segunda-feira, 2 de outubro de 2023
Eu Sempre Te Amarei!
quarta-feira, 20 de setembro de 2023
Obrigado Senhor
Obrigado Senhor
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Autor: Luiz Alberto quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Obrigado Senhor, por tudo que me deste,
Tenho um coração que no peito palpita,
Doce coração em cândida ternura,
Parece que na minha fé habita
Uma porção da magnitude celeste.
*
Obrigado por este entusiasmo pela vida;
A vida é dura, é incógnita, é incerta,
Mas tem uma brisa fina e refrescante,
E esta brisa fez de mim humano e poeta.
*
Obrigado por este céu que nos cobre
Abaixo deste azul celeste somos iguais,
Ricos, eruditos, parvos ou pobres,
Aos teus olhos unos, somos normais.
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Obrigado por me fazer um homem singelo,
Olho nos olhos e falo com a firmeza da razão,
Tenho o orgulho de ser direito e ser sincero,
Ter uma palavra amiga em clara ponderação.
*
E hás de vir
E hás
de vir
*
Autor:
Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E hás
de vir, sim
Hás de
vir como na profecia do profeta,
O sonho
do visionário arcano,
Ou na
doçura d’um poema do poeta
Em
versos místicos e profanos.
Hás de
vir.
*
Hás vir
na densa névoa aquela,
Que
furtivamente entra pela janela,
Espantando
a solidão
E iluminando
a escuridão.
Sim,
hás de vir.
*
E
quando chegares
Encontras
no meu no bloco amarelo
Versos
que fluíram em tristes ares,
Doces,
mas entristecidos cantares
E
doloridos anelos.
*
Hás de
vir, sim.
E, na
névoa da tua sublime presença,
Não
será uma simples fantasia,
Serás a
realidade da tua alma e essência,
Orientado
o desvairar de uma poesia.
*
E hás
de vir na realidade dos meus sonhos,
Uma realidade que é turva e tempestuosa,
Centrada
em caminhos tristonhos,
Mas ainda
cheia de quimeras e utopias
*
Hás,
sim, hás de vir.
*
E, nas
minhas fantasias,
Tu hás
de vir, sim, como uma rosa,
Em tão
meigo olhar ou em uma poesia.
Hás de vir, sim.
*
segunda-feira, 18 de setembro de 2023
Maluco Mundo Gira, Que Girou
Maluco Mundo Gira, Que Girou
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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A minha mente, triste, medita
sobre este momento singular,
perdemos a candura no amar,
submergimos em uma dor infinita.
*
Agonia d’um coração que palpita,
no rosto uma lágrima a rolar,
brisa de sonhos turvos e sem luar,
no bloco a letra cansada e aflita.
*
Parece que o mundo evaporou
em um gás, diluído em crises e dores,
parece que o inverso venceu.
*
No inverno, sem guia e sem Deus,
homens fogem da verdade e das flores,
maluco mundo gira, que girou.
Para analisar um poeta
Para analisar um poeta
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Para analisar um poeta é preciso localizá-lo
Na extensão correta e adequada aos seus limites,
Estabelecer critérios sérios dos marcados difusos
Alastrados aos confins das Eras e seus zênites.
.
Ter o pragmatismo da relevância da magnitude
Na palavra severa que deveras carrega o brilho
Da luz que atordoa o mundo mostrado a virtude
Em toda a dimensão do ajuste em seu gatilho.
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É preciso invocar-se como um deus onipotente
Separar do lido extravagante o mais certo
É ter a ciência de tudo, ser erudito e onisciente.
Não escrutine; o poeta é sempre o correto.
domingo, 17 de setembro de 2023
Desolação
Desolação
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Que hábito singular de olhar o horizonte,
procurando quimeras no toque de uma fada
buscando quem sabe a resposta que confronte
a dúvida de um eterno penar, perdido no nada.
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Fluiriam, ao acaso, respostas atrás dos montes
uma esperança de uma manhã ensolarada
uma quimera adoçante que não desaponte
o coração da mais bela, doce e festejada?
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E tu, ai distante, mas na mente fincada
como uma imagem que chega repentina,
afagando a alma deprimida e cansada.
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E o poeta absorto, em vil e densa neblina,
com uma lagrima na página amarelada,
rabisca um ode pra manter a auto estima.
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quinta-feira, 14 de setembro de 2023
Caminhos da Vida
Caminhos da Vida
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na vida andei por trilhos, caminhos e avenidas,
alguns eram festeiros, pujantes e radiantes,
outros foram opacos, duros ou mesmo sóbrios,
caminhos diversos, encobertos ou abertos,
sortidos e completos, nunca caminhos vazios.
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Busquei na brisa um mistério oculto e sibilino.
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Os cantares das sereias pigmentaram
a minha pele desprovida do senso e da razão.
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O segredo do Santo Graal foi salaz em engano
n’alma pueril e inocente de um verso em refino
na noite escura do interior de um poeta profano.
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Mais nada importuna o prumo ou a essência,
o discernimento me deu tarimba e muito tino
para buscar o pouco que resta com tato e prudência.
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Ser pai
Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...
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Sorria nos piores momentos * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Nos piores momentos da vida sorria; Sorr...







