quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Um novo mundo de esperança e amor

Um novo mundo de esperança a amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Em vertiginosa ansiedade e afã,
olha o infinito e procura nas estrelas
um pouco da verdade, mas em vã,
no mundo em volta só a mentira e as trevas
apimentado e poluindo a vida
em amargas mentiras e tristes quimeras.
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De alguma forma não perde a esperança,
tentando se conhecer olha ao seu interior,
buscando n'alma miragens outrora perdidas,
um pouco de brisa e alivio na sua dor.
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Aquele que vive longe do seu coração,
se perde do universo que é feito d'amor,
pois em volta tudo vira aperto e aflição,
amarguras que picam a ternura
coroendo a vida em dor e em desilusão.
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Nascido da busca no próprio interior,
surgirá um novo mundo de esperança e amor.
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terça-feira, 1 de outubro de 2024

Até o caos aparecer

Até o caos aparecer
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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A nossa história é imensa, imersa e desajustada,
mas obscura no espaço/tempo indefinido do desconhecido universo,
não há explicação para tamanha combustão d'amor,
amor que, inapropriado por regras e sem diretrizes nos rito,
mantem-se cimentado e alimentado por si,
sem limites para sonhar, mas sem a esperança do amanhã.
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E assim, inconstantes, no paladar de cada instante roubado,
vivemos o desarranjo do nosso mundo irreal,
sumidos da realidade incorpórea desta vil sociedade,
desaparecidos, mas unidos....até o caos aparecer.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Nós seremos nada

Nós seremos nada
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o *Poeta Sem Talento
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A medida que o tempo passa,
tirano e inclemente,
no desbotar de toda a coloração,
naque momento do secar de rios e vertentes,
precisamos olhar um pouco para traz,
avaliar atos, mesurar omissões,
compreender a história das nossas jornadas,
perder o medo, mas não colocar a arrogância no coração.
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Não precisamos justificar os erros de terceiros,
mas os nossos erros estarão na nossa consciência.
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Está certo, ninguém é de ferro
e não somos, também, ornamento dourado;
temos fricotes e ainda alguns tiques,
levamos conosco as cicatrizes da vida,
as nossas marcas, manchas e limitações,
mas deixamos um fertil terreno adulbado;
terreno onde outros passarão,
também com a sua história de vida,
conquistas, vitórias, acertos e erros,
olhando o nosso exemplo e as nossas ações.
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A medida que o tempo passa nós seremos só história,
depois depois o tempo vai passando, inclemente,
e nós seremos nada.
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domingo, 29 de setembro de 2024

Na maturidade a primavera

Na maturidade a primavera
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Inicia-se a primavera, clara e melodiosa,
em bento ar de quem tem fé e esperança
na busca da graça do perfume d'uma rosa.
Paira no coração a luz d'uma nova bonança.
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Na claridade em ternura dos teus olhos a paz
um luzir tão meigo de quem sabe o que quer,
na tua voz um tom em melodia que apraz,
tão doce que és e és una, simplesmente mulher.
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Mulher que enfrentou as dificuldades do mundo,
mas no adverso nunca baixou a cabeça vencida,
pelo contrário, arregaçou as mangas e foi fundo,
buscando com o suor honesto de toda lida.
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Hoje, morosamente, reflete sobre as antigas jornadas,
tem a consciência que foram tantas vicissitudes,
sabe dos entraves e embaraço das multiplas estradas,
sorri para si; é primavera, a felicidade na plenitude.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Divagos Dispersos

Divagos Dispersos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eis que ao ascerder o dia que termina,
no horizonte do meu eu as minhas verdades,
circundado em letras e rimas,
compostos em sonhos, dentro da realidade.
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E tu bens sabes da brisa e da suavidade
dos divagos soltos em risos ou lágrimas,
foram castos e sinceros, não veleidades,
nunca destoavam em parcos moderados.
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Foste e será sempre a quiméra esperada,
e em cada verso abaixo, no centro ou acima,
eras tal a sibila dos montes espelhada,
aquele ponto central em suavidade.
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E, solitário, à noite, pelo o luar ilumado,
naquele momento solene da poesia,
tu vinhas, esfinge, segredo bem guardado,
desfrutar uns versos em cândida fantasia.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2024

É tempo d'amar

É tempo d'amar!
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento!
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Em cada um de nós há um momento sublime,
aonde bricamos c'as fantasias,
percebemos o perfume das flores,
escrevemos divagos ou poesia,
escolhemos palavras que rime
com o teor daquilo que temos no peito;
 os nossos sonhos, desejos e amores.
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Não medimos o medo do temos a frente,
o faz de conta dá chega pra lá no direito,
o remorso não faz conta, 
deixamos as dúvidas para despois,
o que mais importa é viver aquela vertente,
que refresca a alma esperançosa,
em busca de um horizonte promissor,
enfeitados por orquídeas, lírios e rosas.
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Divago a ti, sibila, este meu encanto pela vida,
uma vez que tens em si a suavidade de uma flor,
és a seleta mulher do olhar em cândida magia,
aquela que despertou o moura para a poesia,
posto que de mulher se fez musa e deidade,
dona dos meus anelos, da rima e da poesia.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Jasão e os argonautas ou os que buscam o amor

Jasão e os argonautas ou os que buscam o amor.
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Nos fluídos do etéreo celeste inexplicável,
labirintos da mente obscuros e ilegíveis,
aonde a realidade e a imaginação se encontram,
em um misto que destoa dos fatos reais,
a nossa essência intima estará conectada,
como Jasão e os argonautas na busca do velocino,
aquele, dourado, centro que é o mais belo tesouro,
a esperança fertilizada com a fé e a confiança,
uno em espirito e corpo na busca do Karma,
a ação e a reação da união em flama e paixão.
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Não seria nunca histeria, delírio ou loucura,
é o extrato emoldurado à bel prazer do Destino,
que tece as estradas alheias, perfumando ou não,
com as ervas que formam o licor do amor.
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Divagos em mentes abertas, lume em desatinos,
que sofrem os que a vida separa na distância,
aflingindo em ponta de lança venenosa,
que parece findar com o norte e a pessoa,
na realidade, tortura, mas não mata o amor.
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25/09/2024


Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...