Recordando
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Manhã calma e serena, sol no azul celeste,
um raio apareceu sob a cortina,
nos olhos orvalhos em triste melancolia
no som uma doce canção d'amor,
que em meiga ternura o teu corpo veste
em tecido seda carinho ou linho cambraia
que com os adereços te amenizam a dor.
-
E a brisa que chega em leve frescura,
coração em meigo cuidado e doçura;
foste luz e horizonte em notável dedicação,
amargura é ser a vitima em vil traição.
-
Não, não há perdão a tanta ingratidão.
-
Manhã calma e serena, sol no azul celeste,
dia de luz que em saudade o coração abateste.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
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