quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Cada um de nós

Cada um de nós

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Cada um de nós tem um sonho,

eu não provo, mas eu que sei,

às vezes eu fico risonho

c’as dificuldades que na vida encontrei.

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Cada um de nós um momento abduzido,

o meu eu não conheço, mas acredito,

às vezes ando solto em jardim colorido,

d’alma mansa, feliz e recôndito.

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Cada um de nós já cantou uma cançao d’amor

às vezes eu não vejo, mas posso ouvir

e a sintonia muda o meu humor,

levando o meu espirito aonde eu quero ir.

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Cada um de nós já tem um devaneio na vida

o meu eu não sinto, mas suspiro,

e neste momento brinco às escondidas

e, absorto, eu me inspiro.

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terça-feira, 2 de setembro de 2025

Divagação

Divagação.
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Quando todos os princípios estiverem perdidos, as regras esquecidas no bau da devassidão, os valores não mais terem valor, a ética não mais nortear a conciência e a moral não mais assombrar o nosso âmago indecoroso, ai,neste momento, será o nosso fim.

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É exato neste momento que vamos poder perceber que falhamos como ser humano e a humanidade nada mais vai representar para com a nossa alma.
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Pobre de quem perde a própria alma.
*Poeta Sem Talento
02/09/2025


Somos borboletas sibilinas

Somos borboletas sibilinas

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Somos como borboletas pequenas

esvoando ao sabor dos ventos,

buscando, talvez, o amor e a felicidade,

em trajória livre, amena e serena.

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Seria bom esquecer do mundo a nossa volta,

e expandir os nossos bons sentimentos,

esquecendo das dores e de toda a falsidade,

andar atoa na vida e sem escolta.

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Importa sorrir, a primavera está a chegar,

importa saber que o inverno tem os dias contados,

importa vencer os obstáculos que temos ao lado,

importa esquecer os amargores e as dores.

mas nunca esquecer que cado passo é importante.

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A vida não um baralho de cartas marcadas

existem os ventos, as levas e os penhacos,

mas, também, o verde e o perfume das flores,

e brisa serena que alivia a nossa jornada.

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Somos frágeis, mas, na verde, fortes gigante.

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Somos, sim, pequenas borboletas esvoaçantes,

andarilhos que procuram arestas protetoras,

sibilinos buncando prazeres e amores,

semeando o mundo com a própria essência.

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Se for o amor teremos a paz e a harmonia,

e assim, como as borboletas coloridas,

esvoaçaremos ao som de uma bela sintonia.

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sábado, 30 de agosto de 2025

É só uma opinião sincera e critica sobre a Academia Brasileira de Letras

O Brasil é assim; Luís Fernando Verríssimo, um dos melhores escritores da atualidade, infelizmente, nunca foi Imortal como membro da Academia Brasileira de Letras; todavia sempre será Imortal nas arte literárias e estará nas estantes, escritórios e acervo de milhões de brasileiros e estrangeiros amantes da boa literatura nacional brasileira.
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Por outro lado, infelizmente - na minha opinião - teremos nomes como Miriam Leitão, Merval Pereira e até a grande atriz - não escritora - Fernanda Montenegro imortalizados pela Academia Brasileira de Letras.
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Por isto que eu acredito que o Brasil - entenda-se nós brasileiros - devemos deixar a politica de lado e procurar conceder congrulação aos que verdadeiramente merecem enquanto estes estão vivos.


 

Setembro, é festa da tradição no Sul do Brasil

Setembro, é festa da tradição no Sul do Brasil

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Chega setembro com o grito farroupinha,

no pampa esverdeado altivo e ufano,

os Maragatos e chimangos, c’as esporas brilhando,

cantam ao pampa e seguem na mesma trilha,

cada um no seu pingo, alegres e hermanos.

 

Desponta faceiro um céu sereno e anil,

e festa da tradição no Sul do Brasil.

 

A pilcha das prenda é traje tradicional,

legado de um tempo em marcada memória,

mostra o orgulho e o apego cultural

deste povo aguerrido e forte na sua história.

 

No acampamento um churrasco na brasa

aguarda o piquete que não demora a chegar,

é longa a jornada, mas gaúcho bueno não atrasa.

 

Na fonte d’água vertente descansa um faceiro bugio,

parece que ele sabe que é tempo de amor e alegria,

bebe faceiro a benta água fresca do rio

e escuta ao longe o toque da gaita em bela sintonia.


 Foto de 2017 - um piquete de tradições gaúcha desfilando.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

O paraíso celeste daqueles que sabem amar

O paraíso celeste daqueles que sabem amar

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Autor: Luiz  Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Em descaminhos, um mar de tristezas,

a vida te brindou em penas e dissabores,

ingrata perfídia, injustiças e sutilizas,

mas não te curvaste aos males ou as dores.

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Ergueste os ombros em suprema nobreza,

e na estrada espalhou estrelas e flores,

provando ao mundo a tua forte natureza,

e em belo glamour se fez sibila d’amores.

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És bela em talhe ornada em diamante,

a lua brilha como a luz do teu doce olhar,

na maturidade da vida, bela e radiante.

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És tu quem faz o poeta sorrir e sonhar,

lembrado do Sétimo Céu descrito por Dante,

o paraíso celeste daqueles que sabem amar.

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terça-feira, 26 de agosto de 2025

Sem voz e sem nada

 

Sem voz e sem nada
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Vamos...
Vamos juntos de cabeça erguidas,
somos unos e eficientes,
cada um com o seu desejo e ardor,
vamos seguindo em frente,
nas estradas perdidas
onde perderemos o nosso valor.
 *
Vamos...
Ninguém pensa em mais nada,
o pensamento imerso em grossa mentira,
o engano é cola tenaz em nossa paixão
mas seguiremos juntos na estrada,
sem um pingo d’amor e coberto de ira,

sem medo do erro, perdendo o coração.
 *
Vamos...
Engados por um, sem voz e sem razão.
ninguém pensa em mais nada,
juntos na mesma estrada
seguiremos juntos obecendo a voz de um maioral,
que a gente sabe que nem tem moral,
Nada não importa e somos nada na multidão.
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(Em protesto contra aqueles que se deixam enganar por pessoas que não tem escrúpulos e usam os fragilizados como massa de manobra em prol de seus interesses particulares, esquecendo da individualidade alheia.)





Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...