domingo, 22 de junho de 2025

Nos caminhos da vida

Nos caminhos da vida

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Em passos errantes ou atos seguros,

em abismos imensos ou perfumados jardins,

uma escolha por vez, no claro ou no escuro,

com dores ou aromas de rosas e jasmins.

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Nos caminho diversos que a vida me deu

eu carreguei guilhetas e um sorriso

e, de acordo com o que a banda regeu,

andei no profano ou vaguei livre no paraiso.

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Nas vaganças eu sempre tive a fé e a esperança,

pois as forças dos versos em suave doutrina

extasiava o meu peito em plena confiaça

que, no alto dos montes, só rosas, verdes e tangerinas.

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Ah, estes caminhos da vida são tão diversos,

as vezes eu até apresso o meu passo em andar,

mas tento deixar de lado o rude e o perverso

só teremos a tranquilidade se o bem a gente cultivar.

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Eu olho o percorrido sem arrepender do passado,

hoje eu sou o fruto do que fui em suave idade,

um contador de estrelas um tanto avoado

que sempre teve no peito o amor em suavidade.

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sexta-feira, 20 de junho de 2025

Um colibri sem medo da censura

Um colibri sem medo da censura

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Em hieroglifos gravados nos amargos da memória

encontram-se reminiscências inatingíveis ao mundo,

delizes que nortearam a minha alma contraditória,

posto que abria sem medo o que tinha no profundo,

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Percorri estradas diversas em meigas ilusórias,

amei a vida em sortilégios afetuosos e fecundos,

também sofri mil dores em sordidas palmatórias,

que tiraram a minha classe e criaram um vagabundo.

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Mas,parvo e poeta em descaso na terra só andante,

eu nunca divaguei rezenhas em tosca dureza,

tive sempre n’alma um dito de amor em boa textura.

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A sibila me é por natureza como um diamante,

nela eu repouso o olhar saboreando a sua beleza;

sempre fui assim; um colibri sem medo da censura.

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quarta-feira, 18 de junho de 2025

Da janela eu olho o mundo

Da janela eu olho o mundo
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Da janela, desconfiado, eu olho o mundo,
homens correm, adjacentes e perdidos,
parecem macanudos, fortes e felizes,
na verdade, por mais que eles ironizem,
estão dispersados, fracos e oprimidos,
agonizados em dores, vulgos e infelizes.
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Desarrajados e confusos, dos juizes,
lambadas e lapadas virão por sentenças,
pois a nódoa no âmago do oprimidos
é o nectar que desperta a agudez do opressor,
e cada cada passo, no oculto em delizes,
vai junto uma agonia em triste dor.
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Da janela eu vejo o mundo, vulgo e salaz,
perdido em meras e em desconfiaças,
cada um na sua anjústia e utopia,
cada um no seu devaneio sem poesia,
emaranhados em conflitos e andanças,
perdidos, oprimidos, na dor e sem paz.
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sexta-feira, 13 de junho de 2025

Sempre houve e haverá uma poesia popular...

Sempre houve e haverá uma poesia popular na voz do povo e um poeta parco, com dificuldades no uso da métrica e sem apuro gramatical.

A poesia não é privilégio dos lares abastados e dos ilustrados que sabem tudo.

A poesia é do povo e faz parte da formação linguajar do dia a dia das nações.

A internet apressa e democratiza a poesia.

 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Yoyager Um

Voyager Um

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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E, em fado audaz no etéreo sideral,

a tua viagem em busca do incerto;

de longe, vivo e ativo, o teu sinal

pesca e investiga um imenso deserto.

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Olhos perplexos, em âxtase total,

estudam animados dados cobertos,

separando o inexato do real,

esbarrando em férteis encobertos.

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Segues em direção ao desconhecido,

nave da esperança da humanidade,

segues em frente e não retroage.

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E os homens, alegres e unidos,

aguardam fecundas novidades.

Bilhões de léguas daqui; Voyager.

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Anexo da internet

A Voyager 1 é uma sonda espacial norte-americana lançada em 1977 para estudar os planetas exteriores do sistema solar, Júpiter e Saturno, e posteriormente o espaço interestelar. É a primeira nave espacial a cruzar a heliopausa, entrando no espaço interestelar em 2012. Atualmente, é o objeto artificial mais distante do Sol e da Terra.



domingo, 8 de junho de 2025

Por ti, perdido de amor

Por ti, perdido de amor

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

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Os meus poemas não morrerão ao por do sol

para renascerem em um novo alvorecer,

mesmo sem a luz e o esplendor do girassol,

o que trago no peito vai sempre permanecer.

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Os  meus verso aos ares, tal canto de rouxinol,

na eternidade testemunharão o meu te querer,

és para mim a luz viva e divina de um farol,

que satura e suaviza o meu amanhacer.

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E tu tens em si aquela tão nobre missão,

a de manter acesa a chama poeta d’amor,

és para mim a diva que festejo ne coração.

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E asim, verso por verso em doce louvor,

buscarei sempre um pingo da tua atenção,

poeta caliente e por ti, perdido de amor.

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terça-feira, 3 de junho de 2025

O voar desta poesia

O voar desta poesia

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Caminharei, sem pressa, pelas estradas do infinito,

vou seguir uma luz e buscar o etéreo em doçura,

suavidade que trago n’alma e levo aos meus escrito,

divagando lentamente, transparente na minha candura.

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Em poemas eu adocei a vida, digo e não  minto,

antes eu andava ao léu, sem luz e em ruas escuras,

abreviado, confuso, perdido e com olhar sucinto,

apequenei a alma em coisas amargas e impuras.

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De todas as verdades que eu guardo comigo

é o encontro com o celeste que me aguarda um dia

o motivo maior desta paz que no peito abrigo.

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Vou buscar os louros da minha benta utopia,

quem sabe, alguém reflita no que agora eu digo,

o futuro é incerto, mais certo é o voar desta poesia.

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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...