domingo, 9 de abril de 2023

A flor que eu trouxe do paraíso

A flor que eu trouxe do paraíso
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Nesta rua estreita de silêncios
carrego a flor que eu trouxe do paraíso,
encantado vago com a alma livre e nua,
o amargor que eu escondo em um largo sorriso
é o instrumento que moldou o discernimento
para esquecer das dores e viver o meu presente.
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As notas vagueiam nos ares, etéreo absoluto,
postas em filas emaranhas, rimas diversificadas,
uma a uma com um segredo cioso e oculto,
buscando o perfume da flor que eu trago comigo,
aquela divina flor que eu trouxe do paraíso,
uma rosa em um quadro suavemente ornada.
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E a bela c’as as faces risonha e corada,
aguarda mil versos em flores orvalhadas,
na madrugada a lua espreita o nascer de um poema,
sem tramas, sem medos e sem nenhum dilema,
pois a flor eu trouxe lá do paraíso.
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Sobre a vida!

 Sobre a vida!
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Seja sincero, sem ser agressivo. É preciso ser ponderado e ter bom senso no trato as pessoas.
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Palavras mal colocadas ferem n’alma e todas as pessoas merecem serem respeitadas.
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Nunca esqueça que as estradas da vida são concebidas em duas vias, que vão e voltam, e, estas estradas, têm muitos aclives e declives.
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Hoje estamos por cima e amanhã poderemos estar por baixo.
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Para um bem viver é preciso ser justo e fazer o certo, construindo estradas e abrindo caminhos.
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sábado, 8 de abril de 2023

Queen of hearts

                 

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Queen of Hearts

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Um dia, na curva da estrada,
a minha imagem será nódoa esquecida,
um lapso de hora deslocado ao nada,
uma passagem somente na vida.
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Mas os meus versos ficarão colados aos ventos,
em rimas variantes, testemunha loquaz,
de um espaço/tempo indefinido e mordaz
c’as brisas que formam fortes correntes.
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Luar que ilumina estes versos na mesa
você não tem culpa dos sonhos e das fantasias,
és a imagem da vida, da hora e da poesia,
és parte da rimas, das dúvidas e das incertezas.
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Rainha dos corações, predomínio total,
és quem marca o momento à eternidade,
em flash d’amor iluminando o sagrado missal,
ornada em visto glamour e uma pedra jade.
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terça-feira, 4 de abril de 2023

Um ode à mulher do olhar em cândida magia

      Um ode à mulher do olhar em cândida magia

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Vi-te surgir, bela e sedutora,

com um sorriso doce e delicado,

inconfundível e inigualável,

coração pleno em ternura,

em atraente talhe delgado,

anjo do bem, meiga e amável.

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Sei que pouco do nada tenho,

mas guardo comigo a ilusão,

um sonho formado em utopia,

pois tu, que de súbito a mim vieste,

trouxe consigo a sedução

em uma poesia de rima celeste.

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És tal rosa com perfume a fluir,  

ou mulher com o olhar em cândida magia,

pois, anjo do bem, sublime e divino,

tens como armas o teu olhar felino

e, em suavidade, fazes o peito palpitar

em um mavioso e doce sentir,

fazendo da realidade um sonho ou fantasia,

que um poeta nunca vai deixar de cantar.

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domingo, 2 de abril de 2023

Encurtar Distâncias

Encurtar Distâncias

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Eu amo a poesia, o encanto e o que é belo,

sou afeito a um sentir que vem de dentro,

em busca da vida, da maciez e do anelo,

adverso ao danoso, mordaz e mal adestro.

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Sem culpa e nem desculpas, visto libelo,

cara limpa, ombro erguido em campo aberto

eu sigo um rumo em busca do puro e do singelo,

tranqüilidade é ter a paz fazendo o mais certo.

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Não me apetece denunciar o mundo profano,

não sou filho da morbidez e nem da intolerância,

importa o meu eu e não do outro o seu engano.

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Quero alargar a minha visão sem a ganância

de buscar o infinito pisando em um tal fulano;

almejo, com a minha poesia, encurtar distâncias.

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sábado, 1 de abril de 2023

Vieste como eu te via

   Viste como eu te via

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Vieste como eu te via,

ornada em flores,

em visto glamour,

c’as mechas em d’ouros,

fluindo em amores,

em brumas serenas,

em cálida utopia.

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E, suave que eras,

despertou meigos d’amor,

em cândida ternura,

amáveis quimeras,

em cantos sem dor,

suavizada em doçura.

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 E assim eu te quis,

em rio de mansa vertente,

com rimas advindas inocentes,

respeitosas e polidas,

que seduziam a vida

fazendo de mim um homem feliz.

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Sobre compor poemas

 

Sobre compor poemas

*Poeta Sem Talento

Compor poemas, acredito, é uma maneira de manifestar-se com a alma, pois a poesia traz um pouco da visão que o poeta tem do mundo exterior e de si.

Somos todos poetas, acreditem, pois como humanos somos fartos de sentimentos e compor poemas nada mais é do que colocar um pouco do sentir, pela arte de compor.

Simples o meu modo de ver!



Ser pai

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