Vestal
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Encontrei-te, ornada em d'ouros e glamour,
vestal dos deuses em encantada mitologia,
eras de todas a una, divindade d'amor,
inigualável por seres distinta e impar,
tributo do etéreo, em brisa e harmonia.
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E os céus faziam um adereço com as estrelas
a lua prateada voltava a testemunhar amores,
novidade era a volta ao romantismo de outrora,
com o luar iluminando os montes e as flores.
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O assobio dos ventos celebrava um canto d'amor.
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O inacreditável acontecia de forma inédita,
estranho compasso que em letras formavam um verso,
buscando libertas em vôo rasante ao universo,
pois tu eras a vestal principal daquele pedestal.
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Beldade em extrato com um agradável perfume,
a predileta que encantou o coração poeta,
que agora canta em liras os teus explendores;
és a sibila, querubim do bem e ditosa vestal,
razão vida, dona da poesia e no céu o meu lume.
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(Obs: Vestal = a mulher casta, sacerdotisa entre os antigos romanos)
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