sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Divagos Dispersos

Divagos Dispersos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eis que ao ascerder o dia que termina,
no horizonte do meu eu as minhas verdades,
circundado em letras e rimas,
compostos em sonhos, dentro da realidade.
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E tu bens sabes da brisa e da suavidade
dos divagos soltos em risos ou lágrimas,
foram castos e sinceros, não veleidades,
nunca destoavam em parcos moderados.
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Foste e será sempre a quiméra esperada,
e em cada verso abaixo, no centro ou acima,
eras tal a sibila dos montes espelhada,
aquele ponto central em suavidade.
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E, solitário, à noite, pelo o luar ilumado,
naquele momento solene da poesia,
tu vinhas, esfinge, segredo bem guardado,
desfrutar uns versos em cândida fantasia.
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