quinta-feira, 25 de junho de 2020

...e escrevo.

Na calada da noite, quando todos dormem, eu, absorto e enleado, no recôndito do meu pequeno canto, em meio a livros e a solidão, deixo fluir a olência que guardo na essência, e em escritos voejo ao encontro dos cismas que minha alma guarda....
e escrevo.

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