segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Poema de Tolerância


Poema da Tolerância
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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Eu falaria da tolerância.
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Falaria da candura que a minha alma tem
e que ninguém há de me tirar; ninguém!
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Falaria de amor sincero, amigo e condescendente,
amor em brisa corrente, no verde a beira de uma vertente,
mas um amor fraterno, singelo, amor de irmão de alma,
amor que ameiga, protege e acalma.
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Falaria do consolo naquela hora de amargura,
e tocaria no ombro do irmão com casta ternura.
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Falaria que o mundo não está perdido ainda,
na verdade tem tanta vida na vida da gente,
embora a vida tenha muita gente “sem vida”.
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Na verdade sofre muito esta gente que não sente,
pois, não sentindo, eles vivem uma vida “sem vida”.
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A vida é uma estrada única para a humanidade,
de mãos dadas o homem é livre na mais plena verdade.
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Com habilidade, ternura e eloqüência eu falaria
que quem ama a vida tem a poesia na alma.
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Falaria que o amor dá sentido a vida.
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Mostraria, se eu fosse um emérito pensador,
que é preciso cultivar coisas boas, cultivar o amor
e nunca ser autoritário, rude ou ditador.
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Eu sou apenas um poeta, às vezes controverso,
que faz versos c’as letras na folha papel,
às vezes eu até tento mostrar a importância
de ser amigo, suavizar um pouco e ter tolerância.
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(Foto em um Movimento de Ação Social no ano de 2019, mês de outubro, na cidade de Cambará do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil)


 

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Apolo e as divas

Apolo e as divas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E, Apolo, deidade do sol, das artes e das profecias,
Formou c’as musas um altivo e farto pedestal,
Eleitas foram por serem em bela simetria,
Divas superiores em charme e glamour sensual.
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Os deuses suspiravam c’as notas da lira em poesia
E em amores vertidos em sonhos, eflúvio surreal
Sonhavam c’as sonatas dispersas em harmonia,
Melodia de um hino hermético e monumental.
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Eis que da antiga, profunda e singular mitologia
Os deuses, outrora flamejantes, foram esquecidos,
E os hinos quimeras em sonhos viraram fantasia.
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Os tempos passaram áridos, viraram tempos idos,
Das belas antigas eternizadas em odes e utopias,
Alguns poucos poemas revelam fatos escondidos. 
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terça-feira, 31 de outubro de 2023

Tecido em amor e candura

Tecido em amor e candura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Porque amar é fundamental, uma lei divina,
Uma vez que, mesmo nos momentos de dor,
O coração em ternura todo o mal abomina,
E semeia no profundo d’alma uma linda flor.
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Sou um parvo sarraceno e guardo na retina
As luzes da vida e sigo semeando a paz e o amor,
Tenho ainda uma musa que na vida me fascina,
Meus sonhos não me tiram, eu conheço o meu valor.
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Minha musa é um extrato em sonho e glamour,
Tem n’alma a energia positiva e tanta ternura,
Faz da minha poesia um manifesto d’amor.
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Vou nortear os meus versos sem amarguras,
Uma vez que seleciono o que é bom e tem valor,
A diva meus versos, tecidos em amor e candura.
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sábado, 28 de outubro de 2023

Um dia, Um Destino

                Um dia, um Destino

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

Como o pólen, trazida pelo vento,

em passo débil, sorrindo a timidez,

escondida das dores, buscando alento

c’as flores da estrada, em viva altivez,

estarás na encruzilhada da vida,

na coincidência, talvez, ainda não tida,

da escolha plena, decidida e segura,

ou com a resolução do amaro profano,

límpido e salaz, como um coração cigano.

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Serás, então, a única responsável,

uma vez que de coração se ama,

mas no coração habitam todos os enganos.

*

E as margaridas da beira da estrada,

amareladas, anunciam a doce primavera

e as nuvens torpedeadas em águas pesadas,

descem em dilúvios, açoitando as quimeras.

*

Um dia terás aquele instante para decidir,

um dia marcarás a vida com a decisão.

Um dia serás um flor ou um pássaro alado, colibri

ou serás uma a mais perdida na multidão?

 *




 

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Esvoaçar um poema direto ao ceu

            Esvoaçar um poema direto ao céu

Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

No início da noite soturna,

solitário, em meio a sonhos e quimeras,

sinto os mistérios da brisa noturna,

que entra no recinto pela janela.

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Espero-te em imagem mística e sibilina,

sorrindo, com o teu doce olhar sedutor,

vivencia de atraente mulher madura,

mas ainda singela, parecendo uma menina.

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És senhora de si em fausto glamour,

sem perder o requinte em afável delicadeza,

desfilando tranqüila, suave e serena,

e entrando em névoa saliente na mente,

no ambiente, no clima e no papel

de um poeta que teima com a pena

esvoaçar um poema direto ao céu.

*




 

domingo, 22 de outubro de 2023

Vivendo d'amor


Vivendo d'amor

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Suave carícia da brisa refrescante,

você chegou repentinamente,

como a distante e misteriosa lua.

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Vieste como uma rosa em meiga ternura;

no olhar um sorriso em cândida doçura,

na alma a serenidade cristalina e nua.

*

E eu, sarraceno perdido no poente,

vislumbrei a cativante tábua da salvação.

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Não coloco na vida os erros que são meus,

o meu paradeiro era em uma aresta escondida,

apartado de todos e da vida, sem juízo e sem razão,

mas um dia os meus olhos encontraram os seus.

*

Tudo o que na vida eu passei adoça hoje o meu presente,

as amarguras são nódoas distantes não esquecidas,

posto que, mesmo curadas, são os meus ensinamentos

e tu serás aquela que agregará os meus braços,

que sentirá o meu hálito doce d’amor,

seremos uno, almas coladas a plainar em espaços,

esquecendo de traumas e dores e vivendo d’amor.

 *



sábado, 21 de outubro de 2023

Miscelânea de um poeta triste

  Miscelânea de um poeta triste

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Onde quer que você esteja não esqueça

que você não pode mudar-me

e antes que isto aconteça

eu gostaria de lembrar a você,

que aconteça o que acontecer

eu nunca vou deixar de amar.

*

Os dias passam, são ventos minuanos,

o mundo arremete em louco bailar,

felicidade, querubim meigo e cigano,

em passo largo, apressado, sem parar,

levando consigo a pauta de uma poesia

deixando mais um motivo para chorar.

*

Chove muito no triste mundo das ilusões,

chove muito, chove todo o dia,

até parece que nunca vai parar.

*

Chove chuva, venta forte, chora coração,

mas aonde quer que você esteja não esqueça,

você nunca vai conseguir me mudar

e aconteça o que quer que aconteça,

para sempre eu vou te amar.

 *



Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...