segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A Morte

A Morte
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
A mim me aflige a morte
Daninha
Que se avizinha
Dia a dia, mais e mais aproxima
Não tem sul, nem norte
Nem branco, preto ou pardo
Leva o gordo, também o magro
O rico se vai
O pobre se esvai
Orgulho não é nada
Nasci num dia claro de luz
Partirei quem sabe cego
Perdido, sem  a cruz
Que corrige os erros, insensatez
Umedece e lava os pecados mundo.
Serei néscio na minha estupidez?

Um canto a Missioneira

Um canto a Missioneira
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Canto meu canto
E cantarei alegre e faceiro
Rio Grande que me encanta
Rio Grande por inteiro
Sou daqui
Me alegro por ti
Rio Grande altaneiro
Na Campanha, Missões ou Litoral
Canto meu canto
E cantarei alegre e faceiro
Meu canto soa alto
Tenho largo astral
Sou daqui
Me alegro por ti
Canto meu canto
E canto alegre e faceiro
Dedico meu canto a morena faceira
Ditosa e formosa
Canto meu canto por inteiro
Dedico a ti Missioneira
Tão bela e talentosa. 

Acróstico; Edilene Marinho

Acróstico: Edilene Marinho
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Este sorriso e teus olhos tão lindos
Depõem a favor da tua alma serena
Infantil, de quem vive a vida tranquila,
Livre nos pensamentos, sem dilemas
Este é o grande conforto de ter a Deus.
Não há bem maior que ter a Deus no coração.
Este sorriso foi Deus quem fez, de coração.

Mais do que uma amiga virtual
Amiga distante, mas tão real.
Riso tranquilo, Deus está contigo sempre
Inteligente, amiga da gente, amiga de verdade
No verso que componho é o sentimento
Hidratado com gotas de contentamento
Oxigênio da ternura de uma grande amizade.

Acróstico: Elena Dimitru

Acróstico: Elena Dimitru
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Elena, amiga de um país distante,
Levas deste brasileiro um abraço amigo
Estimo e não temo, poemas é a voz da humanidade
Nada impede este jeito de despertar amizade.
Amizade é amizade, distante, mas constante.

Deixei passar um tempo pra ti conhecer
Intensa a tua vida, compromissos a mil
Mais do que isto, família que cuidas
Incansável. Bela e carinhosa
Tens a estrela de ser ditosa
Responsável e forte, linda e formosa senhora
Um abraço deste poeta, teu amigo distante.

domingo, 31 de agosto de 2014

Acróstico: Márcia Elisa Morais

Acróstico: Márcia Elisa Moraes
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Márcia(o), guerreira(o) marcial,
Aclamavam os antigos a Júpiter
Ritos e tradições no inicio de um embate
Camarada, amiga, simpatia tão real
Internet é, as vezes, contraste,
Amiga sim, mais real do que virtual.

Estima e muita consideração
Lucidez que procuro sempre encontrar
Ideal seria te mostrar
Sincero e leal, amigo virtual
Amigo é amigo, virtual ou real.

Mais vale um amigo sincero
Observador, mas  franco,
Ruim seria ter um simulado.
Amiga, teu jeito singelo
Estima e cativa, és alma branda

Serena, leve  e bela.  Abraço apertado.

Acróstico: Fátima Bratt Nicolait

Acróstico: Fátima Bratt Nicolait
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Feliz é quem tem um grande amor
Amor não é fácil de encontrar
Tens um coração sincero, verdadeiro
Incessante, constante, soube , na vida amar
Monstra, é certo, o teu jeito integro, por inteiro
Amar, amor verdadeiro, feliz é ter um amor.

Brilham na tez de teus comentário
Raios de luz, forte, é o luzir ter ter a coragem
Amar um não é só afirmar, é reafirmar no diário
Tens, força de decisão
Tens, no peito, um grande coração

Nada te abate, força e coragem,
Investe na vida, tens integridade
Conduz teu dia na verdade, isto é dignidade.
Olha, és amiga repleta em afeto e camaradagem
Livre e tranquila, na tua verdade
Amas aos teus, família é tua verdade.
Insisto: feliz quem tem um grande amor
Tens, amiga, esta plena felicidade.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O sábio e os segredos do universo

O sábio e os segredos do universo
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Lá no ermo da montanha o sábio desvendou os mistérios do universo.
*
O sistema, os planetas, o mundo e seus habitantes
viraram uma só linha, tal qual qual um verso,
de um poema sem nexo, composto pelo criador.
*
Tal era a inteligência ladina do ermitão petulante
que em seus conhecimentos profundo, pra si, tudo ele descrevia;
cada fato consumado, ou não realizado
acontecido ou prestes a acontecer.
*
Ficou em êxtase, arrebatado, pasmado e maravilhado
tal sua alegria quando descrevia, pra si, o infinito,
eterno e assombroso do universo que se expande
para todos lados, no interior e no exterior.
*
Lápis e borracha nos seus conhecimentos,
tudo era tão novo e atraente, até os seus sentimentos.
*
Vislumbrado com aquela luz do Onipotente,
que naquele momento desvendava e compreendia,
o ermitão exaltava-se para si,
enobrecido e glorificado com sua grandiosidade.
*
Mero e simples mortal, sem genes santificado
coube a ele o saber de tudo no mundo o significado.
*
Depois, adoentado, caiu-se em si o ermitão tão sábio,
pois tudo perdia o seu valor
e nunca seria, por alguém, considerado,
pois ele, o sábio petulante, que em tudo teve a acepção,
descobrindo segredos, sentidos e efeitos,
morria sem nada transmitir
ninguém saberia da sua sabedoria, só de seus defeitos,
aquele que tinha o pasmo, antes do sábio existir.
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27/08/2014


Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...