domingo, 10 de outubro de 2021

O Amor Que Tudo Cura

O Amor Que Tudo Cura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Sonata d'amor que paira n'ar,
sintonia com o infinito ilimitado,
suave toque no coração extasiado,
campeia mil motivos para amar.
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Porque quem ama nunca ama demais,
não se transborda o amor do coração,
só se baldeia a dor
quando pesa forte na balança
e no seu lugar coloca-se a esperança.
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Se a vida me fez poeta e seresteiro,
não tenho medo da procura,
incansável e amável campeador,
tenho em mim um coração em ternura;
não quero fama e nem dinheiro
prego só o amor que tudo cura.
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Amor, Harmonia e União

Amor, Harmonia e União
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Somando horizontes,
no cálice da vida, aventureiro que sou,
um a um dos fantasmas deixei para traz,
não quero fita e nem glamour,
estiva perdida não é mais o meu mundo,
agora o fundamento é um infinito n'amor,
quero só uma sonata e um poema de paz,
o meu nada transbordou, virou tudo,
o girassol amarelo é tão belo,
simplificar a vida foi a minha opção;
amor, harmonia e união.


 

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Candura Sensual ou Coração Em Ternura

Candura Sensual Ou Coração Em Ternura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E na noite calada,
madrugada fria e poeirenta,
a tua imagem serena desacorrenta
aquela alma em meiga toada.
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És fruto da imaginação
em rajada celeste
ou és verso em sonata rimada?
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Sei apenas que marca o meu Sul, 
define o meu Leste
em limite com o Oeste, 
norteado a minha vida em um todo,
ar refrigerado e céu azul,
verde como o Norte do meu Brasil.
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És aquela que palpita n'alma
em pulso vibrante e febril.
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Serias o meu pecado em póstuma teorema
ou serás o meu mais doce poema?
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Em versos rimados e ornados,
sem dor,
vou cantando o amor,
mesmo sendo o inversos,
destes tempos irados,
aonde reina o desamor.
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E a tua imagem celestial?
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És tudo pra mim;
uma rosa ou jasmim,
candura em tom sensual
ou coração em ternura.
*



terça-feira, 5 de outubro de 2021

Nos teus olhos descobri o amor

Nos teus olhos descobri o amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eis-me aqui em vagas consoantes,
rimando em bloco amarelo pétalas d'amor,
doravante nada igual a antes,
há um doce pecado sem cisma e nem dor.
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­És, sim, doce e querida, diva e Sibila,
tens n'alma a sinceridade em doçura
e um coração ornado em ternura.
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Tão simples é cantar o amor,
Camões perito brincou com as letras, 
em mil e uma das suas soletras, 
descobriu os mistérios das sílabas.
*
Nos teus olhos descobri o amor,
em mim a chama de uma ardente paixão.
Tu és doce e delicada; uma rosa em flor.
*
Dante não vacilou no caminho do inferno,
na Divina Comédia buscou o Sétimo Céu,
terminando o negro do seu inverno
em um papiro de papel,
testemunha sagrada da fé no Celestial
por sua amada derrotou o vil e o mal.
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És, sim, doce e querida, diva e Sibila,
tens n'alma a sinceridade em doçura
e um coração ornado em ternura.
*
Nos teus olhos descobri o amor,
em mim a chama de uma ardente paixão.
Tu és doce e delicada, uma rosa em flor.
*
Busco em mim a estrela perdida 
que há de brilhar no etéreo do meu universo
iluminando no palco da vida
ornada em flores, rimas e versos.
*
És, sim, doce e querida, diva e Sibila,
tens n'alma a sinceridade em doçura
e um coração ornado em ternura.
*
Nos teus olhos uma luz em delicada cortesia
és leve em delicada e singela elegância
sensível e meiga, despertas em mim o ardor
de um homem que não foge d'amor.
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Em flama ardente de robusta paixão
á ti os meus versos fluídos em tua atenção.
*
Nos teus olhos descobri o amor.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Venci a Vida

Venci a Vida
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Do riso e da dor
do tudo e do nada eu sei um pouco,
já flutuei em noite encardida,
andei ao léu sem destino
e nem paraíso.
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Poeta, já fui menino
corroído de medo e perdido d'amor.
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Vagei aonde ninguém foi ainda,
e se alguém d''alma cristalina
voltou ardido em brasas aquecidas.
*
Fui andante vago pela vida,
jamais homicida de um simples poema
posto que viver a vida de forma amena
é dever de quem tem humanidade.
*
Fui poeta em lirismo flamante,
da bela fui amante,
da perdida me escondi de vez
no rubro carmim de sua tez.
*
Singelo é brincar com a morte
na caminhada solitária
mas é preciso ter um caso com a verdade
deixar de lada a maldade,
sorrindo mesmo na urticária.
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Se fui poeta e me perdi na vida
do todo e pouco
ganhei fundos e mundo
então; venci na vida
ou venci a própria vida.
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sábado, 2 de outubro de 2021

Soneto Da Saudade

Soneto Da Saudade
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Por esta melancolia febril e intensa,
que, subitamente, invade voraz
moendo a alma, abatida e indefesa,
esqueço a calma e perco a paz.
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Agoniza em mim letargia imensa
que, regredindo no tempo, me traz
um momento em doce condensa;
saudade presa que não volta mais.
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És fruto do amor ou de alusão?
Sei lá, em mim perco a referência;
dolorosa e vil marca de ilusão.
*
Foste fada sininho no meigo coração.
Hoje és uma estrela no céu,
que divago em folha de papel.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Não esquecida

Não esquecida
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Silêncio extenso que invadem a alma,
e chega no martírio da noite pesada,
angústia que tira o folego e a calma,
fazendo um tudo simplesmente um nada.
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 És a saudade desviada
    longe e afastada;
    doce e amada.
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Não deve um poeta pensar só na dor,
mesmo aquela que crave forte e sem dó;
todavia, impávido deve cantar com ardor
atirando bem longe o assombro moído em pó.
*
   És a saudade desviada
      longe e afastada;
       doce e amada.  
*
É noite, no peito escancara a nostalgia
indício que nada não é fato consumado
haverá sempre na pena o inicio de poesia
e no bloco amarelo um verso doce e ornado.
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     És a saudade desviada,
   longe da vida;
    mas não esquecida.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...