domingo, 8 de junho de 2025

Por ti, perdido de amor

Por ti, perdido de amor

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento

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Os meus poemas não morrerão ao por do sol

para renascerem em um novo alvorecer,

mesmo sem a luz e o esplendor do girassol,

o que trago no peito vai sempre permanecer.

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Os  meus verso aos ares, tal canto de rouxinol,

na eternidade testemunharão o meu te querer,

és para mim a luz viva e divina de um farol,

que satura e suaviza o meu amanhacer.

*

E tu tens em si aquela tão nobre missão,

a de manter acesa a chama poeta d’amor,

és para mim a diva que festejo ne coração.

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E asim, verso por verso em doce louvor,

buscarei sempre um pingo da tua atenção,

poeta caliente e por ti, perdido de amor.

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terça-feira, 3 de junho de 2025

O voar desta poesia

O voar desta poesia

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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

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Caminharei, sem pressa, pelas estradas do infinito,

vou seguir uma luz e buscar o etéreo em doçura,

suavidade que trago n’alma e levo aos meus escrito,

divagando lentamente, transparente na minha candura.

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Em poemas eu adocei a vida, digo e não  minto,

antes eu andava ao léu, sem luz e em ruas escuras,

abreviado, confuso, perdido e com olhar sucinto,

apequenei a alma em coisas amargas e impuras.

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De todas as verdades que eu guardo comigo

é o encontro com o celeste que me aguarda um dia

o motivo maior desta paz que no peito abrigo.

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Vou buscar os louros da minha benta utopia,

quem sabe, alguém reflita no que agora eu digo,

o futuro é incerto, mais certo é o voar desta poesia.

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sábado, 31 de maio de 2025

Divagação

Enquanto existirem aqueles que, nem mesmo diante do caos e dos riscos, não se dobram e não desistem de seguirem em frente, buscando a justiça diante de um mundo, por vezes injusto, haverá a esperança de um mundo melhor.

 

quarta-feira, 28 de maio de 2025

Perto da mata

Perto da mata
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Atento o céu denso e sombrio,
As nuvens escuras e a chuva pertinaz
Que não para por um instante sequer,
Me trazem a preocupação, me tira a paz.
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No campo, bem pertinho daqui,
Existe a nascente de um corrego esperto,
É lá que de vez em quando chega um colibri,
Em meiga dança com um sererepe bugiu.
*
Amigos que eu tenho na floresta,
Só duvida quem ainda não viu.
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Eu moro em um lugar seleto e privilegiado,
Perto do que resta de uma mata nativa,
Reserva ambiental ainda preservada,
Que abriga a fauna original ali nascida.
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Chove e as nuvens me trazem um a preocupão;
Estarão os meus amigos protegidos?
Chove...no céu nunvens escuras e pesadas
N’alma uma angustia no coração.
*


Tranquilo, um habitante da mata resolveu dar uma caminhada ao lado da mata, onde moram as pessoas.

 

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Tu tens um quê diferente que em outras não se vê


Tu tens um quê diferente que em outras não se vê
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Os dias te seguem aventurados e radiantes,
Divinamente ornados em ditames celestial,
Uma vez que, em belo visto em meigo glamour,
Tens um tom diferente por seres tal como uma flor,
Ou quiçá, entre todas a diva que mais encante.
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Tu tens um quê diferente que em outras não vê,
Um encanto em magia estonteante e sedutor,
Mas na tua integridade se faz imponente.
*
Preservada em essência una, tranquila e inabalável,
Convicta, decidida, tenaz e autoconfiante,
Uma mulher que transmite fascínio e atração.
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Tu sabes que tens o domínio do mundo em volta,
E és esplêndida sem perder a compostura,
Mulher de encantos mil, diferente e discernida,
Aquela o poeta retrata em um poema ou uma canção.
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Em luzes, flores e algum poema d’amor e ternura,
Tu flutuas no etéreo da mitologia poética,
Composta em meiga essência em prisma reproduzida,
Desvelada em essência delicada no coração,
Um poema aventurando aos céus da vida,
Em um mister d’amor, apreço e candura.  

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Um dia hás de lembrar dos meus escritos

Um dia hás de lembrar dos meus escritos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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Hás de um dia lembrar dos meus escritos,
Palavras sonoras no teu coração,
Palavras que marcaram um amor em meiga paixão,
Toscas as palavras, mas delicadas e benditas.
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Sim, o tempo marca toda a vivênca que tivemos,
E um dia olhamos para o passado e lembramos
Todo o sentir em em alguma aresta nós deixamos
Cobertos ou dissimulados, nunca esquecidos.
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Não pense que a brisa passa leve e atoa,
A brisa deixa o perfume suave do verde e das flores,
Divagamos, às vezes, como a brisa em aéreos amores,
Que de alguma formou a nossa pessoa.
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Assim como a brisa nos faz pensar dos outroras vividos
Trazendo o gostinho suave de uma bela recordação,
A nossa lembrança tem a chave do nosso coração,
E o pensamento não deixa amores esquecidos.
*
Sim, um dia hás de lembrar dos meus escritos.
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sábado, 17 de maio de 2025

A voz do coração

A voz do coração
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta  Sem Talento
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Para ler a vida com discernimento e segurança
é preciso olhar para trás em busca dos erros cometidos,
mas sem perder em si a autoconfiança.
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A vida é dura e complexa e em saudades fluida,
rio torrente que segue e busca de novos horizontes,
procura o amor mesmo em distância fria e dolorida,
acobertado nas nuvens e atrás do cume d’um monte.
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Picardo é pensar que a paixão substituí o amor,
devaneios que as vezes dá no coração,
mas a vida não é movida em refrescante brida;
viva a vida conforme a voz do seu coração.
 *
É preciso saber que as flores na estradas colhidas
perfumam o andarengo nesta difícil caminhada.
e ninguém entra por acaso na nossa vida,
estamos todos juntos ao longa desta jornada.
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Pregar a paz com palavras em comedimento,
ao irmão quando for preciso  estenda a sua mão,
no dia a dia seja verdadeiro a todo o momento
e nunca esqueça de ouvir a voz do coração.


 

 

 

 

 

Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...