Os Meus Versos a ti, Serena
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Cravo versos simples, aberto ao eterno,
são frutos de um fadário tresloucado e ferrenho.
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Busco em papiro simples, branco papel,
o amor em graça e utopia, desejo que tenho
de elevar um poema puro, lapidado e terno.
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Estrela na noite densa e escura,
encanto em alegria que extasia,
fábula em vento celestial,
Criação do Deus do Big Bang soturno
ou simplesmente aréola de poema;
és tu, diva minha, dona esta confusa poesia.
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No inicio de tudo era o etéreo celestial.
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Ele fez a luz; celeste, sublime e criadora,
-"nunca mais se escasseou o entoar tênue vital".
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A vida expandiu-se, maravilhosa e incomparável,
na mão do Onipotente e Criador.
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Em odes e poemas opacos viajo ao infinito
solene
levo comigo mil cantos aos Querubins de Deus;
és tu, Serena, a dona dos versos meus.
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27/10/2017

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