sábado, 11 de outubro de 2014

Acróstico: Dinair Corrêa Bueno Ogano

Acróstico: Dinair Corrêa Bueno Ogano
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Dinair tiveste árdua estrada na vida
Incertos e ingratos os caminhos da enfermagem
Nada porem é mais sublime do que fazer o bem
A cada vida que salvamos ou ajudamos
Invade no peito aquela alegria desmedida.

Colorada, amas o Inter Grande do Sul
Orgulho, chamar assim o time do coração
Retem contigo esta alegria
Retem contigo esta paixão
És assim, pura, casta um lindo coração
Amizade virtual, mas de todo o dia.

Bah, amiga, senti quando tu sofreu
Um golpe terrível
Eu sei, a dor foi visível
Não escapou da percepção
Observo que mudou, mas não esqueceu.

Onde encontrar forças na dor?
Grande é que tem no peito amor
Amparar quem precisa, ser amparado também
Na família e no trabalho constante
Orou, rezou...venceu. Amém.





Acróstico: Felipe Souza

Acróstico: Felipe Souza
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Feito amigos que a gente conhece num olhar
Estimo, admiração, carinho e amizade
Labuta diariamente, nunca cansa de trabalhar
Insensível as apatias da vida, és forte
Poderoso e tens um rumo, tens um norte
Este é meu genro, forte, mas tem sensibilidade

Sentes num banco e pegue o acordeão
Ocupe o coração de todos com uma linda canção
Um grande dote, tão lindo talento
Zelas pelo que a vida te dá, pois tense sentimento
Abraço amigo genro, amigo do peito.

Acróstico: Celoci Cardoso

Acróstico: Celoci Cardoso
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Coração que bate forte no peito
Es rubro negro do Índio Xavante
Lindo torcer por de coração
Onde pode existir tamanho amor? É só paixão.
Colorada nas horas vaga, teu direito,
Importante é levar o Brasil Pel mais adiante.

Como esquecer o teu esforço diário
Aula é sagrado, não podes falta, .
Retem contigo o meu agrado
Deste teu amigo, igual colorado,
Onde tu andores na certa vai encontrar
Sinceridade, respeito e amizades
Orgulho de ser amigo de verdade

Acróstico Silvia Melchiades

Acróstico: Silvia Melchiades
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Silvia tens a inteligencia aguaçada
Importas que te digas: tens sensibilidade
Lado a lado com a beleza de ser assim:
Valiosa como a prata bem avaliada
Importante como o orvalho na pétalas do carmim
Adorável da rosa, sem igual, num belo jardim?

Mel e delicia no publicar
Estimo e respeito ao comunicar
Levas de todos consideração
Carinho respeito e amizade
Holofote de luz a todos, sensibilidade
Impõe teu jeito terno, enternecido,
Apurado de pureza e encantamento
Donzela senhora
Es tu amiga de toda hora.
Silvia, és forte, és gente, tens sentimento.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Soneto a Mãe Maria

Soneto a Mãe Maria
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Eu iria cantar numa sonata terna  melodia,
tal pássaros no raiar de um novo dia.
No peito bateu uma doce e suave melancolia,
era a saudade, quiça, nostalgia.

Dói ainda no peito a dor que não mais devia.
"Tempo passado porque não me esquecia?"
Não foi fácil tua jornada enquanto vivia,
partiste em dores e mil mil agonias.

E, mesmos com a dores que sentia
Partiste orando por quem sofria.
Sofria tua alma, mas também  enternecia

Hoje minha sonata virou nostalgia,
Da mãe, minha doce Maria,
Doce e terna melancolia.



domingo, 5 de outubro de 2014

Subjetivo

Subjetivo

*

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

A minha verdade me pertence,

a tua verdade é só tua. 

*

Não venha empurrar goela abaixo

no meu “eu” só mando “eu”

a minha verdade é fruto da minha consciência

próprio de mim, ciência.

*

Não vivo de aparência.

*

Pronto, entendeu?

*

Não sou mero capacho

que se  abate na doença.

*

Alguns  são maleados

usados

e depois desprezados.

*

Já Tentaram fazer isto de mim,

bem assim.

*

Eu, descrente de tudo,

penei muito estrada da vida,

trilhei muitos caminhos no mundo

e fiz a minha verdade.

*

Tive uma vida sofrida,

doida a história de ser

mas assim é o viver.

*

Nasci na vida de forma espontâneo,

inocente,

mas nunca fui néscio

ou perdido demente.

*

Libertei o meu ser,

no dia que

cavoquei minha cova.

*

Morri nada, minha alma é poderosa

fui forte e me libertei.

*

Ah, que sova levei da vida

vida tão dolorida

vida sofrida.

*

Importante é que levantei.

*

Levo agora o puro da consciência.

 

Eu que vivi o mundo, 

mundo onde me atirei sem dolência,

mágoa ou aflição.

*

Perdi-me em prazeres

bebidas e vícios,

e, perdido, encontrei minha razão.

*

Da natureza apreciei as beleza,

dei a mão as impurezas

abracei amigos e inimigos.

*

Perigo.

*

Em lições criei minha ética.

*

Norma moral,

sou frágil, mas não amoral.

*

Quem anda comigo

no prazer ou no perigo

conhece meus fortes e deslizes

sabe meu equilíbrio.

*

Mortal olhei o infinito

baixei os olhos,

mas não ruborizei minha tez.

*

Nem arrogante, nem humilde,

prático no modo de ser,

sou firme, não amiúde,

nunca fui repentino,

pois sempre tive tino.

*

É tudo tão subjetivo,

a verdade me pertence

e por mais que pense

sou feliz assim

com a vida que vivo

05/10/2014 



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Espectro humano

Espectro humano
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Espectro humano que perambula sem rumo
num mundo sofrido,
vives, se vive, perdido, sem utopia.
*
Tens na boca o gosto amargo do pó,
rinite das noites e dias
pedidas em solidão e angustias.
*
Nas veste o cheiro do lodo,
vitamina da cor
de quem nunca viveu um amor.
*
Fumas  tabaco enrolado,
bebes do álcool fermentado.
*
Sucumbes com a dor
do estomago em tal ardência;
é gastrite,
ou, quiçá, a dor da fome,
tão triste a doer.
*
Na mente a demência,
tortura sem clemência.
*
Esqueceu teu próprio nome.
*
Apelido sem lar.
*
Tão triste é teu andar.
*
Na certa não caminhas só,
assombrações
e ilusões
estão ao teu lado,
no mesmo triste estado.
*
Sonha com a sorte não tida,
vives, se vive, tua vida
em um  triste penar.
*


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