terça-feira, 11 de julho de 2017

Descrevendo á Serena Flor

Descrevendo á Serena Flor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Seria uma deusa ou fada, diva ou beldade,
mulher em graça e beleza, coração em bondade,
dona de si, segura, confiável e lapidada?
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Cabelos fulvos, amarelos em louro dourados,
que, voando aos ventos, trazem sonhos amainados,
reflexos ardentes e na mente delicada utopia.
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Suave e leve, graciosa e elegante; mui atraente.
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Ah, que belo o seu olhar firme, estável e felino,
olhos amendoado que vertem em flash cristalinos.
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N’alma os mais belos e relevantes sentimentos.
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A moldura na tez é alva, bela, suspirada e feminino.
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Voz melíflua em branda e amável candura, tão pura.
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Seu talhe é esbelto, formoso, bonito e atraente,
seu corpo faz sonhar em graça estonteante.
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Os ombros erguidos e firmes, não há quem define,
mulher formosa que parece uma rosa,
quiçá, um precioso diamante.
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domingo, 9 de julho de 2017

Uma Luz de Saudade

Uma Luz de Saudade
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talentp
Há uma luz de saudade em seus olhos,
nem é preciso ser poeta para perceber,
que no seu eu há uma luz de saudade.
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Toque ameno passa a vida vem os anos
dias que foram, os dias que ficam, restolhos.
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E fica esta luz escondida no âmago a doer,
encoberta e dissimulada, dói barbaridade,
mas o seu sorriso é forte e meigo, consolador.
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As mágoas de tantos ora porém e desenganos,
aflige a sua alma caliente e cheia d’amor,
porém você segue sua vida distribuindo o amor.
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Não é fácil ver a vida passar e petrificar,
moldando o verde da juventude, denso deserto.
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Mas com todas as dificuldade do mundo é certo
que embora fique esta luz de dor em seus olhos
você segue a vida e canta feliz, tranquila  e ousada,
acobertando à risca as dores e as mágoas.
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Assim você, acuradamente, sorri riso enganador,
riso leve e carinhoso, em zelo e cuidado; é o amor,
que apanígua a sua alma em uma esperança sutil.
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Exemplo, você segue o seu caminho deixando-se levar
por esta força interior; vigor e fé febril.
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Assim você esquece, quiça momentaneamente,
que há uma luz fina de saudade nos seus olhos.

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Soneto a Musa Serena Flor

Soneto a Musa Serena Flor
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
O poeta vive o seu mundo em fantasia,
na rosa ora aflorando, cria uma canção,
o Sol que brilha no azul celeste é só fantasia
e a musa; essa é a sua doce inspiração.
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És isto, Serena flor; és a rima que extasia,
maravilha, eleva e encanta o singelo coração
de um poeta rude e parvo que, em cortesia,
grava em louros dourados um púlpito em oração.
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És feita de amor em doce néctar; és mel
que adoça e abranda, suaviza e acalma,
traz aquele frescor que enternece a alma.
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Serena querida, és bela; anjo dito em cordel,
tua luz é saldada em hinos e em verdes palmas
de querubins reunidos em nuvem no céu.




sábado, 8 de julho de 2017

Amizade sincera, linda e franca

Amizade sincera, linda e franca
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Existe um lindo sol a brilhar no azul celeste,
encantado, aquece a terra, une corações,
dádiva em toque do Divino, inconteste,
é o amor, criação maior, sem mais explicações.
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Assim Deus nos uniu, humanidade,
somos todos iguais, somos irmãos,
e você, amiga, é irmã de coração.
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Não há tempo ruim ou terra agreste.
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Sorriso amigo, singelo e transparente.
coração afetuoso em bondade.
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Simples, amiga; és gente.
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Sentimento amigo brando e sincero,
orgulho, ser sempre amigo eu quero.
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A ti, amiga, eu daria uma rosa branca,
coração cristalino, ternura e integridade
exemplo que de vida em luta e verdade.
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Amizade, sincera, linda e franca.
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

No dia (uma frase)

No dia em que meu coração deixar de bater, eu levarei para a eternidade a ventura de ter vivido e contemplado a sublimidades do teu olhar, pérolas de amor, na calmaria ou turbulência.
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06/07/2018
( Poeta Sem Talento)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Subordinado ao teu olhar...

Subordinado ao teu olhar
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tentei refletir os teus olhos em um poema parnasiano,
doce ternura, o teu olhar e as estrelas no firmamento,
eu, débil, poeta sem talento, vago tal cigano,
emoldurando este dourado e tênue sentimento.
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Assim, errante, me perdi no próprio lirismo e ufano,
não tem jeito, barrocos os meus versos, são ornamentos
a sentir o amor em amor; inocente amor tão humano.
Não sei palavrear direto e falso em vil fingimento.
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Teu olhar tem a mescla da tertúlia em poesia
emaranhado ao clérigo cerimonial  do violento prior.
É medo em vil melindre; teso em chique harmonia.
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Não há recusa ou limite, nem comedimento em cortesia,
olhar sereno e calmo, divagando no firme o melhor;
um olhar de quem comanda certo, sem maresia.
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05/07/2017


sábado, 1 de julho de 2017

A mãe do feto

A mãe do feto
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Pálida e magra, com os olhos cansados,
desvanecida no nevoeiro do próprio pranto,
um passo aquém e torto, represado,
segue a mãe da brisa passada sem encanto,
chora um tempo de amor perdido em dor,
a dor maior de quem perdeu o amor.
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Há de se crer que crianças são anjos sagrados,
mais ainda, querubim, se feto infanto;
como pode tamanha e rude maldade?
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Não acredito em bala marcada ou perdida,
é tirania deste sistema vil e opressor,
onde o sicário sem lei faz do pouco um tanto,
atira e mata na barriga sem dó e nem pudor.
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Morre um anjo na mão de um homicida,
se fica a mãe, doente fica; mais ainda,  
fica destruída.
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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...