sexta-feira, 25 de abril de 2025

O divino espaço surreal que encanta

O divino espaço surreal que encanta
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Quando em vagos eu fecho os olhos em mim,
fulgura na mente um pensamento confuso;
o que são as confluências dos cosmo sem fim?
labores de luzes ou escuros etérios difusos?
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Dissimados por astros energia consistente,
condensadas em si, buscando a vida,
passeiam nos cosmos, essência cadente,
por astros celeste aguardadas e logo atraída.
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Qual o princípio do geneses celestial?
É uma soma em algoritmos distintos e diversos?
Ou seriam em luzes dourados um templo missal
que consagra a presensa de um ser celestial?
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Qual é o segredo da estrela que brilha distante?
Na brisa que chega em brisa com doce harmonia,
não há palavras que definem mistérios eletrizantes
que palpatam a mente de quem procura uma utopia.
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O silêncio conduz ao nada que pode ser tudo,
embaralhandos em diformes e misticidade,
que norteam a humaninada (ou, talvez, ninguém no mundo),
por que um pode ser tudo, (e não ter qualidade).
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Seguimos a vida sem rumos soberbos e atrevidos,
os universos eternos e ilimitados nos abismam e encantam,
os nossos sonhos em esferas celestias amplos e dirigidos
se atrevem a brincar com os deuses que a tudo imantam.
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quinta-feira, 24 de abril de 2025

Sonha o pássaro ferido


Sonha o pássaro ferido
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Sonha o pássaro ferido,
quietinho no seu canto,
abrigado no doce ninho,
o lar dos seus encantos.
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Sonha o pássaro ferido,
o inverno chega apressado,
o sonho sufoca o gemido,
um anjo está ao seu lado.
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Sonha o pássaro ferido,
sonha que voa para o norte,
sonha com o furgor do alarido
daquele tempo de sorte.
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Sonha pássaro ferido
sonha com o paraiso das aves
sonha com o tempo agora ido,
sonha um sonho doce e suave.
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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Reconheça o pecado sem inocentar-se como pecador

Reconheça o pecado sem inocentar-se como pecador

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Na minha vida eu muito andei em estradas a fora,

busquei o mundo de forma contínua,

incessante, sem medida, sem delonga e nem mora,

a verdade era minha, só minha, verde e crua.

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Soberbo, impondo a ritmo dos fatos na hora,

no ego uma batalha sem pudor e nem trégua,

em um mundo caos que tudo justifica ou ignora,

perdido em noite escura, sem paz e sem lua.

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Até que um dia quedei em aresta sem luz,

estancando comigo um floco de neve em dor;

era o coração carmim pra vida fechado.

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Nesta hora eu reparei que algo estava errado,

não é possível poetar a vida sem um pingo d'amor;

modestamente, parei e rezei; me ajuda Jesus.

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domingo, 20 de abril de 2025

Isto é tudo o que você não poderia saber sobre mim

Isto é tudo o que você não poderia saber sobre mim
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Isto é tudo o que você não poderia saber sobre mim;
eu sou um cara desacertado na vida
e andei passos aos léu, em estradas perdidas,
procurando uma brisa refrescante,
buscando em verdes montes sibilas e querubins.
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Eu teci a seda da aranha que vivia escondida,
misturei com o flash de luz provindo do sol,
dos pirilampo eu busquei a mais meiga ternura,
chorei com o canto de um belo rouxinol,
com a energia do amor aliviei as minhas amarguras,
a minha receita foi sempre amar com candura,
sem medo da censura e nem receio da vida.
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Isto é tudo o que você não poderia saber sobre mim;
que um dia, de mão no bolso, solto na brisa da vida,
enfrentei o medo, mas busquei uma estrela caida,
pois sabia que no simbolismo da minha poesia,
estaria conforme com o que tenho no coração,
que é esta ânsia de olhar no início de cada dia.
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sexta-feira, 18 de abril de 2025

A noite não traz poesia n'alma entristecida

A noite não traz poesia n'alma entristecida

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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E tu, poeta perdido em aventuras,

Olhavas o céu em desvairo profano,

E, envainecido, buscava lírios e doçuras,

E, piegas, encontrava erros e enganos.

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Buscava, talvez, carícias em mel e candura,

Em versos iludidos trilhava fados insanos,

A brisa refrescava a tua amargura,

O teu semblante secava com os anos.

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A noite não a traz poesia n'alma entristecida,

Pois a noite não acalenta um triste coração,

Na falta  do amor, falta a alegria e a vida.

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Não se vive direito perdido na escuridão,

A vida só é vida ao lado da preferida,

Aquela que se fez diva em uma canção.

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quinta-feira, 17 de abril de 2025

Acróstico: Ana Maria S. Arruda

Acróstico: Ana Maria S. Arruda

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Amiga virtual de muitos anos

Nobre alma com uma essência cristalina

Atenciosa e digna, sem meros ou enganos.

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Madura, com um coração em ternura,

Afável no trato gentil, sem igual,

Respeito em amigo cuidado e candura,

Impar e seleta, uma pessoa especial,

A ti os meus respeitos, em inocente doçura.

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Sinceridade em amável consideração.

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Autênticos são versos do coração,

Risco qualquer linha que não seja inocente,

Realista te digo; és forte e resiliente,

Una e marcante, gente como a gente,

Distinta, gentil, amiga e graciosa;

A ti estes versos amigos, como uma rosa.


 

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Uma pessoa precisa de quase nada

Uma pessoa precisa de quase nada

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Uma pessoa precisa de quase nada,

um olhar doce, gentil e amigo,

alguma telhas cobrindo o seu abrigo,

um sorriso e sentir-se amada.

Uma pessoa precisa de quase nada,

um mascote brincando a sua vista,

na cabeceira um livro ou uma revista,

a cozinha limpa, cheirosa e arrumada.

Uma pessoa precisa de quase nada,

a janela aberta trazendo a luz do dia,

um recado no celular é como uma poesia,

pois tira do rosto uma expressão amargurada.

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Uma pessoa precisa de quase nada,

precisa ter esperaça na alma e coração,

a amizade fraterna de um amigo irmão,

a certeza de que não está sozinha na caminhada.

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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...