sábado, 25 de novembro de 2017

Missioneira

Missioneira
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na profundidade de teus olhos eu sinto a firmeza
daquela que traz consigo a força e coragem
de enfrentar o mundo em sua dureza,
pensando; ‘venci, o restante é bobagem’.
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És forte, cantora do povo, e tens a destreza
de investir-se em branda e tênue roupazem
de quem enfrenta com elegância e fineza
Os ardores da vida sem o “ora”, “nem” ou “porem”.
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A ti é facultado a tirania do bem em coração,
teus olhos refletem a luz mais clara do dia,
tuas mãos, talentosa, escrevem lindas canções.
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Teu marcado é o belo, compondo com inspiração,
e assim, cantora seleta, com voz em mel e poesia
decifras a esfinge da própria alma em tom e emoções.
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25\11\2017
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A amiga e cantora Missioneira Osório. Quem conhece sabe a flor de pessoa investida em ternura, talento e grande força interior. 
Uma vencedora. 


És tu a dona da minha mais tênue poesia

És tu a dona da minha mais tênue poesia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Fizeste de meus caminhos, antes agreste,
um palco iluminado de teatro verdade,
e eu fui nele, aos pouco, entrando.
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Nem sei, de fato, o que estava buscando,
procurava, quiçá, o doce da tua presença,
ou algum fino toque de afinidade.
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Não sei, querida, se havia ou não a tua licença
sei que encontrei em ti divina luz de um anjo celeste.
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Agora, o meu coração brando  veste
uma alva indumentária em poesia e candura.
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És tu a responsável por esta cobertura,
pois encantas te o ser que de longe te via,
a alma do parvo adornou-se  em flores, mel e harmonia.
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Tens em si, este fluído angelical que te favorece.
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Serena, Doce Diva que me aviva e enternece
és tu a dona da minha mais tênue poesia.
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24/11/2017



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Elegia I - Feri meus pés a estrada da noite

Feri meus pés a estrada da noite
Autor; Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Elegia I
Te conheci bela e ditosa
Dama rara e inconteste
Brilhavas a ouro, ciosa,
Ternura, bom anjo celeste.
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Diva da vida, maravilhosa,
Ao poeta o amor concedeste,
Puro, tal perfume de rosa
Forte com brio cipestre.
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Agora dos tempos idos a dor
Choro o que foi belo e doce
Canção de vida e de amor
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Quem dera que fosse
O fim deste filme assustador
E de novo você viesse

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sábado, 18 de novembro de 2017

O Doce da Vida, Serena

O Doce da Vida, Serena
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Doce é esquecer que a vida efervesce
na panela de pressão do dia a dia,
pausando a alma no que de fato enternece.
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Eu busco, quem sabe, o ritmo da poesia.
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Quisera, pausar nas asas de Eros, o deus do amor,
esquecendo este tempo de guerra e prepotência,
onde vinga o ódio e cresce o desamor,
no entanto, Serena, pouco posso na existência.
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Desculpas Serena Querida, musa da vida,
meu canto é hoje abafado em pingos de dor
pois clima no Brasil dias incertos
até parece que tudo é acre e deserto.
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Doçura é saber que a vida tumultua,
alvoraça a alma, que triste se amotina,
entretanto existem as musas com luzes divina,
que perfumam a alma que, tranquila, flutua.
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Definem, as musas; os poetas dão lírios em flores,
reclamam as rudezas com a pena na mão,
e, apoquentado fazem uma confusão,
as musas, no entanto, são anjos em utopias
e estas não se quedam em dores,
merecem o alvo, o justo e uma poesia.
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O vira-mundo

O vira-mundo
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Era um vira-mundo desvairado,
de porta em porta,
na estrada da vida sem paradeiro,
distraído e desfreado.
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Patavina em estradas tortas
ébrio e forasteiro,
sem amor e sem dinheiro.
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Um dia cansou, o andadeiro,
em beira d’um cristalizado,
ficou tenso e parado,
inerte...
e sem volta.

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O amor que sinto agora

O amor que sinto agora
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Autor: Luiz Alberto Quadro Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Seu perfume envolveu meu coração profano,
Adoçando minh’alma turva e entristecida,
Sublime meus versos agora embelezam a vida,
Cantam forte e sem medo do dia e dos enganos.
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Você, lady do olhar perturbador e d’alma aquecida,
Fez do Poeta parvo e desolado, perdido tal cigano,
Um forte em ode d’amor em canto supra-humano,
Pois és, em mil, a doce pérola em rogo pretendida.
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Se te atares em norte, imóvel, e leres um poema,
Terás então a suprema e doce certeza;
Pusilânime bate no peito agora e docemente.
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O amor que sinto agora é seu, e seu somente,
Enquanto tiver a vida e sentir a natureza;
Tão doce que és; na certa rosa ou açucena.
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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

E se...

E se...
o universos fosse feitos em palavras, palavras vazias; os poetas escreveriam mil versos, no entanto não haveriam poemas seletos, seriam poemas transversos... - Poeta Sem Talento -

Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...