terça-feira, 15 de julho de 2025

Em sonhos, uma sibila

 

Em sonhos, uma sibila
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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No punjante e radiante andar em ritmo da luz,
que reflete e ilumina o que era a escuridão;
no intenso flash advindo do teu coração,
que amaina, serena, adoça e seduz.
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Nas coisas belas que enternecem,
este ardor que n’alma acalenta e aquece,
há um delicado sentir do horizonte e advém,
em arrojado voo de um alegre colibi,
que a vida ama e contigo se enternece.
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No vento que traz o perfume da flor d’um cinamomo,
tão doce e delicado, parece que alui em poesia;
aos mistérios das lendas e mitologia,
entre sibilas encantadas, duendes e gnomos,
é para lá que te levo em uma utopia.
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Em soberana essência e visto glamour,
empoderada com o poder da tua alma madura,
no centro do mundo, rodeada e sempre segura,
imagem que me apetece em delicado ardor.

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segunda-feira, 14 de julho de 2025

Alinhando os sonhos e os devaneios


Alinhando os sonhos e os devaneios
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E eu construí o teu pedestal em meiga inspiração,
mulher do olhar em candida magia,
asseitei cada tijolo em devaneio e ilusão
encantado no ritmo de uma tão casta fantasia.
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O lirismo da tua suave e bela harmonia
não desmerecia o épico do teu ser no dia à dia
e nem dramatizava o teu visto em glamour e soberania.
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Que venham os bárbaros em agavos e censuras,
tu estarás eternamente nos céus dos pensamentos e utopias,
como uma sereia que no rochedo canta em bel sintonia,
os teus meigos refletem o teu doce em suave ternura.
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E as quimeras são personagens que desfrutam os meus versos cantados
em livres odes com letras aladas, ricamente ornardos,
naquele mosaico que no livro está selado e glorificado.
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E cada estrofe na sua confusa e densa relatividade
é o fruto de 0um amor simplificado e condensado na sua integralidade
e nem Einstein duvida desta tola, mas bendita veracidade.
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E os sonhos da minha alma envolvem cada métrica perdida
pois os versos são como as vias devastas desta vida sofrida,
o nexo não está na arestas ou nas estradas perdidas,
o liame é o amor, pois o amor dá sentido a vida.
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sábado, 12 de julho de 2025

Noite de inverno

Noite de inverno

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Uma estrela iluminando a noite serena,

tão fraquinha, parece estar pedindo ajuda,

a rua está vazia, amarga e triste cena,

a solidão d’alma sofrida não quem acuda.

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Doce e querida, no bloco a letra envenena

na busca de uma rosa ou, quiçà, uma açucena,

para brindar sem medo a parca vazia e aluda

com verso versado em doce meguice amena.

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Sonata em noite de inverno, noite tão fria,

que sofre em ritmo de uma lerda brandura,

busca a mulher-do-olhar em candida magia.

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E, subitamente, em imagem d’amor e ternura,

um anjo ilunina a noite que era triste e vazia,

em versos d’amor calientes e tanta doçura.

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quinta-feira, 3 de julho de 2025

Sem dolo, só rosas

Sem dolo, só rosas

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Os teus olhos emitem a luz do teu coração,

humilde na simpleza de ser serena

mantendo a classe em nobre correção,

uma vez que, suave, és doce e amena.

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Quieta, como um rio em verde vertente,

carrega consigo um extrato em bela elegância,

aquela camada de um néctar que só sente

quem conhece o amor na sua fragrância.

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Eu fui buscar nos Campos Elíseos da mitologia,

uma sibila em meiga caricia e leve sedução,

para adornar os meus simples versos em poesias,

e encontrei-te em rico glamour, e bela atração.

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Mil versos em um bloco c’as folhas amareladas,

fruto d’amor que eu sinto nos teus sorrisos,

és uma dama versada em nobreza e muito amada,

és um canto, um astro dos céus ou a ave do paraíso.

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E o tempo somado com a distância nada dá,

o amor é um sentimento incompreensível,

quem ama de verdade nunca consegue atinar

em sutilezas escondidas em arrestas incontáveis.

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Existe um marco no missal celeste da Providência,

aonde estão as respostas para as dúvidas amorosas,

é lá que os mestres misturam alquimias em sapiências,

buscando unir os amantes; sem dolo, só em rosas. 

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quarta-feira, 2 de julho de 2025

Um poema d'amor

Um poema d’amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Suave e delicados,
os teus olhos transmitem a ternura
de uma sibila em meigos e alados,
pois és tão pura,
e eu, com o âmago caliente e salaz,
vivo a contemplar, ansioso e voraz,
sem paz.
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Perdoe, eu não um santo inocente,
sou fadado ao erro e ao deslize,
e guardo comigo uma alma reprimida
solta aos ares, tal perdizes,
buscando as delicias do campo esverdeado,
ou, talvez, um desajeitado colibri,
que, sem pudor, só espera por ti.
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O meu coração te deseja em tal aspereza,
que cola no espírito em agonia e dor,
pois, parvo, perdido em rios e correntezas.
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Só me salva a incerteza deste meu amor.
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Então eu sonho desvarios e fantasias,
absorto em mim em uma lágrima sentida,
chorando uma grande dor
quando coloco no bloco um poema d’amor.
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terça-feira, 1 de julho de 2025

Inocência

Inocência

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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De repente uma tristeza no coração,

O sereno na noite mal iluminada

Umedecendo a jaqueta e o violão,

Noite à dentro em tão longa jornada.

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Eram inocentes aqueles felizes anos,

Hoje tisna a tristeza ou uma bala perdida,

A lua testemunha todos estes enganos,

Mudou a estrada, mudou até a nossa vida.

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Esta dor que o coração parte

Esta dor que o coração parte

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Ah, dias que passo na incerteza,

frio da noite de inverno me alucina,

se não tenho o domínio da natureza,

guardo em mim a dor de uma triste sina.

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Amar-te como se ama a fatalidade

de um destino desviado em oscilação,

presente n’alma, isto é uma verdade

longínquo do ser, moendo o coração.

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E tu, distante e apreciada predileta,

nem sabes a dor de cada frase rimada,

pois se o teu glamour seduz este poeta

a distância transforma tudo em quase nada.

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E no bloco as letras são  por amar-te

e Deus sabe que o que sinto,

palavras sinceras e não te minto

esta dor que o coração agora me parte.

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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...