segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A quem luta com brio

A quem luta com brio.
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Dez vezes atacado e deste a volta por cima
A vida  não é palco para estandarte perdido
Tens o brio do amor próprio, honra e dignidade
Amigo da verdade, capacidade, carisma e estima
Fortaleza, tua destreza me encanta e fascina.
Serenidade no teu andar forte e decidido
Sorriso largo, companheiro és meu amigo.
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domingo, 15 de novembro de 2015

Cidadão do mundo

Cidadão do mundo
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Sou cidadão do mundo
de vida sofrida,
sorriso contido,
sem eira, nem beira
sem lençol, nem travesseiro,
sem amor e sem dinheiro.
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Sou cidadão do mundo,
não tenho pátria,
traste, virei pária.
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Sou cidadão do mundo,
sem nada e refugiado,
o pouco que tinha foi tirado,
hoje vivo amargurado,
com o rosto marcado,
jogado
em vala escura,
doença sem cura.
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Sou cidadão do mundo,
joguete de interesses
faminto e esfarrapado.
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Sou cidadão do mundo
que perambula estrada a fora,
minha alma chora,
o corpo reclama um lugar pra ficar.
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Sou cidadão do mundo,
sem rumo,
perdido em meia a bombas
corpo torto que tomba.
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Sou cidadão do mundo,
mais um na lista,
sem lugar pra viver,
sem canto pra morrer.
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15/11/2015


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Olho as estrelas luzindo no infinito;
sem Alfa ou Ômega, sem inicio, nem fim,
avulta o meu olhar perdido em mim
embriagando minha, que tácita contempla,
admirada e atenta a cada detalhe, seleta,
em prisma contundente e definido.
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Não é vã o firmamento, tudo é assombroso,
estupendo, magnifico e maravilhoso.
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Doce  essência diluída em perfume divino,
que traga os seres em ode sereno e tão lento,
expelindo substâncias ínfimas em firme liga.
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Falange de ternura, paz e enternecimento;
fé; hino de amparo amparo e sustento
no Celeste, é Deus suave e cristalino.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Sempre o teu olhar

Sempre o teu olhar
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eu vou olhar sempre os teus lindos olhos castanhos,
tens a primazia de um olhar impar no universo
que, distinto, embaraçam a leveda do ser
levitando a alma ternamente em sereno amanhecer.
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Cantarei a excelência do teu olhar em versos,
serei ovelha em largo rebanho
e brilharei sozinho em meio a multidão,
agraciado de amor e de paixão.
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Literato em obras e descobridor
de sorrisos em lindo dialeto perdido
que banham a alma em rios d’águas cristalinas.
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Quimera doce em tênue utopia,
sorrirei riso farto todo o dia.
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Mordomo-mor;
levarei as taças da felicidade e do amor
que enternecem o olhar fera ferina
em doce néctar da suave sina
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E seremos assim num só andar;
eu, poeta caliente do teu doce olhar,
você, inspiradora musa e divina.
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06/11/2015


Um anjo caiu do céu

Um anjo caiu do céu
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Um anjo caiu do céu.
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Coitadinho,
nem acreditou que havia caído
num mundo grande e confuso,
agora era um anjo perdido.
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Que grande beleléu,
tudo era muito estranho,
não havia luz, só escuridão
no coração desta gente apressada.
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Ninguém olhava para o lado,
pobre é pobre, não é irmão.
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O banqueiro gordo e faceiro
contava dinheiro.
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A moça andava apressada,
vestida de chita,
mexendo no celular.
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“Que donzela bonita
sorria doce, apaixonada.”
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Uma idosa desconcentrada
não conseguia retirar
a aposentadoria do eletrônico.
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No jornal sangue e atentados,
só faltava uma bomba nuclear,
triste perigo atômico.
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Tem água em marte?
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Não há quem descarte.
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Um homem executado,
um carro foi roubado.
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O anjo estava apavorado
até que viu o inacreditável:
eram crianças
brincando de ciranda,
enquanto a mãe cuidava da varanda.
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Foi a LUZ da ESPERANÇA
no coração de uma criança
que fez o anjo ao céu voltar.
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06/11/2015


domingo, 1 de novembro de 2015

A ilusão do teu olhar

A ilusão do teu olhar
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na ilusão de ter o teu olhar
serei eterno agraciado mouro,
caminharei estradas com espinhos,
levarei vida pesarosa sem fim,
esquecerei as tristezas que vida dá,
guardaderei n'alma um vistoso tesouro.
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Com o riso sereno ande onde andar
terei zelo e carinho, alegria emfim,
por ter uma luz que acende e encanta
iluminando o meu caminho tão escuro.
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Poeta sonhador, livre e errante,
andarilho, feliz e caminhante,
serei tenor leve que doce canta
olhando e contando estrelas distantes.
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Cultuarei um valor belo e puro,
sentimento por demais importante.
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Brilha e aquece chama que ateia no peito,
o doce direito da ilusão do teu olhar.
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01/11/2015




O Passado

O Passado
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Lápis, papel e uma revisão na vida,
é preciso tipografar uma nova trajetória
sem esquecer folhas e imagens já descritas.
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Cuidar e não perder o fio da meada.
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O passado é coceira que pinica,
distorce, provoca e faz faísca,
mas ninguém vive só do presente.
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Ninguém é futuro permanente,
é preciso olhar para o retrovisor.
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Ter ciência que letras apreendidas
produzem o texto de uma nova vida.
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01/11/2015



Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...