Um idílio ou uma canção
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Querubim de ouro,
sou pálido mortal e mouro
que canta o fado da sina perdida,
louvo a ti, musa ornada e garrida
em doce quimera utopia da vida.
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Dulcificada, és tênue magia,
amizade em sentimento aberto,
enternecimento, melosa melodia,
anjo de luz em estrada escura,
segurança em denso deserto,
doce, tênue, brisa a ternura.
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Não trazes consigo o esquecimento,
aconchego em meigo e delicado,
pois és suave tal branda cantiga.
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Melífluo e doce amiga,
rio de cristalina nascente,
saudade é palavra esquecida,
suave e terna nostalgia,
meiga e delicada,
sempre presente.
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Estimada e sincera,
seria só sonho e quimera,
devaneio e fantasia?
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Cortês, amável e coerente,
te olho nos olhos,
musa linda e tangente,
és pura e faz um bem pra gente.
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Musa, idílio e inspiração,
sonho, fantasia e ilusão
do poeta em uma canção.
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26/05/2016

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