segunda-feira, 17 de março de 2014

Acróstico: Maria Antonieta

Acróstico: Maria Antonieta
Maria, origem e precedência dos seres
A ti foi imposta a missão de ser mãe
Riu da sorte, abraçou seus afazeres
Imaculada, limpa e pura, a mãe de Jesus
Ainda hoje brilha forte a tua luz

Após anos, com o filhos criados e crescidos,
Não esqueces da responsabilidade de vez
Tens a experiência dos anos vividos
Omega, a mãe vira mãe novamente,
Nada escapa dos olhos da vó coruja
Inspira, aconselha, estimula e orienta.
Este é o destino das avós que são dedicadas,
Tempo foi, tempo vem, tudo inicia outra vez.
Agora, cuidado e dedicação ao neto do coração

Agradecimento

Boa tarde amigos e leitores
Eu só tenho a agradecer a paciência de todos. Perdi a entrada para o meu antigo blog, e para não perder o contato com os poemas postados neste blog transferi todos para este novo blog. A partir deste post de agradecimento os poemas serão novos ou inéditos.
O meu muito obrigado a todos.

Acróstico: Val

Acróstico:  Val

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves

Verte nas veias o azul, na alma o fino cristal
Aquoso, transparente, nítido e sensível.
Lúcidos são teus belos textos, sem igual.


Serve a uma nata amante da literatura,
Hoje, amanhã e sempre, a posteridade te agradece,
Uma vida dedicada a formação da cultura
Legado este que jamais será esquecido, imortal,
Tácito, minha voz se perde, ela emudece,
Zelo virtuoso por tudo, também bela. Nome? Val

A volta

A volta
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves
Tu
tens só
na alma
a grande dor
de um  falso amor
que se foi; ficou só,
coração com mil dores,
pede piedade e reclamas.
Ingrato, não lembras que passou
uma vida desdenhado um amor.
Pagas agora o que deves ao destino.
Não podes pensar que todos te aprovam,
o mundo é feito redondo, fiques tranquilo,
Deus, lá de cima, julga a todos, é justo e viu.
O que fizeste não teve perdão, pois só a dor
que fez um outro sentir sentes agora. É trite
bem sei, o destino é certo, Deus vive e existe.
Aprendas, quem faz o coração de outro sofrer
leva sempre consigo a certeza de um bônus em dor.

Nas estradas da vida

Nas estradas da vida
Autores: Maria Célia e Luiz Alberto Quadros Gonsalves
A vida é cheia de altos e baixos.
Um dia estamos felizes,
nos campos como perdizes,
num outro tão tristes
e, lembramos de dores que existem,
lá no fundo da alma que chora
uma saudade que deveria ir embora
mas cruel, no peito, resiste.
Um dia estamos só
com os olhos em novas paixões,
passa o momento
e estamos cercados na multidão,
mil tristezas que só dão dó.
Um dia estamos trabalhando,
pensando no próximo feriado
num outro desempregado
no pátio dos fundos, capinando.
Um dia temos muito dinheiro,
esquecemos dos amigos de fé
no outro dia não temos um centavo sequer
procuramos um irmão, um companheiro
para nos emprestar um tostão.
Um dia estamos com saúde
tomamos cerveja e aguardente,
outro dia ficamos doente
quase dentro de um caixão
então...Deus nos ampare e ajude.
Um dia queremos sair, trabalhar, dançar, curtir, viajar,
mas sem tempo, não dá jeito não,
outro dia queremos estar só,
tão boa que é a solidão,
esquecemos quem não soube amar.
Com este silêncio que nos acompanha
nós, nos transformamos em cada momento
pelas estradas da vida, caminhando,
vivendo e aprendendo.
Somando alegrias e sofrimentos...

Era só uma carona

Era só uma carona
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves
Foi só uma carona,
não haveria como negar
feriado, praia, sol e mar.
"A vida é tão mona
então, vamos agitar."
A mãe era a defensora
da menina e da maratona,
o pai não se importava,
só mofava na poltrona,
a filha queria viajar.
Era só uma carona.
O menino é de confiança,
"tá certo, já fez atrapalhadas,
mas fazer lambança
se era só uma carona?"
Perguntava a jovem sem parar.
A promessa logo foi dada,
ir e voltar com toda segurança,
afinal era só uma carona.
Destino triste na estrada,
um gole a mais de cerveja,
a mente vira uma zona,
não há quem não veja,
como tudo vai acabar,
era só uma carona,
depois...
tanta gente a chorar.

A luz que busca novos amores

A luz que busca novos amores

*

Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

*

Os seus olhos são promessas de um amor sem fim.

*

Não há como medir o ontem, o hoje ou o amanhã,

resta ficar aqui, deitado, lendo no divã,

sobre donzelas e cavalheiros andantes,

poemas inigualáveis, de épocas, escritos em folhetins,

contando aventuras de jovens amantes,

histórias que não existem mais.

*

O agora não é como era antes,

o meu corpo esfacelado pelo tempo,

sente a dor de muitas caminhadas,

jornadas em longas estradas, errante.

*

Impaciente e angustiado, teimo

em não chegar ao fim desta longa estrada,

o meu coração ainda bate no peito tão forte,

indolente e desafiador,

deseja enfrentar novas jornadas.

*

Pobre membro carmim iludido d’amor,

mas não está longe o dia que ele conhecerá

a face nefasta e atrevida daquela que flutua ao norte,

tirando a alegria e, quiçá, a própria vida,

porém, mesmo na sorte,

nem assim outro amor abraçará,

pois os meus olhos enxergam longe,

bem longe de tudo, na vida em um outro norte.

*

Nem é amor, é contentamento e sossego,

desejo de recolher a alma em si,

enquanto houver um pingo na vida.

*

Ainda assim, deprimido em mil dores,

determinado, eu rastreio a procura das estradas passados,

em busca, não dos antigos, de novos amores,

pois, enquanto houver fulgor no cérebro,

haverá força no corpo, pulso no coração,

luz, ainda que tênue, nos olhos

e o vigor de um novo desempenho, com energia para a alma

usar em um supremo e último esforço

na busca de uma nova paixão.

*

Enquanto existir luz e o seu brilho esplendor

haverá anelo, ânimo e tempo para buscar um novo amor.

*

04/03/2014



Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...