sábado, 13 de janeiro de 2024

A sublimidade do teu olhar

A sublimidade do teu olhar

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Vou exaltar a sublimidade do teu olhar felino,

posto que espelhas o que trazes na alma singela;

ternura, delicadeza, sensibilidade e carisma.

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A ti eu tiro o chapéu, dobro os joelhos e inclino,

dama da brisa que serena a alma; és bela,

e tens uma graciosidade que desvanece e abisma.

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O cosmo é infinito em grandiosidade e enigmas,

mas, na terra, o teu olhar eu não consigo definir,

uma vez que, deidade, o teu olhar fascina,

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O teu olhar ilumina e cativa a alma tal a lua,

astro celeste que ornamentando um céu de verão,

ou tal cachoeira de rio que em uma encosta inclina.

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Assim o poeta surge, se inclina e te define;

“tu és natural na soberania de teu atraente olhar”.

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Na vastidão de idos tempos outrora percorridos,

eu encontrei pulhas arrogantes e desfalecidos,

por fora eram garbosos, por dentro amolecidos.

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Apreendi nestes tristes e mofos descaminhos,

o valor de amainar o coração em ternura,

por isto, dama do olhar meigo em candura,

eu levarei sempre comigo este tão doce olhar;

um olhar que mudou o mundo deste que aprendeu a admirar.

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