A sublimidade do teu olhar
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Vou exaltar a sublimidade do teu olhar felino,
posto que espelhas o que trazes na alma
singela;
ternura, delicadeza, sensibilidade e carisma.
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A ti eu tiro o chapéu, dobro os joelhos e
inclino,
dama da brisa que serena a alma; és bela,
e tens uma graciosidade que desvanece e
abisma.
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O cosmo é infinito em grandiosidade e enigmas,
mas, na terra, o teu olhar eu não consigo
definir,
uma vez que, deidade, o teu olhar fascina,
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O teu olhar ilumina e cativa a alma tal a
lua,
astro celeste que ornamentando um céu de
verão,
ou tal cachoeira de rio que em uma encosta
inclina.
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Assim o poeta surge, se inclina e te define;
“tu és natural na soberania de teu atraente
olhar”.
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Na vastidão de idos tempos outrora
percorridos,
eu encontrei pulhas arrogantes e
desfalecidos,
por fora eram garbosos, por dentro
amolecidos.
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Apreendi nestes tristes e mofos descaminhos,
o valor de amainar o coração em ternura,
por isto, dama do olhar meigo em candura,
eu levarei sempre comigo este tão doce olhar;
um olhar que mudou o mundo deste que aprendeu a admirar.
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