segunda-feira, 4 de março de 2024

Poetisa, os teus versos são carícias d'amor

Poetisa, os teus poemas são carícias d’amor

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

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Poetisa, os teus poemas são carícias d’amor,

reflexo do que trazes no coração, ternura,

e, assim, segues o teu fado doce e encantador,

levando ao mundo flores, estrelas e candura.

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A virtude do Sétimo Céu, a temperança,

em delicado cuidado de tua benta canção,

pois na Divina Comédia Dante escreveu;

“em luta, o bem querer ao mau se alteia,

da água tirei a esponja, ainda não cheia”.

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Doce e suave canto que entoas inebriante,

poetisa do coração em ternura és diamante

e os teus versos são doçuras no coração.

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E as carícias, tão meigas que nos encantam,

esvoaçam ao etéreo em busca da eternidade,

mexendo com os corações dos teus fãs e leitores,

trazendo delicadeza, ternura e suavidades,

pois tu falas da vida, da fé e de adoçados amores.

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sexta-feira, 1 de março de 2024

Fases

Fases
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Existem;
sorrisos tristonhos,
sofrimentos fingidos,
dias descabidos,
perdidos que são ganhos,
esperanças em sonhos
que jamais serão acontecidos.
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Existem;
fadas enclausuradas
em um castelo de solidão,
esperando cavaleiros solitários
perdidos em longas jornadas,
cobertos em meiga paixão,
poetas ou visionários,
no peito um coração.
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Existem;
momentos ganhos no vazio
lendo um verso alienado,
ou cheios e temerários
sôfregos em passado presente
rios que deveriam serem ausentes.
*
Existe;
você pensativa e distante,
fadinha em versos d‘amor,
musa do verso e inspiração,
meiga, em visto glamour,
viva, alegre e radiante,
um jeito singelo e sedutor,
dona do meu coração.
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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Os poréns e os porquês

Os poréns e os porquês
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na vida nós temos os poréns,
e também temos os porquês,
pois a vida é ondulante em acontecimentos,
sentidos diversos e irregulares,
limitados e cobertos em defeitos,
às vezes escondidos e despercebidos.
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Nas arestas do ego inflamado,
em meias verdade ou inteiras mentiras,
seguimos inseguros na vida aceitos,
ou jogados para escanteio,
sem perder o tato do jogo diário,
ou deslizando em brutas ladeiras.
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Na vida os “porquês” atormentam a mente.
Por qual motivo eu vivo inseguro?
por qual razão não me dói o coração,
Quando vejo um irmão que anda no escuro?
Por que o escuro na vida da gente
parece um vazio em amor ausente?
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E seguimos a vida com as nossas limitações,
engambelando um coitado e pobre irmão,
que perdido em si e sem razão,
vive igual à gente, perdido em ilusões.
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Seara d'amor

Seara d'amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eu não sei se a nossa vida se resume ao aqui e agora, e, por esta razão, resolvi deixar um pouco d'amor quando eu partir.
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O que eu ganharia se, como muitos que pensam serem humanos, fizesse de minha vida um ninho de ódio?
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Eu prefiro ser uma seara d'amor!
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domingo, 25 de fevereiro de 2024

Versos Sibilinos

Versos Sibilinos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Com os meus versos sibilinos,
removerei ermos e desertos
construirei pontes, avenidas,
marcarei forte o indefinido,
e das contingências da vida,
nada me será oculto ou incerto.
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Não terei a palavra sublime e soberba,
como o “Rei Mega em Excessos”,
com a força do indicador que diz; “averba,
“mais este para o cerimonial”,
“dos tolos inversos e avessos”,
reversos por mim e “esquecidos” por deus.
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São os querubins oleados em fortes odores,
que tramam imensuráveis infinitos ineficazes,
mas dos tempos idos advir nada passará de graça.
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Até a quem desaprova uma dita em um “ai”,
dizendo para si; “sou fruto das dores escondidas,
“e o meu compromisso é com o meu igual,”
será lembrado dos tempos em levas na biga,
que um humilde e esperto amigo serviçal
lembrava o seu senhor dizendo; “és mortal”
“que a vitória não te iluda, pois tudo passa”,
“és mortal e o efêmero é transitório e fugaz”
“não te iluda a história no advir vai te julgar.”
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Em tempo de guerra o melhor é buscar a paz.
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sábado, 24 de fevereiro de 2024

A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!

A Razão da Minha Existência É Falar de Amor e de Poesia!

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Autor: Luz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

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Falarei!

Sim, falarei de amor e poesia,

falarei em um emaranhado de versos,

alguns complexos,

outros soltos aos confins,

sem métrica e nem lógica

sem rima e nem nexo;

nesta vida instável e caótica

eu sou um colibri perdido entre rosas e jasmins.

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São múltipas as razões para o choro desolado,

mas eu decidi estancar o desnecessário

no subterrâneo do meu inconsciente humano.

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Os meus fantasmas ficaram no passado,

hoje, inspirado, sem mortalha e nem sudário,

eu flutuo em remanso feliz de um vasto oceano.

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Eu falarei, sim!

Falarei e fim!

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Enquanto eu tiver ânimo e sintonia,

eu falarei de amor e de poesia.

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A mulher do olhar em cândida magia

desperta em mim a prepotência,

por ser uno, amigo, amado e amante,

os seus olhos, preciosos diamantes,

aguardarão sempre uma poesia,

e é a razão da minha existência

é falar de amor e de poesia!

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Beldade da Luz e da Inspiração

“Beldade da Luz e da Inspiração”

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Poeta, perambulando este mundo de Deus,

criei o meu universo em rosas e jasmins,

uma vez que vacilei e olhei nos olhos teus

em um momento profano lá nos confins,

e agora eu sigo só na estrada distante de ti.


Beldade da luz e da inspiração eu sei que,

perdida em si, na solidão do dia, em devaneio,

hoje os teus olhos miram o vazio da casa no dia,

e Pensativa, procura o poema que em enleio

aguçou o seu coração trazendo mil fantasias.


Diferente, eu trago comigo a ilusão e a utopia,

pois, amor inocente, os teus olhos eu pleiteio,

como quem cobiça uma majestosa luz,

em incoerente quimera perdida em mil anseios,

cabisbaixo e combalido, carregando uma cruz.


Neste mundo indecente, tudo na certa passará,

o que parece hoje divino, sagrado e importante,

um dia será quimera esquecida ou fato diverso,

perdendo aquele lustro vívido e brilhante,

que olharemos com um olhar disperso.


Mas ficarão perenes no bloco e na memória,

aqueles acanhados poemas d’amor escritos

em espasmos e contrações de utopias ilusórias

que marcaram a verdade do meu ardor por ti,

e, fecundo n’alma, moldaram a minha história.


Poeta e beldade de luz e inspiração, dois colibris,

juntos, esvoaçando e sonhando, felizes da vida,

replicando em versos escritos no bloco papel,

respirando o perfume de flores vindo na brida,

felizes, embora por momento, no Sétimo Céu.


Tudo o espaço, o tempo e a verdade podem levar,

só não podem levar o que é verdade no coração,

eu nunca te esquecerei e sempre vou te amar,

amor em cândida ternura, ternura do coração.




 

Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...