sábado, 23 de janeiro de 2016

Candelabro de bronze

Candelabro de bronze
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Candelabro de bronze num canto abandonado,
um quarto escuro é hoje a tua moradia,
talvez iluminaste á alma, que em toscas luzes,
descrevia sussurros sonoros e fantasias,
enlaces de anseios e receios, sem harmonia,
vindos da sua mente cativa e serena.
*
Na certa o poeta escrevia
canções de guerra ou poemas d’amor.
*
Candelabro amigo,
desprezaram teu idílio de vida,
se é que, castiçal, tens uma alma imortal
ou és só lustre moncoso e rude,
feito em vil metal mal polido.
*
Não faz mal, ninguém nega a real,
foste motivo  de um poema escrito
em transe aflitivo por alma de poeta perdido.
*
Objeto, hoje obsoleto,
tinhas a claridade no brilho de um belo soneto.
*
Perdeste o brilho-bronze, virtude celestial,
passou...
onde passam, na certa passam onze,
perdendo a majestade ornamental,
virou só desprezível antiguidade de bronze.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Meu pedido

Meu pedido
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
Na boca a aridez da secura
em crosta seca estéril e nojenta,
estupidez é fazer da vida jogo de xadrez
onde se perde e ganha sem compostura.
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A violência se agiganta,
cresce o pavor e o medo,
tenho um nó na garganta,
receio de ser alma calada
e enterrada 
no sombra de um arvoredo.
*
Ditar a regra insana deste jogo loucura
onde um cai dilacerado por bala perdida
outro ronca forte, cruel como a besta.
*
Silenciar em eterna mudez,
humilhar-se na própria nudez
e a cada minuto perder a própria vida.
*
Ajoelhar-se como cordeiro ao próprio holocausto
dar a vida sem saber o porquê,
na certa é insensatez.
*
Deitar os olhos no horizonte exausto
ingênuo, desprovido e incauto.
*
A flacidez é consequência
da brisa mortífera
que estanca a melodia
de uma canção suave poesia.
*
Correr da vida não afasta o perigo,
largar a mão do melhor amigo
é cruel e vira castigo.
*
Hei de pedir forte ao universo,
um fim para este mal perverso.
*
Meu pedido é forte e com ardor,
pois peço; "não matem o amor.
*


Acróstico: Iraci Alves 2

Acróstico: Iraci Alves
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Idílio, poema sonho, devaneio ou fantasia
Reservada, tens suave jeito, enternecimento
Acácia, majestosa e cheirosa, branco poesia
Cada um com seu jeito, somos todos gente
Imaturo quem pensa diferente.
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Alma gentil, coração doce materno
Lindo e terno, tênue em harmonia
Vive tua vida de modo sereno
Expõe tua tez firme, mas doce fantasia
Sonhar é certo, sonhar é poesia
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Acróstico: Maria Aguilheira

Acróstico: Maria Aguilheira
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Molde doce, cristalino e sereno
Alento em mensagem tênue e ameno
Riscas de si o mal, és pura, és sentimento
Inteligente e um jeito consciente
Afago, em lembrar de todos, és gente.
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Amiga, sorriso gentil, doce e ternura
Gentil, clara, mas muito segura
Uma em cem, destaque na multidão
Lindo coração com alma estável e segura
Hoje te oferto um poema vindo do coração
Estimo muito e prezo a tua amizade
Integra e sincera, firmada na verdade
Recebe o acróstico, que é teu por direito
Amiga distante, feita de amor e tão pura.


Acróstico: Maria Alzira Damiam Tolentino

Acróstico: Maria Alzira Damian Tolentino
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Maria é nome sublime, mãe de Cristo
Amiga, sincera e transcendente
Ri o riso franco como a gente
Interpreta certo, sem erro, conforme o descrito.
Ah, Maria é clara, cristalina e transparente.
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Admirável com jeito único, apurado,
Leve, conciso, firme e excelente.
Zelosa no capricho, opinião prudente,
Inteligente expõe forte e consciente.
Resta dizer que esta dulcificada
Ama o Inter de coração, é colorada.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O Poeta e a Poetisa

O Poeta e a poetisa
Autores: Maria Célia Teodoro e Luiz Alberto Quadros Gonsalves
= O Poeta Fala
Sou príncipe, poeta, vigilante e atento
trago no peito amigo  e puro sentimento,
vivo a naturalidade de pessoa segura
que admira fascinado teu jeito e carisma.
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= A Poetisa Fala
Sou poetisa sincera e sempre digo
feliz quem tem por perto uma amiga ou amigo,
agradeço a tua amizade, e também parceria
amizade que surgiu a partir da poesia.
-
= Fala o Poeta
És assim, natural, coração verdadeiro
alma cristalina, límpida e transparente
abala meu ser e em ternura  fascina
o ego de quem vive e brilha contente.
-
= Fala a poetisa
Amigo poeta tens muito talento,
no peito tens um grande coração
admirado por todos, és amigo e irmão
sempre tens inspiração,
suas palavras vem da alma, 
compartilhando emoção.
-
= Fala o Poeta
Caminharei estradas sem fim ao horizonte,
vou longe, alem daquele monte,
enfrento as intempéries e qualquer clima,
nem ligo o mal tempo, sou forte e seguro.
-
=Fala a Poetisa
Pelas estradas da vida
vou caminhando lentamente,
colhendo os bons frutos
onde lancei a semente.
Meu destino só Deus sabe,
sou simples poetisa e amiga,
se amanhã eu tropeçar e cair
encontrarei uma mão estendida.
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= Fala o Poeta Finalizando
Não perderei as cores da alegria,
sou mouro ativo e vivo em picardia,
mas não trago no peito a malicia,
romântico, integro, firme e maduro.
-
= Fala a Poetisa Finalizando
Se as cores eu perder, 
encontrarei outra cores na vida,
sou como folha de papel,
as vezes sem cores,
outras vezes coloridas,
rimando palavras,
ou até sem rimar
vou compondo poesias,
compondo sem cessar.
=
=Poetisa e Poeta Agradecendo
Finalizado, este encontro poético
encantador e inspirador
feito com carinho e amor
ao nosso amável publico.






sábado, 16 de janeiro de 2016

O amargo da vida - 055 -

O amargo da vida
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Amargo gosto de vida submissa,
sobra calçada, falta moradia,
sobra saudade, falta saúde,  
a tosse afoga, maltrata e asfixia,
será que vivo mais um dia?
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Existe uma cantada primícia 
que sou povo e tenho direito.
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Sou pobre, é este meu defeito?
-
Falta trabalho é tudo desafio,
a conta chega e nunca atrasa,
abismo real ou precipício fatal?
-
Mosquito medonho, é uma praga.
-
Não vou andar atoa,
a bala corre e as vezes voa.
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Bala perdida,
vida sumida.
-
Trancado em grades não saio pra rua,
a culpa é minha e nunca foi sua,
gente de paz cadeado em casa,
a verdade assusta, e é nua,
as vezes tão crua.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...