma rosa em um jardim,
uma rosa que se faz presente,
tão meiga rosa naquele jardim;
assim és, doce rosa, Serena Flor,
uma rosa que inspira poemas d'amor.
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