domingo, 5 de outubro de 2025

Quimeras em fantasias

Quimeras em fantasias

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Cuidadosamente;

eu escolhi cada letra do poema em criação,

sim, eu caprichei em delirio e fantasia,

posto não queria simplismente,

brincar em travessuras impuras

ou versar em desatino dolente.

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Acuradamente,

eu dissolvi o meu coração em meiga alquimia,

misturei extrato em desvelo apaixonado

com a essência divina da devoção,

fermentei c’as asas da ardorosa fantasia,

e, vigorasamente, cresceu em justa simetria.

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Primorosamente

na mesa em apreciável efeto doce amor

um verso, em quimero devaneio ou fantasia,

cintilava em brilho como energia de um fausto querubim,

enfeitava, também, cravos, rosas, orquideas e jasmins.

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Docemente

no salão do missal ormantado em versada mitologia

tu eras a vestal, divina e nobre sacerdotisa,

que regia cada compassao do palpitar em arritmia

de uma tão solene, mas doce e pura, poesia.

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Simbolicamente,

reunidos nos sonhos e quimeras de uma alegre sintonia,

a harmonia da musa em beldade e coração,

vestida em um visto de amor em caliente paixão,

mostrando ao mundo que de tudo o mais importante

é viver os sonhos, a nossa quimera em fantasia.

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A Estrada da Vida

A Estrada da Vida

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(Divagação)

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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A estrada da vida, as vezes, parece longa e até difícil, mas um dia chegaremos ao nosso ponto final.

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Eu não sei o que nós teremos pela frente, mas a cada passo a ser dado, eu sei que, nesta jornada em que estamos percorrendo, existem rosas e pedra.

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E eu acredito, também, que quem vem atrás de nós vai trilhar estas estradas observando como foi a nossa jornada.

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Por isto eu procuro preservar as rosas, pois assim a estrada estará um pouco perfumana e, se possível, retirar um pouco das pedras que existe nesta estrada, pois assim eu vou conseguir aliviar o caminho de alguém que vem logo atrás.

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*Poeta Sem Talento

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Graciosa, mas distante

Graciosa, mas distante
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Graciosa;
eu não vou dizer só palavras lindas,
que adoçam a alma para enternecer,
com o perfume das rosas, maviosas,
o meu coração brinda
o teu meigo jeito de ser.
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O teu olhar, intenso e profundo,
tão longe e distenso,
tranquilo e dono do mundo
me leva a lugares distantes,
em busca dos teus pensamento.
*
Quisera ser como o vento,
que, em agrado refrescante,
o teu corpo consegue ventilar.
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Ansiosa,
o teu sorriso é a prova
de uma alma ilimitada,
extensa,
intensa,
soberana e poderosa,
cativante, mas respeitada.
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E tu és assim,
iluminada por um sol radiante,
bela como um diamante,
tão longe de mim.

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sábado, 4 de outubro de 2025

DéJà vu

DéJà vu
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na luz dos teus olhos eu encontrei a paz
que havia perdido
nos descaminhos da vida.
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O meu passado foi uma vida atribulada.
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Eu viajava na vida como passageiro clandestino,
sem rumo, solto, sem destino.
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Eu não tinha parada certa,
sem abrigo,
era incerto o que eu teria pela frente,
sabia simplesmente
que o meu termo estaria no povir
e isto me atemorizava,
pois, sem rumo e perdido,
escravo e amargurado,
eu vagava...vagava...
*
Foi na dobra de uma esquina qualquer da existência,
realidade que eu não tinha mais
algo mudou tão de repente.
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Tu surgiu na minha frente
e o teu acalento me trouxe a paz,
a minha jornada tomou outra referência.
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Eu senti na luz dos teus olhos a força
do apoio na tua mão estendida.
*
Foi consolador quando tu me estendeste a mão.
*
Do solo,
eu levantei com o teu amparo,
da vida eu não era mais um cativo.
*
Todavia
os mesmos caminhos tortos que ti trouxeram
levaram a tua alma tão pura
para longe, bem distante...
*
Tu foste morar com Deus.
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Eu chorei por ter perdido o meu grande amor,
mas nunca mais voltei a ser errante,
pois a tua presença eu não perco mais.
*
Os teus olhos, a tua força e o teu amor
sempre estarão comigo,
vá aonde eu for.
*
E, agora, eu ando por muitas estradas,
diferente, eu não procuro mais a tua luz,
pois a luz dos teus olho eu trago comigo,
procuro, sim, encontrar naquela estrada
um momento déjà vu.
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Das letras do poema contigo ao Sétimo Céu

Das letras do poema contigo ao Sétimo Céu

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Eu vou vasculhar as alíneas do tempo,

irei em busca das ilusões que eu deixei na estrada,

andarilho fausto e com um sorriso aventureiro,

eu andei estradas perdidas em venturosas jornadas.

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Eu quero esquecer das mágoas sofridas,

a vida é curta, mas movida em certezas e ilusões,

a brida em energia que sopra a estrada percorrida

é a mesma que regula o palpitar nos corações.

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Não me apoquento com os sabores perdidos,

posto que carrego comigo estrelas, adornos e flores,

ando com os pés no chão e os ombros erguidos,

onde andei deixei abraços, risos e amores.

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O mundo é pequena semente de pimenta ardida,

Habitado por hienas sorridentes, mas de vida chorosa,

eu não tenho medo, pois tenho uma orquídea querida;

ela espelha a minha alma, tão meiga e preciosa.

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A diva seleta é meiga, apreciada e carinhosa,

a ela mil poemas amorosos, doces, leves e sereno,

cada poema é perfumado em olência suave rosa,

sem malícia e nem um lastro de pensamento pequeno.

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Irei sim, irei esvoaçar as alíneas do tempo sem medo,

sou frágil poeta que risca os versos em bloco de papel,

do Santo Graal eu não o seu segredo,

das letras do poema contigo ao Sétimo Céu.


 

Divagação sobre o homem

Divagação sobre o homem

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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O homem é um ser complexo e complicado que, por ser frágil e indefeso diante da variedades de situações que a vida lhe oferece, esmorece no intimo com medo de enfrentar o que a vida lhe oferta.

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Indeciso, o homem, olha para o lado e escolhe um outro homem, também complexo e complicado, para que este exerça o comando e decida aquilo que ele, homem, tem medo de decidir!

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Cinismo

Cinismo

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Eu não vou virar um poeta errante, defensor de causas perdidas

a dificuldade dos homens é entender como é cada momento

e cada momento é diferente e cada pessoa tem a sua sina,

cada espaço de tempo é diferente, bem diferente.

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Eu não vou defender a lógica das coisas, são sortidas,

pois em um pote de várias cores e mil sabores, existe um momento,

em que de repente, o tudo vira nada.

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Vira, vira causa perdida,

por isso e muito mais eu vivo atento a todo o momento.

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Passam  os minutos, as horas, os meses e os anos

e o que era nada dá um passo a frente,

vira o principal.

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Eu não sou um poeta defensor de causa perdida,

sou o molde de cada momento,

não dos enganos,

pois tenho o olhar vago e o coração profano,

na real, sou traste de beira de estrada,

não tenho luz celestial,

sou urtiga da vida,

sem cara e não luto por causa perdida.

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(Poema publicado a primeira vez em 19/dezembro/2013)

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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...